A cerimônia de entrega do Prêmio SomosCoop Melhores do Ano 2022 superou as expectativas. Emocionados, representantes das coops participantes e dirigentes do Sistema OCB elogiaram a organização do evento e os resultados alcançados, que demonstraram a diversidade e a abrangência do movimento em todo o Brasil. “Foi uma noite muito especial porque pudemos acompanhar tudo o que as nossas cooperativas fazem, o valor que elas levam para as comunidades onde estão inseridas, para os seus cooperados e colaboradores. É uma grande alegria saber que as cooperativas levam muito a sério esse trabalho e conseguem mostrar seus resultados na premiação”, afirmou a superintendente, Tania Zanella.
Ainda segundo ela, o prêmio é muito importante para mostrar também para a sociedade, os benefícios do cooperativismo. “A gente percebeu em alguns convidados que ainda não tem muita proximidade com o nosso movimento o grau de encantamento deles vendo os cases apresentados e as histórias que estão por trás de cada iniciativa. Então, nesse momento em que o Sistema OCB está trabalhando muito forte a questão do ESG, que é raiz no cooperativismo, é preciso, além de fazer, mostrar que temos um modelo de negócios diferenciado, sustentável e que pode trazer o equilíbrio para tantas coisas ruins que estamos vivenciado”, completou.
“Para nós é motivo de muito orgulho e muita honra conseguir juntar as cooperativas e mostrar para o Brasil inteiro os projetos sensacionais que mudam a sociedade para melhor nos mais diversos ramos de atividade. O coop é realmente um modelo de negócios diferenciado. Queremos crescer, mas sem deixar ninguém para trás. Queremos a comunidade junto, dividindo os resultados. E os cases premiados comprovam que o cooperativismo vai muito além de um simples negócio, principalmente por seu olhar social, seu olhar para a comunidade”, declarou a gerente geral, Fabíola Nader Motta.
A gerente de Relações Institucionais, Clara Maffia, também destacou seu entusiasmo com a premiação. “Foi uma noite incrível, realmente histórica. Batemos o recorde de cooperativas participantes, de projetos apresentados e todos os estados foram representados. Além disso, foi um momento fundamental para demonstrar o papel do cooperativismo na inovação, com os cooperados, com a comunidade, com o meio ambiente. Uma oportunidade para as coops serem reconhecidas pelo que já fazem naturalmente”.
Motivação
Representantes das cooperativas premiadas com o primeiro lugar nas seis categorias premiadas não esconderam a alegria e a motivação que o reconhecimento representa. “Só de saber que estávamos entre os finalistas já foi muito gratificante. Conquistar o primeiro lugar foi incrível. Significa poder mostrar para todos os nossos cooperados que vale a pena ter iniciativas, ser criativo. É necessário enfrentar diversos desafios, mas realmente vale a pena. Esse prêmio revela que estamos sendo valorizados, estamos sendo vistos e, portanto, nosso trabalho está sendo recompensado”, salientou Mariane Natera, analista de Inovação e coordenadora do Núcleo Jovem Coplacana, projeto que venceu a categoria Fidelização.
“Ter essa certeza de que estamos contribuindo para o coletivo, para o bem das gerações futuras e pela preservação da natureza é um sentimento muito gratificante. Para nós, ganhar esse prêmio tem esse significado porque traz o sentimento do dever cumprido, de proporcionar a melhoria da qualidade de vida das pessoas que vivem nas comunidades onde atuamos. Nosso projeto existe há sete anos e vai muito além da recuperação de nascentes. Ele trabalha com a conscientização, com a educação de todos os envolvidos também. É realmente um trabalho coletivo”, afirmou Vagner dos Santos, presidente do Sicoob Credcooper (MG), vencedor da categoria Desenvolvimento Ambiental, com o projeto Nascente Viva: produzindo água e promovendo desenvolvimento sustentável hoje e para futuras gerações.
Aroldo Costa Monteiro, presidente da Cooperativa de Eletrificação e Desenvolvimento Rural Centro Sul de Sergipe (Cercos), falou sobre a conquista do prêmio de primeiro lugar na categoria Coop Cidadã, com o projeto Escavação e Revitalização de Poços Artesianos. “Essa iniciativa só pode se desenvolver a partir da ideia de um cooperado que sugeriu a destinação de 15% das nossas sobras para beneficiar comunidades carentes da nossa região que necessitavam de água potável para consumo e também para irrigação. Por isso, essa conquista é muito importante para todo o coop de Sergipe. Esse prêmio vai valorizar ainda mais nosso projeto e nos dar mais força de vontade para continuar trabalhando”.
“Só podemos agradecer e ressaltar que é uma felicidade muito grande receber esse prêmio e poder divulgar um pouco mais esse trabalho que concentra esforços de muitas pessoas por um longo tempo. É um orgulho estar aqui e comprovar como o cooperativismo nos permite chegar longe. Somos de uma reserva extrativista e, se conseguimos garantir a comercialização dos nossos produtos com preço justo e valor agregado, é porque temos o apoio do cooperativismo”, ressaltou emocionado o presidente da Cooperacre, José Rodrigues de Araújo, que conquistou o primeiro lugar da categoria Inovação com o projeto Fortalecendo o Extrativismo e Viabilizando o Desenvolvimento Sustentável Através da Tecnologia.
Vencedor da categoria Comunicação e Difusão do Coop, com o projeto Jornada do Cooperativismo, o Sicoob Cocred foi representado pelo gerente de Marketing e Inteligência de Mercado, Adalberto Júnior. Para ele, a surpresa de alcançar o primeiro lugar foi gratificante. “É muito simbólico participar desse prêmio. Só posso agradecer e dizer que a comunicação e difusão do coop é muito importante para que todos os brasileiros possam conhecer nosso modelo de negócios”, declarou.
As cooperativas Lar e Copagril (PR) venceram a categoria Intercooperação, com o projeto Aliança Estratégica de Intercooperação na Avicultura de Corte. Para seus presidentes, Irineo Rodrigues e Ricardo Chapla, nada é mais relevante do que atuar em prol do cooperado. “Foi uma surpresa quando anunciamos essa união, mas o que realmente importa é que foram anos pensando em como gerar escala e viabilizar a avicultura na região, uma vez que a maior parte dos nossos cooperados são de pequeno porte. Hoje já são mais de 1,3 mil produtores que representam a quarta maior indústria de frango do país”, disse Irineo.
Já Marcelo Vieira Martins, não escondeu a alegria e a emoção ao ser anunciado como vencedor do prêmio Influenciador Coop 2022. “É uma alegria muito grande receber esse prêmio. São 25 anos de cooperativismo, mas a consciência sobre a importância desse movimento só veio anos depois. Hoje nosso desejo é o de difundir cada vez mais para levar o mais longe possível o alcance de suas ações. Quero agradecer minha equipe, minha família e a todos que me apoiaram”.
Conheça os cases vencedores aqui.
Vencedor do Prêmio Influenciador Coop 2022, Marcelo Vieira Martins não esconde sua paixão pelo cooperativismo. Seus olhos brilham e o sorriso domina seu rosto quando é convidado a falar sobre o movimento que ele considera a forma mais equilibrada de organização humana. Formado em Administração de Empresas, sua trajetória profissional começou por um acaso do destino em uma cooperativa de crédito. “Queria trabalhar em uma agência bancária e comecei a distribuir currículos. Não tinha nem ideia do que era uma cooperativa”.
Hoje, 25 anos depois, ele é diretor executivo da Unicred União, mesma instituição que lhe deu a primeira oportunidade de ser um porta-voz ativo dos benefícios que o modelo de negócios cooperativista proporciona à sociedade. “O coop produz de verdade, distribui de modo justo e cada um é livre para participar”, defende.
Emocionado e feliz com o Prêmio Influenciador Coop 2022, decidido por votação popular, Marcelo falou um pouco mais sobre sua história no movimento e destacou seu desejo de difundir cada vez mais suas ações. “Eu assumi um compromisso comigo mesmo de devolver para a comunidade, para a sociedade, tudo aquilo que pude ter, todos os ensinamentos, o crescimento pessoal e profissional que o cooperativismo me proporcionou”.
Com site próprio, Instagram, Facebook, canal no Youtube e página no Linkedin, dois livros publicados e mais dois a caminho, Marcelo dedica praticamente todo o seu tempo ao cooperativismo.
Como foi o início da sua trajetória profissional no cooperativismo?
Eu tinha 25 anos e queria trabalhar em uma agência bancária. Comecei a distribuir currículos e um deles ficou em uma agência do Sistema Unicred. Só que eu não tinha a menor ideia do que era uma cooperativa. Acabei sendo selecionado, entrei e tive o prazer de pegar uma cooperativa muito jovem, começando e pude fazer parte da história dela também. Então, a história dela é minha história profissional, já que estou comemorando 25 anos no Sistema.
Quando comecei o cooperativismo ainda não tinha o status que tem hoje. Ninguém falava – ‘eu vou estudar, porque vou trabalhar em uma cooperativa’. Diferente de hoje, em que as pessoas estudam e fazem faculdade, pós-graduação para trabalhar em uma cooperativa. Tem gente que sai dos bancos para ir para uma cooperativa para ter uma profissão melhor, uma qualidade de vida maior. Então, essa transformação eu tive o privilégio de ver desde o começo, e vivenciar a realidade atual, que conta com uma governança de nível internacional e uma alta capacidade de proteger seus ativos e seus cooperados.
E quando você percebeu que o cooperativismo é diferente e se apaixonou por ele?
Acho que desde o começo já foi possível perceber que o atendimento ou um produto feito por um uma cooperativa tem diferenciais importantes. Observei que na cooperativa, por exemplo, o cooperado era visto como uma pessoa e não como um número, ele era bem tratado, a gente se preocupava sempre se aquilo era bom para ele ou não. E, se ele estivesse errado, a gente corrigia, algo que não acontecia nos bancos. Quando percebi isso eu vi que trabalhava no lugar certo. Em um lugar que permitia também que a gente pudesse experimentar, ser criativo.
Inclusive, lançamos a primeira agência virtual do cooperativismo brasileiro, porque tivemos liberdade para fazer, tentar e buscar novas soluções e oportunidades.
Como começou esse trabalho como influenciador?
Então, eu gostei do cooperativismo desde o começo e tudo o que eu via me fez gostar ainda mais. Agora, a consciência sobre a importância do cooperativismo eu tive mesmo há uns dez anos. Comecei a perceber que estávamos fazendo muito mais do que pensávamos, só que não registrávamos nem falávamos com as pessoas. E isso precisava ser dito. Foi quando comecei a perceber que eu tinha um espaço para fazer algo novo para devolver o que recebi enquanto profissional, na minha carreira, e todo esse movimento para divulgar o cooperativismo é um movimento feito de coração.
Minha vida profissional ainda é ser diretor de uma cooperativa onde eu ganho meu rendimento, eu pago as minhas contas. Esse trabalho de difundir o cooperativismo é voluntário. Não ganho absolutamente nada financeiramente, mas me dá uma satisfação imensa de poder fazer isso, de falar sobre isso. Eu assumi um compromisso comigo de devolver para a comunidade, para a sociedade tudo aquilo que pude ter, todos os ensinamentos, o crescimento pessoal e profissional.
Você já lançou dois livros e tem mais dois quase prontos. Esses livros também são sobre cooperativismo?
Sim, são. O primeiro partiu da ideia de compartilhar o case sobre a primeira agência digital do cooperativismo brasileiro, em 2016. Essa agência nasceu antes mesmo dos bancos digitais que só vieram um ano depois. Esse foi um case importante na jornada da nossa cooperativa e a gente percebeu que precisava contar essa história para outras coops. Como fazer isso? Resolvemos fazer um livro, tivemos uma assessoria incrível e conseguimos. O título é Feito à Mão, que é como eu vejo o cooperativismo.
O livro foi lançado e estávamos na divulgação em livrarias quando veio a pandemia da Covid-19. Pensamos que tinha estragado o lançamento, mas as coops precisaram intensificar seus processos de digitalização durante esse período e o livro tinha tudo o que elas precisavam naquele momento. Incrivelmente, começamos a receber visitas do país inteiro para conhecer nossa agência em Joinville e mais de 200 pessoas das coops brasileiras vieram também. Várias agências digitais foram criadas no Brasil, de todos os sistemas diferentes, e também do nosso e aquilo nos deixou inspirados a falar mais de cooperativismo.
E o segundo livro?
No segundo resolvemos fazer o Coop Book - Cooperativismo de A a Z. Nele, cada letra do alfabeto é um verbete sobre algo do cooperativismo, algo que qualquer pessoa leiga ou que conheça um pouco mais consiga entender facilmente o que a gente quer promover. Vendemos 7 mil unidades desse livro, e a verba arrecadada foi 100% destinada para o nosso projeto social, que ajuda crianças. Assim, conseguimos, a partir de uma história, promover o cooperativismo, arrecadar dinheiro e ajudar a comunidade.
A partir dali foi um passo para a gente poder falar sobre o coop também nas redes sociais, sobre os cases, sobre o dia a dia. Como é o dia a dia de um executivo em uma cooperativa? Como é o dia a dia do cooperativismo? Eu acredito bastante que, com esses exemplos, vindos de uma pessoa que não é a empresa, mas representa uma causa, é possível engajar outras pessoas e criar modelos do tipo ‘eu também quero ser assim; eu gostaria de seguir esse caminho’. Quanto mais pessoas ouvirem, mais o cooperativismo vai crescer.
Vencer o Prêmio Influenciador Coop 2022 é um diferencial? Como você se sente?
Só de ter sido indicado como um dos finalistas já foi um prêmio. Independentemente de quem ganhasse esse título, todos os cinco indicados estão divulgando o cooperativismo nas redes sociais, no país todo. Então, acredito que esse é o verdadeiro ganho, vender o coop para todo mundo. Esse é um trabalho de muitas pessoas, uma equipe enorme. Sou apenas um porta-voz. Mas, não tenho nenhuma dúvida de que ter sido indicado e escolhido como o influenciador do ano dará ainda mais credibilidade ao nosso trabalho. Quando as pessoas forem ver uma postagem sobre cooperativismo vão ver também que ela é de alguém que foi indicado e ganhou o prêmio. Então, temos que usar isso como uma alavanca, como um impulsionador. Acho que esse prêmio dá ainda mais força para continuar o que já fazemos.
Pode falar um pouco sobre os outros dois livros que estão a caminho?
Claro! O terceiro, que vamos lançar logo no início do próximo ano, também é um Coop Book com o título Diálogos. Nele, eu trago uma compilação de colunas que escrevo para um jornal de Santa Catarina sobre temas variados que vão desde gestão de pessoas, comunicação e divulgação do cooperativismo. Convidei 15 pessoas cooperativistas, dirigentes, jornalistas e escritores e pedi a opinião deles sobre esses temas para complementar, comentar ou contrapor meu ponto de vista. Então, é um livro riquíssimo, com visões diferentes.
Já o quarto vai falar sobre o cooperativismo que a gente não vê e que resolve as coisas com ações simples, silenciosamente. Exemplos como os que vimos durante toda a premiação do SomosCoop Melhores do Ano. Cooperativas que estão isoladas em um ponto do país fazendo um trabalho maravilhoso. Fizemos uma pesquisa a nível nacional de forma conjunta com jornalistas e descobrimos muitos desses cases. Então, é sobre o cooperativismo que não está na TV, no Rádio, nas grandes cooperativas, mas sim, nas pequenas, como uma de detentas no Pará que arrecada fundos para ajudar na ressocialização delas quando deixarem o presídio. Uma cooperativa que produz artesanato e vende para arrecadar shampoo, sabão e outros itens para dar uma qualidade de vida mais digna a essas pessoas.
Os deputados da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), Evair de Melo (ES), Domingos Sávio (MG), Leandre (PR), Alceu Moreira (RS) e Zé Silva (MG) acompanharam a cerimônia de entrega do Prêmio SomosCoop Melhores do ano 2022, realizada na última quarta-feira (7), em Brasília. Eles ressaltaram a importância do movimento para o desenvolvimento econômico e social do Brasil e exaltaram os cases premiados nas mais diversas categorias.
“É um momento de festa diante de tanto brilhantismo das cooperativas brasileiras que, muitas vezes, se tornam luz para nós. Esse prêmio também é uma luz, é uma referência para mostrar que é possível melhorar e aperfeiçoar sempre, incluir as pessoas e dialogar com novos desafios. Estou muito feliz e orgulhoso de ver nossas cooperativas cumprindo com tanta excelência seu papel econômico e social na nossa sociedade”, afirmou Evair de Melo, presidente da Frencoop.
O parlamentar destacou também a importância dos cases vencedores. “Tudo que insere os jovens no movimento é fantástico. É sempre muito bom ter um olhar para renovar o cooperativismo sempre. Além disso, meio ambiente, sustentabilidade, inserção e, principalmente, intercooperação, são as grandes oportunidades para que o cooperativismo se torne ainda maior e mais representativo”.
Para o deputado Domingos Sávio, a cerimônia foi emocionante e motivadora. “Eu vim do cooperativismo e é dele que estou emprestado para a vida pública. Por isso, fico muito feliz de ver a amplitude que o movimento tem hoje no Brasil, por sua forma mais justa e democrática de fazer negócios. Seu foco principal é sempre o de melhorar a qualidade de vida das pessoas e, por isso, o cooperativismo é referência, sendo ao mesmo tempo empreendedor, competente, produtivo e voltado para o ser humano, por meio da solidariedade e do trabalho em conjunto. Faz a gente continuar acreditando”.
O deputado Alceu Moreira salientou que o cooperativismo é mais que um sistema econômico. “Ele é um ensinamento de vida e responsabilidade social. É uma doutrina que devemos prosperar em todo o país. As tecnologias empregadas nos cases apresentados esta noite mostram que suas atividades são uma expertise e um exemplo do que associativismo que queremos difundir cada vez mais em todo o Brasil”.
A deputada Leandre, por sua vez, se disse surpreendida com a abrangência dos projetos desenvolvidos pelo cooperativismo. “Essa premiação é uma iniciativa importantíssima e que ajuda a revelar a força do cooperativismo. Faço parte daquele percentual da população brasileira que não conhecia em profundidade o que o movimento é capaz de fazer. Capaz de desenvolver, de transformar e de mudar histórias de vida. Me surpreendi com as propostas de intercooperação. Nunca imaginei que uma área que eu trabalho muito no Congresso Nacional tivesse espaço no cooperativismo: a Primeira Infância. Fiquei muito feliz e entusiasmada para trabalhar mais em prol do movimento”.
Já o deputado Zé Silva ressaltou que o fortalecimento do cooperativismo consolida o desenvolvimento sustentável. “O cooperativismo forte, significa também um país forte”, disse. Segundo ele, as categorias contempladas na premiação contribuem para que o movimento se atualize, invista em novas tecnologias e continue mantendo seu foco nas pessoas. “Como extensionistas e dirigente da Emater (Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural) fiquei muito feliz em ver projetos como o Nascente Viva, do Sicoob Credcooper, produzindo água e promovendo o desenvolvimento sustentável. Quero, a partir dessa iniciativa, cumprimentar todos as cooperativas que participaram desse evento”, complementou.
Nesta terça-feira (13), o presidente do Sistema OCB/MS, Celso Régis, reuniu-se com o deputado estadual Rinaldo Modesto e recebeu a Medalha de Comenda do Mérito Legislativo.
A Comenda do Mérito é uma honraria dada a personalidades pelos relevantes serviços prestados e que contribuíram de forma destacada para o desenvolvimento e projeção do estado. Merecendo o reconhecimento, por intermédio dos parlamentares.
As indicações são encaminhadas por meio de projeto de resolução, passando pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação e aprovadas em única votação no plenário. O deputado estadual Rinaldo Modesto que indicou o presidente do Sistema OCB/MS, Celso Régis.
“O sistema cooperativista se sente prestigiado, isso pertence a todos os líderes do cooperativismo sul-mato-grossense, um reconhecimento ao empreendimento cooperativo e valorização na promoção e desenvolvimento econômico e social do estado”, destaca Celso Régis.
Vinte e cinco colaboradores com 10, 15, 20 e 35 anos de casa foram homenageados em 2022; além de receber presentes especiais, eles plantaram árvores para celebrar a marca histórica
A Copasul realizou na sexta-feira passada (9), a edição 2022 do programa Plante Sua História, uma iniciativa que visa reconhecer os colaboradores da cooperativa que completam aniversário atuando na organização a partir dos dez anos, sempre de cinco em cinco anos. Ao todo, 25 pessoas foram homenageadas neste ano: dez colaboradores completando dez anos, 12 celebrando 15 anos, outros dois com 20 anos de Copasul e um colaborador com 35 anos de atuação pela cooperativa.
O evento foi realizado na Arec, a Associação Recreativa e Esportiva Copasul, em Naviraí-MS, reunindo os homenageados e seus familiares, além de diretores e gestores da Copasul para a entrega de um presente e uma placa comemorativa para cada colaborador pelas mãos do presidente executivo Adroaldo Taguti e do presidente do Conselho de Administração Gervasio Kamitani.
A história dos colaboradores na cooperativa e a sua celebração se confunde com o próprio crescimento da Copasul. Conforme mencionou Taguti em seu discurso na cerimônia, a cooperativa deverá admitir o seu colaborador efetivo nº 1.000 em 2023, sendo que atualmente o quadro de funcionários ultrapassa a marca quando são levados em consideração os safristas temporários. Por exemplo, uma das expansões do número de trabalhadores da Copasul está relacionada à inauguração da Fiação II, a ampliação da fábrica de fios, que tem previsão para ser lançada oficialmente em fevereiro do próximo ano.
Gervasio Kamitani lembrou da importância dos funcionários com maior tempo de casa na disseminação da cultura da cooperativa. “Eles têm responsabilidade de passar para os que estão entrando na cooperativa os valores, as crenças, principalmente o Jeito de Ser Copasul. [...] Essas pessoas têm um papel importante para com os novos colaboradores que, além de serem novos na cooperativa, também são novos de idade. Quem quer chegar aos dez, vinte, trinta anos de cooperativa deve refletir muito sobre isso. Eles têm que se espelhar muito nos que já conquistaram isso e sempre olhar os valores da cooperativa”, sugeriu Kamitani.
PLANTANDO SUA HISTÓRIA
Depois de receber os presentes e as placas comemorativas na Arec, os colaboradores vieram para a sede administrativa. Aqueles que completaram dez anos fizeram o plantio de uma muda de árvore, representando o símbolo do programa Planta Sua História. Ao mesmo tempo, os funcionários que completaram 15, 20 e 35 anos em 2022 atualizaram a placa que é fincada ao lado de cada muda.
Criado para agradecer e enaltecer a dedicação e comprometimento de cada um para com a Copasul, o Plante Sua História acontece desde 2015. É uma ação para reconhecer a história e a contribuição do colaborador para o crescimento da cooperativa. A Copasul entende que, assim como as árvores, que criam raízes, florescem e geram frutos, há pessoas que são exemplos de vida e podem inspirar novas histórias de sucesso.
ESPECIAL
Colaborador mais antigo do Plante Sua História deste ano, além de ter uma das trajetórias mais longevas de toda a cooperativa, Edson Pereira da Silva, o Piquiri, recebeu um prêmio especial. Além de um relógio e da placa de reconhecimento, Piquiri, que atualmente é supervisor da unidade de beneficiamento de algodão da Copasul em Maracaju-MS, ganhou um vale viagem para um resort para ele e sua esposa.
Confira a seguir a lista dos colaboradores homenageados no Plante Sua História:
10 anos
Claudinei Alves dos Santos
Clévito Finger
Cristina Boeira
Ezequias Raimundo de Oliveira
Geneci de Lima de Andrade
Geovani de Brito Melo
José Cândido Nicomedes de Souza
Márcio Nascimento Bonfim
Rodrigo Barbosa Lobo
Valéria Garcia
15 anos
Agnaldo Massao Sato
Arlindo Galvão
Claiton William Lemos da Silva Cardoso
Elen Caroline Demarchi de Lima
Fábio Pereira dos Santos
João Joaquim da Silva
João Paulo Quallio
Marcelino Camargo da Silva
Miguel Simplício da Silva
Paulo de Souza Leite
Ricardo Aparecido Del Grande
Thiago Gomes Gonçalves Rosa
20 anos
Gevanildo Costa Silva
Sérgio Henrique dos Santos Costa
35 anos
Edson Pereira da Silva