Dia Internacional do Cooperativismo é neste sábado
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Dia Internacional do Cooperativismo é neste sábado

Uma sociedade sustentável é caracterizada pelo perfeito equilíbrio entre produtividade e preservação dos recursos naturais e, ainda, entre o viés econômico e o social. Nas cooperativas, há mais de 200 anos isso já é uma realidade. É por isso que o primeiro sábado do mês de julho é sempre dedicado a celebrar a contribuição desse modelo econômico para o fortalecimento das nações ao redor do mundo. É por isso que, no próximo sábado (7/7), mais de 100 países, dentre eles o Brasil, celebrarão o Dia Internacional do Cooperativismo.

Todos os anos, a celebração é pautada por um tema global definido pela Aliança Cooperativa Internacional (ACI), entidade de representação desse modelo econômico em nível global e da qual o Brasil faz parte, por meio da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). Assim, neste ano, o Dia Internacional do Cooperativismo celebra o tema “Sociedades sustentáveis por meio da cooperação”, mostrando à sociedade o papel transformador das cooperativas que, dia após dia, atuam na construção de um mundo mais justo, equilibrado e com melhores oportunidades para todos.

No Brasil, a celebração do Dia Internacional do Cooperativismo começou no sábado, dia 30 de junho, com uma programação intensa e que envolveu ações simultâneas em mais de 400 cidades do país, alinhadas aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, elaborados pela Organização das Nações Unidas (ONU), visando a erradicação da pobreza extrema no mundo até 2030.

“Nós celebramos, junto com o Dia Internacional do Cooperativismo, o Dia de Cooperar, um movimento verde e amarelo de dedicação ao próximo. O Dia C, como o chamamos, representa todo o esforço das cooperativas brasileiras em realizar, com suas parcerias, iniciativas voluntárias, duradouras e com grande impacto transformador na vida das pessoas que residem no entorno delas. Essas iniciativas ocorrem ao longo de todo o ano. Nós sabemos que atitudes simples movem o mundo, por isso, fazemos essa dupla celebração”, comenta Renato Nobile, superintendente do Sistema OCB.

E, para reforçar a contribuição das cooperativas com o mundo melhor e que todos merecem, a OCB e o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) assinarão nesta sexta-feira (6/7) um memorando de entendimento com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), da ONU. O evento ocorre na Casa do Cooperativismo Brasileiro, sede do Sistema OCB, em Brasília, a partir das 10h.

 

FORÇA DO COOPERATIVISMO

Segundo a Aliança Cooperativa Internacional (ACI):

  • mais de 100 países já praticam o cooperativismo;
  • mais de 1 bilhão de pessoas já aderiram ao movimento cooperativista;
  • mais de 250 milhões de empregos gerados;
  • reúne 2,6 milhões de cooperativas;
  • mais de US$ 3 trilhões em receitas anuais;
  • 1 em cada 7 pessoas no mundo está associada a uma cooperativa;
  • 92% da exploração mineral na Bolívia é feita por cooperativas;
  • A maior rede bancária da França, o Credit Agricole, é uma cooperativa e detém 59 milhões de clientes e 24% do mercado francês;
  • 80% de todos os fertilizantes produzidos na Índia vem de cooperativas;
  • A maior rede de supermercados de Israel é uma cooperativa;
  • 92% de todo alimento produzido no Japão vem de um cooperado;
  • 98% da produção de leite da Nova Zelândia é feita por cooperativas;
  • 95% da produção de leite do México é feita por cooperativas.

NO BRASIL

O cooperativismo está presente em todo o país, gerando oportunidades de inserção econômica e social a milhares de   brasileiros – é um modelo de negócios empreendedor, diferenciado, que visa especialmente à qualidade de vida dos cooperados, seus familiares e empregados de cooperativas. Atualmente, 6.655 mil cooperativas estão registradas na OCB, congregando 13,2 milhões de cooperados e gerando 378,2 mil empregos diretos.

Fonte: Sistema OCB

Sicoob reinaugura agência na próxima segunda-feira em Campo Grande
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Sicoob reinaugura agência na próxima segunda-feira em Campo Grande

Com novo endereço, espaço mais amplo e oferecendo mais conforto e comodidade para os cooperados, a agência do Sicoob localizada na Rua Maracaju, ganha um novo endereço. Considerado um ponto estratégico em Campo Grande, na próxima segunda-feira (09) às 9h, será reinaugurada na rua Caliandra, no bairro Vivencias do Bosque.

A gerente da unidade, Andreza Dutra, afirma que esse é um passo muito importante para a cooperativa na cidade. “Essa mudança é uma conquista para todo o Sicoob. Nós estamos nesse endereço há 8 anos e é um avanço, porque estamos indo para um ponto bem localizado na região. Acreditamos que essa atitude irá gerar novos negócios, dar mais visibilidade para o Sicoob”, relata.  

A mudança de endereço foi vislumbrada pelo superintendente regional do Sicoob em Mato Grosso do Sul, Marcio Colman. Essa alteração faz parte das ações estratégicas dentro do Sicoob, o maior sistema financeiro cooperativo do país. Marcio afirma que o posicionamento do Sicoob em Campo Grande será muito significativo para consolidação e expansão da marca na cidade.

 “A agência está instalada em um ponto estratégico dentro de Campo Grande. Essa mudança vem para fortalecer a marca dentro da cidade e consolidar espaço em MS, além de fazer parte do processo de expansão do Sicoob União! Uma agência que a população de CG merece”, finaliza.

A agência será reinaugurada na próxima segunda-feira, 9 de julho, às 9 h. O atendimento ao público acontecera a partir das 11h e estende até às 16 horas. O endereço da agência é na rua Caliandra, nº 357, no bairro Vivencias do Bosque, em Campo Grande.

Cooperativismo e ONU oficializam parceira
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Cooperativismo e ONU oficializam parceira

“A ONU considera o cooperativismo uma ferramenta essencial para construir uma sociedade mais justa e sustentável. Onde uma cooperativa se instala, ali são disseminados os valores desse modelo de negócio e, o resultado disso é o fortalecimento dos direitos humanos em todos os níveis”.

Com essa frase, o coordenador-residente do Sistema ONU no Brasil, Niky Fabiancic, comemorou o memorando de entendimento assinado nesta sexta-feira (6/7), entre Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) e Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), da ONU.

O evento ocorreu na sede do Sistema OCB, em Brasília, marcando a celebração do Dia Internacional do Cooperativismo, comemorado neste sábado, dia 7/7, em mais de 100 países e por mais de um bilhão de cooperativistas.

A solenidade também contou com a participação de representantes das cooperativas Cooper Árvore, de Minas Gerais, e Coop-Acamdaf, do Amazonas. Ambas apresentaram iniciativas que mostram o comprometimento das cooperativas com a construção de uma sociedade mais justa, equilibrada e com melhores oportunidades para todos.

Representantes do PNUD, do Instituto Sicoob, das organizações estaduais do Sistema OCB no Amazonas e em Minas Gerais, da Embrapa e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento também prestigiaram a solenidade.

 

SUSTENTABILIDADE

A partir de agora, todas as ações de responsabilidade social desenvolvidas pelas cooperativas estarão ainda mais alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), propostos pela ONU, visando a erradicação da pobreza extrema no mundo até 2030. O memorando de entendimento também permitirá o desenvolvimento de iniciativas ainda mais abrangentes e com amplo impacto social.

O superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, disse que assinar um documento como esse é uma excelente maneira de marcar o Dia Internacional do Cooperativismo, já que as cooperativas brasileiras passam a contar, oficialmente, com a parceria do PNUD na realização de suas iniciativas de responsabilidade social, especialmente aquelas que dizem respeito ao ODS número 12, que trata do consumo e produção responsável (saiba mais).

“Este acordo funcionará como um documento guarda-chuvas para futuras ações de cooperação entre os sistemas ONU e OCB. As atividades previstas envolvem capacitações para dirigentes cooperativistas, produção de material informativo e parcerias para eventos nacionais e internacionais”, celebra Nobile.

 

NO BRASIL

O cooperativismo está presente em todo o país, gerando oportunidades de inserção econômica e social a milhares de   brasileiros – é um modelo de negócios empreendedor, diferenciado, que visa especialmente à qualidade de vida dos cooperados, seus familiares e empregados de cooperativas. Atualmente, 6.655 mil cooperativas estão registradas na OCB, congregando 13,2 milhões de cooperados e gerando 378,2 mil empregos diretos.

Fonte: Sistema OCB

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Cooperativas de crédito roubam a cena. É hora de sair do seu banco?

Nos últimos anos, os cinco maiores bancos do Brasil, que concentram 90% do crédito do mercado, seguraram a concessão de empréstimos e reduziram as agências. Na contramão, um tipo diferente de instituição financeira, que oferece os mesmos produtos e serviços a taxas mais baratas, roubou a cena: as cooperativas de crédito.

 

É bem provável que você já tenha ouvido falar de Sicoob, Sicredi e outras cooperativas. Responsáveis por apenas 3% do crédito no Brasil, elas cresceram 20% ao ano em operações, em média, enquanto o país afundava na crise econômica.

O grande feito é explicado, principalmente, pela expansão das operações de crédito voltadas para empresas do agronegócio nas regiões Sul e Centro-Oeste. Nos últimos cinco anos, o número de cooperados pessoas jurídicas cresceu 80% e chegou a 1,1 milhão.

Mas não foi só o crédito rural o responsável pela festa. No mesmo período, o número de associados pessoas físicas cresceu 52% e chegou a 8,1 milhões.

Tudo puxado pelo empréstimo pessoal, a operação de crédito de maior volume para pessoas físicas nas cooperativas, e pelo cartão de crédito, a modalidade que mais cresce. O chamariz? As taxas de juros.

A taxa do empréstimo pessoal nas cooperativas é, em média, metade da praticada pelos bancos, segundo o Banco Central.

Por que taxas baixas e mais agências

As cooperativas oferecem taxas mais competitivas porque, diferente dos bancos, que devolvem o lucro aos seus acionistas, elas distribuem seu resultado para os próprios cooperados. Assim, se retroalimentam: cobram menos e devolvem a chamada “sobra” todo ano aos associados.

 

Além disso, as cooperativas conseguem oferecer taxas cada vez mais baixas por que, à medida que se profissionalizam, ganham escala, como destaca o último Relatório de Economia Bancária do Banco Central.

“Os bancos já estão consolidados, enquanto nós ainda temos muito a avançar”, diz Wanderson de Oliveira, diretor-presidente da Federação Nacional das Cooperativas de Crédito (FNCC).

Além de praticar juros mais baixos, as cooperativas focam na expansão geográfica. Em 172 municípios do país, a cooperativa é a única instituição financeira da cidade.

Em paralelo, muitas cooperativas nasceram no interior e agora dão as caras nos centros urbanos. Em plena era das fintechs e bancos digitais, suas agências físicas cresceram 17% nos últimos cinco anos.

Cooperativismo ainda engatinha no Brasil

 

Hoje, o Brasil tem 967 cooperativas de crédito e 6.037 pontos de atendimento, mas o cooperativismo ainda engatinha no país em comparação ao mundo.

Nos Estados Unidos, 30% da população é cooperada e na Alemanha, 22%. Já por aqui, somente 4% dos brasileiros são associados a uma cooperativa.

“Temos só 30 anos. Há 10 anos, oferecíamos somente metade dos produtos e serviços que temos hoje. Nos profissionalizamos, fomos regulados e criamos uma relação extraordinária com o Banco Central”, diz o diretor de desenvolvimento e supervisão do Sicoob Confederação, Francisco Reposse.

Maior sistema do país em número de cooperativas, o Sicoob projeta crescer 16% em operações de crédito, 15% em associados e 4% em agências em 2018.

 

Além das taxas competitivas, o que atrai associados outros países é o propósito das cooperativas, na avaliação do superintendente de crédito comercial e desenvolvimento do banco cooperativo Sicredi, Edson Schneider.

“No Brasil, estamos construindo o entendimento de que, diferente do cliente de um banco, o associado participa dos resultados e o recurso gira em torno da sua comunidade”, diz.

As taxas de juros mais baixas são consequência desse propósito, segundo o CEO da Unicred, Fernando Fagundes. “Queremos que o cooperado se comprometa com algo que vai ter capacidade financeira para honrar. Enquanto nossa taxa de inadimplência é de 2,1%, a dos bancos é de 5,5% ”, compara.   

Como é ser um associado

Na maioria das cooperativas do Brasil, qualquer um pode ser associado, independentemente da sua renda ou profissão. Grande parte delas oferece os mesmos serviços que os bancos: contas, cartões, empréstimos, investimentos, seguros e consórcios, entre outros. No Sicoob, o valor médio das operações de crédito é de 2.826 reais. 

 

Em vez de abrir conta como um cliente, o consumidor se torna um cooperado. Ser um cooperado significa ser usuário e dono do negócio.

Para fazer parte da cooperativa, o associado precisa pagar um valor inicial, chamado de capital social. No Sicoob, esse valor é a partir de 50 reais. No Sicredi, a partir de 20 reais. Cooperativas menores exigem um capital inicial mais alto.

Esse dinheiro é remunerado pela taxa Selic e forma o patrimônio da cooperativa. Quem quiser pode realizar mais aportes ao longo do tempo.

Como donos do negócio, os associados podem votar em assembleias para tomar decisões sobre os rumos da cooperativa. Muitas reinvestem o dinheiro captado na comunidade onde estão.

Se tiver resultados positivos, o dinheiro, chamado de “sobra”, é proporcionalmente distribuído aos associados uma vez por ano, de acordo com o valor das operações de cada um.

 

Os riscos de ser um associado

As cooperativas de crédito são reguladas pelo Banco Central. O próprio BC alerta que, assim como recebe as “sobras” quando a cooperativa tem resultado positivo, o associado pode ter que arcar com eventuais perdas, se a cooperativa tiver resultado negativo.

No entanto, esse prejuízo só é rateado entre os associados se o fundo de reserva for insuficiente para cobri-lo. Todos os depósitos e créditos mantidos nas cooperativas têm a proteção do Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop), que garante até 250 mil reais por CPF. O valor é o mesmo garantido pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC) aos clientes dos bancos.

“A chance de uma cooperativa quebrar é muito pequena, mas você tem que saber que esse risco existe. Recomendo se associar a cooperativas grandes, com nome no mercado e dirigentes confiáveis”, aconselha o planejador financeiro Valter Police, head da academia da Fiduc Planejamento Financeiro.

Vale observar que o número de cooperativas vem reduzindo nos últimos anos por fusões e incorporações, movimento apoiado pelo Banco Central para garantir a saúde do sistema. “As grandes cooperativas supervisionam a gestão das pequenas e antecipam a quebra”, explica Schneider, do Sicredi.  

Compare as taxas por modalidade de crédito

Em geral, nas linhas de crédito em que o risco é maior, como empréstimo pessoal e cartão de crédito, as taxas de juros das cooperativas são menores. Quando existe uma garantia associada, como acontece no empréstimo consignado ou no financiamento de veículos, por exemplo, as taxas de juros das cooperativas são similares às dos bancos.

 

Antes de contratar qualquer empréstimo, é preciso comparar o Custo Efetivo Total, que inclui todas as taxas cobradas além dos juros. Vale lembrar que fintechs de crédito também são alternativas que podem oferecer empréstimo com taxas de juros mais baixas.

Além disso, dependendo do capital inicial exigido do cooperado, o custo mais baixo dos produtos e serviços pode não valer a pena, como lembra a economista do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Ione Amorim. “As cooperativas de crédito são uma alternativa interessante para o consumidor, mas antes de se tornar um associado, é preciso avaliar todos os custos com cuidado”, orienta.

 

A seguir, compare as taxas de juros médias por modalidade de crédito cobradas pelas maiores cooperativas de crédito em relação às taxas praticadas pelos bancos. As taxas podem variar por cooperativa e por associado, conforme a avaliação de crédito.

Fonte: Portal Exame

Revista de gestão publica artigos do EBPC
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Revista de gestão publica artigos do EBPC

O Colégio Politécnico da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) acaba de publicar a nona edição da Revista de Gestão e Organizações Cooperativas (RGC), onde é possível conferir 10 trabalhos científicos apresentados durante o IV Encontro Brasileiro de Pesquisadores em Cooperativismo (EBPC), uma realização do Sistema OCB e ocorrido em novembro passado, em Brasília.

A revista foi criada em 2014 e tem por objetivo divulgar a pesquisa empírica que testa, amplia ou constrói estudos voltados às organizações coletivas, contribuindo, assim, com a disseminação das mais modernas práticas de gestão. Para acessar o material, clique aqui.

 

ESCOLHA

Segundo o editor adjunto da RGC, Gabriel Murad Velloso Ferreira, os trabalhos apresentados no EBPC passaram, inicialmente, por duas avaliações de professores/pesquisadores. A primeira delas possibilitou selecionar os papers para o evento, em si, e, a partir dos resultados da primeira avaliação, a Comissão Científica do encontro encaminhou à revista os 30 trabalhos com as melhores notas.

No âmbito editorial do periódico, os materiais encaminhados passaram por outras duas avaliações que levaram em consideração critérios como, por exemplo, a consistência científica e a atualidade dos temas. Dessa forma, chegou-se aos 10 trabalhos que atendem às normas editoriais da revista.

Para o editor, que também é professor da Universidade Federal de Santa Maria, o cooperativismo é um assunto que tem despertado o interesse da comunidade acadêmica. “Ainda existe muito desconhecimento sobre esse modelo econômico e temos de ajudar a comunidade científica a compreender o importante espaço que o cooperativismo reserva. A pesquisa que contribui com as cooperativas fomenta o desenvolvimento local e regional”, analisa o professor Gabriel Ferreira.

 

IV EBPC

A quarta edição do EBPC teve como tema “Desenvolvendo negócios inclusivos e responsáveis: cooperativas na teoria, política e prática”. O EBPC visa evidenciar o cooperativismo como um modelo de negócios diferenciado e que precisa ser estimulado local e regionalmente e, ainda, promover uma aproximação entre a área acadêmica e a realidade das cooperativas brasileiras.

“A realização do EBPC e a publicação da revista refletem nossos esforços para incentivar a produção de conhecimento científico acerca do cooperativismo. Nossa intenção é promover, cada vez mais, um intercâmbio entre pesquisadores e, consequentemente, a difusão de novas perspectivas”, comenta a gerente de Desenvolvimento Social de Cooperativas do Sistema OCB, Geâne Ferreira.

Fonte: Sistema OCB

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