Evento em Naviraí trouxe palestras com especialistas em criação e mercado de tilápias e deu o ponta pé inicial no projeto da Cooperativa para a atividade
A Câmara de Naviraí ficou lotada no último dia 08 de agosto. Produtores, Técnicos, estudantes de toda a região do Conesul prestigiaram palestras sobre mercado e criação de tilápias, linhas de crédito para produtores e conheceram o projeto da Cooperativa para incentivar a piscicultura, uma das áreas que mais tem crescido no Estado.
O evento também contou com a presença de diversas autoridades, como o Superintende e Coordenador Federal da Pesca, Cesar Moura, o Superintendente da SUMAPRO, Superintendência de Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia, Produção e Agricultura Familiar Rogério Thomitão Beretta, que foi um dos palestrantes; o Chefe da Embrapa Agropecuária Oeste, Guilherme Asmus; o Prefeito de Naviraí, Dr. Izauri de Macedo, o Prefeito de Novo Horizonte do Sul, Marcílio Benedito, além de vereadores, Presidentes de Sindicados Rurais e Secretários municipais e Diretores de Faculdades.
Rogério Beretta, trouxe informações sobre incentivos do Governo e o cenário da atividade no Estado. O segundo palestrante, foi uma das maiores autoridades em Piscicultura no Brasil, o Presidente da Peixe BR, maior Associação Brasileira da Piscicultura e Diretor de Aquicultura da Sociedade Rural do Paraná, Ricardo Neukirchner. "A produção de peixes, mais precisamente de tilápia, tem um potencial incrível de crescimento. Se olharmos todos os números, no Brasil e no mundo, sobre o que vai ser a piscicultura daqui há alguns anos, veremos um cenário muito positivo. O consumo no mundo tem crescido, e a produção de peixe não está conseguindo atender essa demanda. É um cenário positivo para a Copasul e para o produtor", disse Ricardo.
O evento também contou com a palestra "Visão Panorâmica da Piscicultura no Estado", com o Consultor Técnico e Prestador de Serviço do SENAR, André Nunes. Finalizando o evento, os analistas do BRDE, Carmem Rodrigues Truite e Paulo Marques, falaram sobre Linhas de Crédito para o Piscicultor e para Indústria.
Convênio com a Embrapa
Na oportunidade, o Presidente da Copasul, Gervásio Kamitani, e o Chefe da Embrapa Agropecuária Oeste, Guilherme Asmus, assinaram um convênio de intenção para cooperação. A Copasul e a Embrapa Agropecuária Oeste, que já são parceiras em diversas atividades, deverão unir esforços visando à definição de um modelo de sistema de produção de tilápias para o estabelecimento da cadeia do pescado de forma integrada, ajustado para as condições da região. A proposta do projeto envolve produtores, pesquisadores, assistência técnica, mercado, consultores e outros representantes de instituições da cadeia produtiva.
Produtores entusiasmados
O evento recebeu piscicultores e potenciais produtores de Naviraí, Itaquiraí, Dourados, Eldorado, Ivinhema, Angélica,Anaurilândia e outros municípios da região. O produtor José Lúcio, de Ivinhema, saiu do evento bastante otimista. "Fazia muito tempo que eu não voltada para casa tão contente depois de um evento. Se for para dar nota no evento, eu não poderia dar menos que dez. A firmeza das pessoas que falaram no evento chamou muito minha atenção. Eu acredito muito no cooperativismo, e isso partindo de uma cooperativa passa mais segurança ainda. Estou voltando pra casa muito contente", comentou José.
"Ficamos muito felizes em ver tantos produtores interessados na atividade. Agora entramos em uma nova fase dentro do projeto, que é o levantamento de áreas disponíveis. A Copasul sempre priorizou projetos que promovessem a diversificação, com segurança, e é isso que queremos oferecer com a piscicultura", disse o Presidente da Copasul, Gervásio Kamitani.
para produtores e conheceram o projeto da Cooperativa para incentivar a piscicultura, uma das áreas que mais tem crescido no Estado.
O evento também contou com a presença de diversas autoridades, como o Superientende e Coordenador Federal da Pesca, Cesar Moura, o Superintendente da SUMAPRO, Superintendência de Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia, Produção e Agricultura Familiar Rogério Thomitão Beretta, que foi um dos palestrantes; o Chefe da Embrapa Agropecuária Oeste, Guilherme Asmus; o Prefeito de Naviraí, Dr. Izauri de Macedo, o Prefeito de Novo Horizonte do Sul, Marcílio Benedito, além de vereadores, Presidentes de Sindicados Rurais e Secretários municipais e Diretores de Faculdades.
Rogério Beretta, trouxe informações sobre incentivos do Governo e o cenário da atividade no Estado. O segundo palestrante, foi uma das maiores autoridades em Piscicultura no Brasil, o Presidente da Peixe BR, maior Associação Brasileira da Piscicultura e Diretor de Aquicultura da Sociedade Rural do Paraná, Ricardo Neukirchner. "A produção de peixes, mais precisamente de tilápia, tem um potencial incrível de crescimento. Se olharmos todos os números, no Brasil e no mundo, sobre o que vai ser a piscicultura daqui há alguns anos, veremos um cenário muito positivo. O consumo no mundo tem crescido, e a produção de peixe não está conseguindo atender essa demanda. É um cenário positivo para a Copasul e para o produtor", disse Ricardo.
O evento também contou com a palestra "Visão Panorâmica da Piscicultura no Estado", com o Consultor Técnico e Prestador de Serviço do SENAR, André Nunes. Finalizando o evento, os analistas do BRDE, Carmem Rodrigues Truite e Paulo Marques, falaram sobre Linhas de Crédito para o Piscicultor e para Indústria.
Convênio com a Embrapa
Na oportunidade, o Presidente da Copasul, Gervásio Kamitani, e o Chefe da Embrapa Agropecuária Oeste, Guilherme Asmus, assinaram um convênio de intenção para cooperação. A Copasul e a Embrapa Agropecuária Oeste, que já são parceiras em diversas atividades, deverão unir esforços visando à definição de um modelo de sistema de produção de tilápias para o estabelecimento da cadeia do pescado de forma integrada, ajustado para as condições da região. A proposta do projeto envolve produtores, pesquisadores, assistência técnica, mercado, consultores e outros representantes de instituições da cadeia produtiva.
Produtores entusiasmados
O evento recebeu piscicultores e potenciais produtores de Naviraí, Itaquiraí, Dourados, Eldorado, Ivinhema, Angélica,Anaurilândia e outros municípios da região. O produtor José Lúcio, de Ivinhema, saiu do evento bastante otimista. "Fazia muito tempo que eu não voltada para casa tão contente depois de um evento. Se for para dar nota no evento, eu não poderia dar menos que dez. A firmeza das pessoas que falaram no evento chamou muito minha atenção. Eu acredito muito no cooperativismo, e isso partindo de uma cooperativa passa mais segurança ainda. Estou voltando pra casa muito contente",comentou José.
"Ficamos muito felizes em ver tantos produtores interessados na atividade. Agora entramos em uma nova fase dentro do projeto, que é o levantamento de áreas disponíveis. A Copasul sempre priorizou projetos que promovessem a diversificação, com segurança, e é isso que queremos oferecer com a piscicultura", disse o Presidente da Copasul, Gervásio Kamitani.
Quem passa pela rodovia às margens da BR-163, entre Dourados e Caarapó, já percebe a evolução nas obras das indústrias de processamento de soja e refinaria de óleo de soja da Coamo Agroindustrial Cooperativa.
O cronograma das obras está dentro da normalidade, atinge 20% do total e conta atualmente com 1.200 trabalhadores das diversas empreiteiras contratadas para a execução dos serviços. “Mas este número de mão de obra deverá ser em breve em torno de 2.500 trabalhadores, conforme a evolução do cronograma. A entrada em operação das novas indústrias está prevista para agosto do próximo ano, mas já verificamos que o empreendimento da Coamo já vem impulsionando a economia da região de Dourados, no Mato Grosso do Sul”, informa o engenheiro Emerson Abrahão Mansano, gerente da Indústria de óleo da Coamo em Dourados.
Segundo Mansano, a fase atual das obras está na execução das obras civis com os trabalhos de terraplanagem, estruturas metálicas, montagem mecânica e dos equipamentos, finalização das estacas, fabricação de pré-moldados na própria área industrial, concretagem nos blocos e lajes, e colocação dos pilares nos prédios principais.
A diretoria da Coamo está acompanhando com regularidade a evolução das obras neste grande empreendimento da cooperativa no Mato Grosso do Sul. Esta semana, o vice-presidente Claudio Rizzatto e os superintendentes Industrial, Divaldo Correa, de Logística e Operações, Airton Galinari, estiveram acompanhando o estágio das obras nas novas indústrias da Coamo.
Capacidade - O novo empreendimento da Coamo constará de uma indústria de processamento de soja para 3.000 toneladas de soja/dia, produção de farelo e óleo, e uma refinaria para 720 toneladas/dia de óleo de soja refinado, equivalente a 16 milhões de sacas de soja /ano.
Investimento - A Coamo está investindo R$ 650 milhões nas duas plantas. “O resultado deste investimento será a ampliação da capacidade diária de processamento de soja da cooperativa das atuais 5.000 para 8.000 toneladas/dia, o que equivale a 40 milhões de sacas/ano, e a capacidade de refino das 660 toneladas/dia para 1.380 toneladas de óleo de soja refinado/dia”, informas Divaldo Correa, superintendente Industrial da cooperativa.
Volumes – Para o presidente da Coamo, engenheiro agrônomo José Aroldo Gallassini, a construção das novas indústrias e a escolha da região de Dourados vem ao encontro do planejamento estratégico da cooperativa. “O volume de soja recebido pela Coamo no Mato Grosso do Sul comporta perfeitamente a instalação de uma moderna indústria esmagadora de soja e uma refinaria de óleo de soja em Dourados, promovendo redução de custo com o transporte do produto já industrializado.”
Novo mercado - Segundo Gallassini, a implantação da refinaria de óleo de soja permitirá também a comercialização dos Alimentos Coamo diretamente para as regiões Centro-Oeste e Sudeste do país. “Desta forma, não haverá o passeio do produto para ser industrializado no Paraná e voltando depois para essas regiões.”
No dia 16 de agosto, o Sistema OCB/MS promove o VII Seminário Jurídico do Cooperativismo, que tem o objetivo de promover a reflexão e o debate das mais importantes teses e hipóteses pertinentes ao cooperativismo brasileiro.
Na programação, juristas de renome nacional irão abordar a compreensão da operacionalização das cooperativas brasileiras, através de palestras que tratam do Direito Cooperativo, aspectos de regulação em cooperativas, ato cooperativo e os reflexos da Reforma Trabalhista nas cooperativas.
“O evento busca estimular a produção de conhecimento e o seu aproveitamento pelos operadores do Direito no Estado. O cooperativismo é uma das formas de organização da nossa sociedade e ainda é pouco discutido pelo Direito, temos que promover mais eventos que possibilitem refletir e discutir sobre esses assuntos que são tão relevantes na nossa sociedade’’, enfatizou o presidente do Sistema OCB/MS, celso Régis.
O seminário é destinado a magistrados, membros do Ministério Público, da Defensoria Pública, advogados, assessores/consultores jurídicos das cooperativas e acadêmicos de Direito.
O evento será realizado no auditório do Sistema OCB/MS, a partir das 8h30, com emissão de certificado de 8 horas/aulas. As inscrições são gratuitas pelo site www.ocbms.org.br até o dia 13 e conta com o apoio do escritório ACVS Advogados, OAB/MS – Ordem dos Advogados do Brasil e UCDB - Universidade Católica Dom Bosco.
A inscrição é gratuita pelo site www.ocbms.org.br
A balança comercial brasileira registrou déficit de US$ 277 milhões na segunda semana de agosto, informou nesta segunda-feira (13/08) o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. Foram registradas no período exportações de US$ 3,444 milhões e importações de US$ 3,721.
Média das exportações - A média das exportações da segunda semana do mês chegou a US$ 688,8 milhões, 12,8% abaixo da registrada na primeira semana (US$ 789,9 milhões), em razão da queda nas exportações de semimanufaturados (-35,2%), por conta de celulose, açúcar em bruto e ouro em formas semimanufaturadas.
Produtos básicos - Também caíram, nesse comparativo, as vendas externas de produtos básicos (-11,0%), principalmente de petróleo em bruto, carnes bovina e de frango e café em grãos, e de manufaturados (-8,4%), em razão de etanol, motores para automóveis e tubos flexíveis de ferro e aço.
Importações - Já as importações registraram aumento de 8,8% da primeira para segunda semana de agosto. Houve aumento nos gastos com combustíveis e lubrificantes, farmacêuticos, equipamentos elétricos e eletrônico.
Acumulado do mês - No acumulado do mês, as exportações somam US$ 5,814 bilhões e as importações, US$ 5,773 bilhões, com saldo positivo de US$ 41 milhões. No ano, o saldo é positivo em US$ 34,077 bilhões, com exportações de US$ 142,274 bilhões e importações de US$ 108,197 bilhões.
Comparativo - Na comparação com o mesmo período do ano passado, as exportações na segunda semana de agosto caíram 14,2% no geral, em razão da diminuição na venda de produtos semimanufaturados, como ferro, aço, açúcar em bruto, ferro-ligas, couros e peles, manteiga, gordura e óleo de cacau, que totalizaram retração de 30,3% (de US$ 121,4 milhões para US$ 84,6 milhões); manufaturados, que registrou queda de 18,6%, passando de de US$ 315,8 milhões para US$ 257,0 milhões, por conta de aviões, automóveis de passageiros, açúcar refinado, óxidos e hidróxidos de alumínio, máquinas e aparelhos para terraplanagem, veículos de carga.
Básicos - As vendas de básicos, como milho em grãos, carnes suína, bovina e de frango, café em grãos, minério de cobre e algodão bruto caíram 2,9%, de US$ 390,2 milhões para US$ 378,9 milhões.
Média diária - Nas importações, a média diária até a segunda semana deste mês ficou em US$ 721,7 milhões, 19,6% acima da média de agosto do ano passado (US$ 603,4 milhões). Nesse comparativo, cresceram os gastos, principalmente, com químicos orgânicos e inorgânicos (32,8%), combustíveis e lubrificantes (32,3%), veículos automóveis e partes (25,2%), equipamentos mecânicos (17,2%) e equipamentos eletroeletrônicos (13,6%). (Agência Brasil)