Campo Grande Expo traz para o estado novo conceito de feira técnica
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Campo Grande Expo traz para o estado novo conceito de feira técnica

A primeira edição da Campo Grande Expo vai acontecer de 16 a 20 de julho próximo na Capital de Mato Grosso do Sul. A nova feira tem como proposta a difusão das modernas tecnologias e práticas de produção e do mercado agropecuário brasileiro.

No campo da ciência e tecnologia, a Campo Grande Expo vai priorizar a integração de atividades produtivas nas propriedades rurais, de técnicas como a Integração Lavoura Pecuária, e Integração Lavoura-Pecuária-Floresta. MS é o Estado que está em primeiro lugar, em área, com projetos de integração. E no âmbito do mercado, quer fomentar os negócios da pecuária, da agricultura, da silvicultura e de todas as atividades do campo. Em função disso, estão adiantados os entendimentos para a participação, durante a feira, de caravanas de representantes comerciais de vários estados brasileiros e de países sul-americanos. Por meio de secretarias do Governo federal pretende-se que projetos nacionais possam ser alavancados através do evento de MS.

FEIRA EM EXPANSÃO

A mais jovem feira de agronegócios do Centro-Oeste, vai ser realizada no Terra Nova Eventos, em Campo Grande, MS. Com o planejamento inicial de instalar os estandes e todos os serviços numa área de mais de 10 mil m², com o grande interesse gerado e a venda de todos os espaços destinados a grandes expositores, foi necessário ampliar bastante e contratar uma área anexa. Chegou-se então a uma área total de 20 mil m². Ainda há espaços sendo comercializados para atender mais interessados em participar da Campo Grande Expo.

Importantes instituições públicas e privadas, como o MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento,  Senar MS, Embrapa, Sociedade Rural Brasileira, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, a Prefeitura de Campo Grande, Governo do Estado, Governo Federal, a Associação Brasileira do Agronegócio – ABAG (sócia da Agrishow), a Associação Brasileira das Indústrias de Suplementos Minerais – Asbram, Sistema OCB/MS e empresas privadas dos setores do agro, do transporte, de insumos, confirmaram apoio e presença institucional no evento. Dentre as privadas destacam-se as montadoras de tratores e colheitadeiras, John Deere, New Holland, Case HI, Stara Máquinas Agricolas, a Yara; as fabricantes de carros e caminhões Ford, Fiat, Toyota, Suzuki, Cargo Caminhões, Iveco; e empresas como a Matsuda, Germipasto, Coimma, Tag – Transporte de Combustíveis, Bouwman – Tecnologia Agropecuária, Germisul, , entre outras. Na área de comunicação são parceiros da feira o Canal do Boi, Jornal O Estado, e a CBN.  

NOVO MODELO

O modelo da feira é inovador. Segue o padrão dos maiores eventos nacionais do agronegócio, como a Agrishow, priorizando a participação e o envolvimento direto dos produtores rurais na difusão de novas tecnologias e nos negócios gerados no evento. Estão programadas dinâmicas de campo, palestras, leilões de gado e rodas de negócios durante toda feira. A Campo Grande Expo também vai difundir a importância da incorporação de recursos digitais e da internet como meio de aperfeiçoamento dos processos produtivos (Agricultura 4.0). E vai propor Dias Temáticos: Dia da Mulher do Agro; Dia do Jovem do Agro; Dia do Pantaneiro; Dia da Lavoura; Dia do Leite.

Pela primeira vez na história, o Ministério da Agricultura insere uma feira do MS em seu calendário oficial de feiras.

DESTAQUES DA PROGRAMAÇÃO

- oficinas pelo Senar/MS

- Rodada de Negócios entre países

- Mini curso sobre ILPF pela Embrapa

- Painel de Líderes com a presença Do Presidente da Agrishow Francisco Matturro, Presidente da Sociedade Rural Brasileira Marcelo Vieira e Luis José Tejon

- Rotas do Boi, da Soja, de Florestas

- Dinâmica de Máquinas

-  Leilões de Bovinos

- Fórum do MAPA sobre Pecuária de Baixo Carbono

- Curso de Extensão UFMS

 

 

 

 

Programacão da XII Semana do Cooperativismo

Em comemoração ao Dia Internacional do Cooperativismo, o Sistema OCB/MS promove a XII Semana do Cooperativismo de 2 a 7 de julho. Nesta semana, diversos eventos ocorrem, dentre eles a assinatura do Termo Técnico de Cooperação do Programa Estadual de Desenvolvimento e Fortalecimento do Cooperativismo em Mato Grosso do Sul- Procoop, no dia 02 de julho, às 9h, na Semagro- Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Ecônomico, Produção e Agricultura Familiar.

No dia 04 de julho, ocorre uma Homenagem ao Dia Internacional do Cooperativismo, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, às 10h. No mesmo dia, no perído da tarde, acontece uma AGE- Assembleia Geral Ordinária da OCB/MS para tratar de assuntos sindicais. No período da noite, a Sicredi Campo Grande inaugura uma agência na Avenida Ceará.

Em 2018, comemora-se o 96º Dia Internacional do Cooperativismo. O tema deste ano faz referência ao Objetivo do Desenvolvimento Sustentável número 12 “Consumo e Produção Responsável”. A data oficial será comemorada em 7 de julho e terá como slogan:  

 “Sociedades sustentáveis por meio da cooperação”

Essa data é de extrema importância, pois o mundo inteiro se mobiliza e comemora, mostrando a força de um movimento que envolve mais de 1 bilhão de pessoas no mundo.

Comissão aprova atualizacão da lei dos defensivos

A Comissão Especial que analisa o PL 6299/2002, que atualiza as regras de registro de defensivos, votou hoje o parecer do relator da proposta, deputado Luiz Nishimori (PR), pela aprovação do projeto. Conforme integrantes da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), o objetivo é dar maior celeridade, transparência e clareza no processo de permissão de novos produtos no Brasil.

 

Principais pontos da matéria

Ao buscar achar um texto consensual, o relator acatou alguns pontos polêmicos do projeto, alterando o termo de “defensivo fitossanitário” por “pesticida”, para seguir a nomenclatura mais usada internacionalmente, como também amplia de 12 meses para 24 meses o prazo para conclusão de pedidos de registros e alterações de produtos novos em análise nos órgãos competentes.

 

Além disso, conforme o texto, os órgãos federais responsáveis pela agricultura, pela saúde e pelo meio ambiente passam a “analisar e, quando couber, homologar os pareceres técnicos apresentados nos pleitos de registro”. Na versão anterior, cabia a eles somente “homologar”.

 

O relatório mantém a previsão de que os pesticidas possam ser liberados pelo Ministério da Agricultura mesmo se órgãos reguladores, como o Ibama e a Anvisa, não tiverem concluído suas análises. Nesse caso, os produtos receberão um registro temporário, desde que possuam especificações idênticas em pelo menos 3 dos 37 países da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

 

Importância para a segurança alimentar do país

A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), na condição de entidade representativa de mais de um milhão de brasileiros que dedicam suas vidas à produção de alimentos, dos quais 84% são considerados pequenos produtores rurais, reconhece a importância do aperfeiçoamento do projeto para a competitividade da produção nacional, inclusive no âmbito da agricultura familiar, bem como para a maior segurança alimentar do país.

 

A ideia principal é assegurar que as novas regras de registro de defensivos sejam efetivadas com responsabilidade e dentro dos parâmetros de segurança para a saúde humana e ambiental, afastando a discricionariedade, subjetividade e morosidade para a aprovação de novas tecnologias de controle de pragas no campo.

 

Segurança para a saúde dos brasileiros

O relator da comissão especial sobre defensivos agrícolas, deputado Luiz Nishimori (PR), reiterou a relevância do apoio técnico-científico da Embrapa, que recentemente publicou nota de apoio ao projeto, para aperfeiçoar a legislação atual.

 

“A proposta coloca o Brasil em um patamar mais tecnológico com sistemas de registro mais informatizados e integrados, preservando a competência de cada órgão envolvido no processo”, defendeu o deputado.

 

Segundo dados da Anvisa, cerca de 99% das 12.051 amostras de alimentos analisadas pela agência, entre o período de 2013 e 2015, estão livres de resíduos de agrotóxicos que representam risco agudo para a saúde.

 

Tramitação

A matéria segue para a deliberação do plenário da Câmara, antes de seguir para a análise do Senado.

 

(Fonte: OCB, com informações da Agência Câmara e da Agência FPA)

Cooperativismo: aliando teoria e prática
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Cooperativismo: aliando teoria e prática

O cooperativismo é um modelo de negócio que alia desenvolvimento social e econômico, teoria e prática. Por isso, o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) se uniram para estimular a produção científica com foco nas cooperativas e, ainda, aproximar os pesquisadores do dia-a-dia dos cooperados brasileiros.

Na primeira chamada pública organizada pelo Sescoop e CNPq, o número de inscrição superou as expectativas. No total, 374 projetos de pesquisa garantiram sua participação na seleção, que escolherá 28 trabalhos, cujos autores receberão um estímulo financeiro para o custeio das pesquisas, além de bolsas. O valor total destinado aos projetos a serem selecionados é R$ 2,7 milhões.

Segundo a diretora de Engenharia, Ciências Exatas, Humanas e Sociais do CNPq, Adriana Tonini, como o cooperativismo é uma área relativamente nova no cenário de pesquisas acadêmicas e também no âmbito do CNPq o número de projetos inscritos impressionou.

“Por ser uma área inovadora, acreditávamos que a comunidade teria, sim, interesse em participar da seleção. Assim, atuamos de forma bem intensa no sentido de divulgar a chamada, em várias frentes e de diversas maneiras, junto a universidades e centros de pesquisa. O resultado foi, realmente, muito expressivo”, avaliou.??

EIXOS

Os projetos de pesquisa devem estão alinhados aos seguintes eixos:

a) Impactos econômicos e sociais do cooperativismo nas comunidades e no país. Neste eixo foram inscritos 151 projetos;
b) Competitividade e inovação nas cooperativas, com 139 intenções de pesquisa;
c) Governança cooperativa, que contou com 67 inscrições;?
d) Cooperativismo e cenário jurídico, com 17 projetos inscritos.??

REGIÕES

Essa chamada de trabalhos de pesquisa científica também foi um sucesso em relação à participação de pesquisadores de todas as regiões do país. O Sul, por exemplo, foi a região que mais inscreveu projetos. No total, os pesquisadores do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul completaram com sucesso o registro de 133 projetos. No ranking, as demais regiões aparecem nas seguintes posições: Sudeste (103), Nordeste (69), Centro-Oeste (36) e Norte (33).??

PRÓXIMOS PASSOS

Os projetos inscritos entrarão, em breve, na fase de análise. Para saber do resultado final, fique atento às atualizações do site do CNPq.?Confira, abaixo, a entrevista realizada com a diretora de Engenharia, Ciências Exatas, Humanas e Sociais do CNPq, Adriana Tonini:??

?Como a senhora avalia o interesse dos pesquisadores pelo cooperativismo??

Adriana Tonini - Nossa avaliação é extremamente positiva, especialmente se considerarmos a distribuição da temática nas quatro linhas (impactos econômicos e sociais do cooperativismo nas comunidades e no país; competitividade e inovação nas cooperativas, governança cooperativa e cooperativismo e cenário jurídico).

Essa divisão por linhas permitiu despertar, no pesquisador, o interesse dentro de sua área de pesquisa para a submissão das propostas e, ainda, promover uma distribuição regional, o que explica a quantidade significativa do número de propostas, que representam significativamente o mapa do nosso país, pois recebemos inscrições de todas as regiões.??

O número de projetos inscritos era esperado? Como o CNPq avalia a demanda?

Adriana Tonini - Como o cooperativismo é uma área relativamente nova no cenário de pesquisas acadêmicas e também no âmbito do CNPq, o número de projetos inscritos superou nossas expectativas. Contudo, por ser uma área inovadora, acreditávamos que a comunidade teria, sim, interesse em participar da seleção. Assim, atuamos de forma bem intensa no sentido de divulgar a chamada, em várias frentes e de diversas maneiras, junto a universidades e centros de pesquisa. O resultado foi, realmente, muito expressivo. ??

A chamada representa um avanço na aproximação entre as cooperativas e as instituições de ensino e pesquisa?

Adriana Tonini - Com certeza! Conforme comentei anteriormente, o tema cooperativismo é algo novo e, considerado a grande demanda que tivemos nesta chamada, podemos inferir que o assunto estava carente de investimentos que estimulassem a pesquisa e, em consequência disso, as descobertas que fortaleçam a atuação das cooperativas de maneira sustentável. Acredito que conseguimos atender aos anseios reprimidos de um grupo grande de pesquisadores, em todo o território nacional, o que pode ser constatado pela inscrição de projetos localizados nas cinco regiões do país.??

De que forma o CNPq enxerga esse relacionamento entre academia e cooperativas?

Adriana Tonini - Nós, do CNPq, não vemos outro caminho para a transferência e a difusão de tecnologia e, ainda, para a geração de produtos, processos e serviços inovadores que não seja por meio das parcerias entre academia e institutos de pesquisa. E, agora, com esse estímulo do movimento cooperativista, uma nova fronteira se abre, nos auxiliando na nossa missão, que é a de fomentar a Ciência, Tecnologia e Inovação e atuar na formulação de suas políticas, contribuindo para o avanço das fronteiras do conhecimento, o desenvolvimento sustentável e a soberania nacional.??

Em sua opinião, por que é tão importante para o cooperativismo investir em pesquisa?

Adriana Tonini - Porque esse investimento trará benefícios à sociedade como um todo, afinal, as cooperativas são responsáveis por promoverem o desenvolvimento econômico e social tanto dos seus cooperados quanto das comunidades onde estão inseridas. Além disso, espera-se também que essas pesquisas contribuam para o aprimoramento e melhoria da gestão econômica e social dessas organizações. 

Que mensagem deixaria aos pesquisadores inscritos na chamada ou que buscam mais incentivos para desenvolver pesquisas sobre o cooperativismo?

Adriana Tonini - Bem, nós sabemos que, devido ao valor total da chamada, apenas cerca de 7% de todas as propostas inscritas serão efetivamente aprovadas e, assim, custeadas. Por isso, gostaria de dizer aos pesquisadores que ainda não foram contemplados que busquem formas de implementar suas propostas de pesquisas. Agindo assim, eles estarão contribuindo para a geração de novos conhecimentos e propiciando, ainda, avanços teóricos e metodológicos acerca do cooperativismo.

Para além disso, esperamos poder lançar, em breve, novas chamadas que oportunizem contemplar outras propostas, afinal de contas, temos a certeza de que grande parte dos projetos inscritos tem potencial para impactar, positivamente, essa área de conhecimento.

Por fim, gostaria de destacar nosso agradecimento a todos os pesquisadores que participaram desse processo. Na medida em que as ideias forem saindo do papel, por meio da execução das pesquisas em si, teremos a certeza de que valeu a pena. Com o interesse dos pesquisadores e com as informações das cooperativas o Brasil inteiro só tem a ganhar... e muito.

Fonte: Sistema OCB

Além da celebracão, cooperativas entregam duas quadras revitalizadas no Parque do Sóter
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Além da celebracão, cooperativas entregam duas quadras revitalizadas no Parque do Sóter

Aproximadamente 60 voluntários estiveram diretamente ligados à reforma de duas quadras esportivas do Parque Ecológico do Sóter, na Mata do Jacinto em Campo Grande/MS. A revitalização do espaço foi uma ação pontual em comemoração ao Dia C e, por este motivo, o local foi palco da celebração do movimento no estado. De acordo com o Sistema COM/MS, as quadras estavam em situações precárias e as cooperativas dividiram as despesas e colocaram a mão na massa para realizar a mudança. 
Além desse trabalho, o encontro também levou 200 voluntários a atenderem mais de duas mil pessoas, com atividades de orientação financeira, palestras sobre hábitos saudáveis, além de atividades para as crianças e aulão de dança.

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