AgroBrasília comeca hoje
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AgroBrasília comeca hoje

Um dos eventos agropecuários mais importantes do Centro-Oeste brasileiro começa amanhã. Trata-se da 11ª edição da Feira Internacional dos Cerrados, a AgroBrasília, realizado pela Cooperativa Agropecuária da Região do Distrito Federal (Coopa-DF). Neste ano, a iniciativa conta, ainda, com o apoio do Sistema OCB que apresentará aos participantes, o movimento SomosCoop. Para isso, em um espaço foi cuidadosamente preparado para mostrar que cooperar uns com os outros vale a pena.?

“O movimento SomosCoop nasceu da vontade das nossas lideranças de tornar o cooperativismo mais conhecido e reconhecido pela sociedade brasileira. Hoje, representamos cerca de 30% da população do país, mas ainda há muito a ser feito para que as pessoas percebam a relevância social e econômica do nosso setor. Em função disso, o SomosCoop tem dois objetivos: valorizar o sentimento de orgulho em fazer parte do cooperativismo e tornar o negócio cooperativo mais conhecido e pela sociedade”, informa o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas.??

 

FEIRA

A AgroBrasília, ao longo de suas dez edições, tem se tornado uma grande vitrine para as tecnologias disponíveis ao produtor rural. Assim, é possível encontrar o que há de mais novo em máquinas, implementos agrícolas, insumos, pesquisas, biotecnologia, genéticas animal e vegetal, entre outros.

O Parque Tecnológico Ivaldo Cenci, onde a AgroBrasília está instalada, possui área de 500 mil m² e fica localizado à margem do km 05 da BR 251, sentido Brasília - Unaí – MG.??

 

NÚMEROS – 2017

Expositores: 430

Visitantes: 99 mil pessoas

Volume de negócios: R$ 710 milhões

Fonte: Sistema OCB

Sicredi e Mauricio de Sousa Producões lancam colecão da Turma da Mônica com foco em educacão financeira
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Sicredi e Mauricio de Sousa Producões lancam colecão da Turma da Mônica com foco em educacão financeira

Iniciativa faz parte da série de ações da Semana Nacional da Educação Financeira, promovida pelo Comitê Nacional de Educação Financeira (CONEF)

A educação financeira não é uma realidade no Brasil. Nas escolas, o assunto é pouco debatido e a situação não é diferente no ambiente familiar ou empresarial. Um levantamento realizado em abril deste ano, em todas as capitais pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), revelou que somente 44% dos brasileiros falam frequentemente sobre dinheiro com os membros da família. E que 39% só entram nesse assunto quando a situação financeira já está ruim. Além disso, a pesquisa também apontou que seis em cada dez brasileiros (58%) não gostam de dedicar tempo para cuidar das próprias finanças.

Por outro lado, uma série de estudos mostra que, quanto mais cedo se fala de dinheiro, mais chances os cidadãos têm de desenvolver consciência em relação aos seus hábitos de consumo. Para ajudar a reverter esse quadro, o Sicredi – primeira instituição financeira cooperativa do Brasil – lança, em parceria com a Mauricio de Sousa Produções (MSP), uma série especial de revistas em quadrinhos da Turma da Mônica com a temática “educação financeira para crianças”. O lançamento foi realizado na sede da MSP, em São Paulo, no dia 14 de maio, no primeiro dia da Semana Nacional da Educação Financeira (ENEF), promovida pelo Comitê Nacional de Educação Financeira (CONEF) – que segue até dia 20 de maio.

No total, serão seis edições, baseadas no conteúdo do Caderno de Educação Financeira e Gestão de Finanças Pessoais do Banco Central do Brasil: Nossa Relação com o Dinheiro; Orçamento Pessoal ou Familiar; Uso do Crédito e Administração das Dívidas; Consumo Planejado e Consciente; Poupança e Investimento; e Prevenção e Proteção. As primeiras três edições das histórias em quadrinhos circulam em 2018 e as outras três sairão em 2019.

Para o presidente nacional do Sistema Sicredi e da Central PR/SP/RJ, Manfred Dasenbrock, iniciativas como essa são importantes para mostrar que, com a educação financeira, hábitos equivocados de consumo de toda uma geração podem ser mudados. “E isso vai além de cálculos matemáticos. Abrange hábitos cotidianos, como fazer escolhas com o dinheiro, envolvendo razão e emoção, desejo e necessidade. A educação financeira engloba dimensões culturais, sociais e psicológicas”, analisa.

Mauricio de Sousa ressalta a importância de tratar temas importantes como esse de forma lúdica e descontraída. “O projeto das revistas sobre educação financeira do Sicredi é mais um exemplo de como a Turma da Mônica colabora com a educação, por meio da simpatia e carisma dos personagens e suas histórias. Dessa forma, as crianças têm acesso à informação de maneira lúdica e prazerosa, diferente da obrigação de decorar um conteúdo, normalmente estranho à sua realidade e ao seu vocabulário”, aponta.

A iniciativa também tem o apoio do Banco Central: “Educação financeira deve começar cedo, mas nunca é tarde demais para dar os primeiros passos. A ação conjunta do Sicredi e da Mauricio de Sousa Produções, baseada em materiais do Banco Central, merece, portanto, nosso reconhecimento. As revistas em quadrinhos da Turma da Mônica sobre o tema têm grande potencial de despertar o interesse do público infantojuvenil para o uso consciente do dinheiro, estimulando comportamentos que elevam o seu bem-estar financeiro e o de sua família”, ressalta o Diretor de Relacionamento Institucional e Cidadania do Banco Central, Maurício Moura.

Outras iniciativas

Ainda durante a Semana ENEF, o Sicredi está realizando mais de 700 ações com o intuito de reforçar a importância do planejamento financeiro. As oficinas do projeto Cooperação na Ponta do Lápis levam informações sobre como controlar o orçamento e evitar dívidas. A ação envolve colaboradores voluntários das cooperativas Sicredi que atuam no Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro. Nesta semana, mais de mil voluntários promovem as capacitações gratuitas em dezenas de cidades dos três estados, utilizando como base o conteúdo do Caderno de Educação Financeira e Gestão de Finanças Pessoais do Banco Central.

Sobre o Sicredi
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,7 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 21 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.500 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br.
*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

Sobre a Mauricio de Sousa Produções
A Mauricio de Sousa Produções (MSP) é a maior empresa de produção de conteúdo do Brasil, com quase 60 anos de história e responsável por uma das marcas mais admiradas do país, a Turma da Mônica. Na área editorial, possui um dos maiores estúdios do setor no mundo – responsável pela venda de milhões de livros todos os anos. A companhia responde por mais de 80% das vendas de histórias em quadrinhos do mercado brasileiro. E ainda há outros números impressionantes: são mais de 400 personagens criados e mais de 1 bilhão de revistas vendidas. Não à toa, as revistas da Turma da Mônica participam de forma tão importante da alfabetização informal de milhões de brasileiros. A MSP investe em tradição com inovação e produz hoje conteúdos em todas as plataformas com a mais alta tecnologia, alinhando educação, cultura e entretenimento. Somente nos canais Turma da Mônica no Youtube, nos últimos anos, são contabilizados mais de 8 bilhões de visualizações. No licenciamento, a empresa trabalha com uma média de 150 empresas que utilizam seus personagens em mais de 3 mil itens.

Fonte: Por tal do Cooperativismo Brasileiro

Cooperativas de Campo Grande se mobilizam para realizacão do Dia C - Dia de Cooperar
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Cooperativas de Campo Grande se mobilizam para realizacão do Dia C - Dia de Cooperar

Voluntário é aquele que, motivado por valores de participação e solidariedade, doa seu tempo, trabalho e talento, de maneira espontânea e não remunerada, para causas de interesse social e comunitário. Por isso, no dia 11 de maio, sexta-feira, cooperativas de Campo Grande se reuniram na Casa do Cooperativismo para começar a mobilização para o dia de celebração do Dia C - Dia de Cooperar. Na capital será realizado no Parque Ayrton Senna, no dia 30 de junho.

 

Dia C é Coop!
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Dia C é Coop!

Cuidar do econômico sem descuidar das pessoas. Essa é a natureza do cooperativismo, um modelo de negócios que já envolve um em cada cinco brasileiros, na geração de trabalho, emprego e renda. E, assim, gerando e compartilhando resultados sociais e econômicos, pouco a pouco, o cooperativismo vai ganhando o Brasil e mostrando que cooperar vale a pena, quando todos trabalham juntos pelo bem comum.

Colocando em prática o princípio cooperativista do Interesse pela Comunidade, as cooperativas se empenham em melhorar não só a vida de cooperados, familiares e empregados, mas de todos aqueles que vivem ao redor delas. Um grande exemplo disso é o Dia de Cooperar (Dia C), um movimento de responsabilidade social que prevê iniciativas voluntárias diferenciadas, contínuas e transformadoras, realizadas por cooperativas, com o irrestrito apoio do Sistema OCB e de suas unidades estaduais.

Dia C, que em 2018 completa cinco anos de atuação nacional, já faz parte, inclusive, da agenda estratégica do Sistema OCB e reforça o propósito do movimento SomosCoop: tornar o cooperativismo brasileiro mais conhecido pela sociedade e despertar o orgulho naqueles que já fazem da cooperação uma prática diária.

E motivos para se orgulhar desse modelo econômico não faltam. Só no ano passado, mais de dois milhões de pessoas foram beneficiadas pelas iniciativas de quase 1,6 mil cooperativas, desenvolvidas por mais de 120 mil voluntários, em todas as regiões do país. Aliás, essas iniciativas estão alinhadas aos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, propostos pela Organização das Nações Unidas, com o objetivo de erradicar a pobreza extrema no mundo até 2030.

Uma pequena mostra dessas iniciativas compõe uma publicação muito especial: uma revista cuidadosamente editada pelo Sistema OCB para mostrar o alcance das milhares de ideias que saíram do papel em 2017 e que têm modificado, para melhor, a vida de muitos brasileiros. (clique aqui

 

“O Dia C já se transformou em um grande movimento nacional de projetos estruturados e iniciativas voluntárias com o objetivo de fortalecer o cooperativismo, tornando-o um instrumento efetivo de transformação de realidades no Brasil. Essas atividades foram realizadas em 1081 cidades espalhadas por todos os estados e no Distrito Federal, mostrando o quanto estamos presentes na vida das pessoas e em todos os cantos do país”, avalia Márcio Lopes de Freitas, presidente do Sistema OCB.

SAIBA MAIS

Quer saber como o cooperativismo pode contribuir com a construção de um Brasil mais justo, equilibrado e com melhores oportunidades para todos? Basta clicar em um dos links abaixo:

Dia de Cooperar

- Revista Dia C 2017

- Movimento SomosCoop

- Cooperativismo Brasileiro

Fonte: Sistema OCB

PIB brasileiro cresce 0,9% no primeiro trimestre, mostra FGV
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PIB brasileiro cresce 0,9% no primeiro trimestre, mostra FGV

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, teve crescimento de 0,9% no primeiro trimestre deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado. O dado, do Monitor do PIB, foi divulgado nesta segunda-feira (21/05) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

Menor - O crescimento de 0,9%, no entanto, foi o menor desde o segundo trimestre de 2017 (0,4%), já que no terceiro trimestre daquele ano a alta chegou a 1,4% e, no último trimestre, a 2,1%.

Trimestre - De acordo com a FGV, o PIB do primeiro trimestre também registrou crescimento de 0,3% em relação ao trimestre imediatamente anterior. Em 12 meses, o PIB acumula taxa de crescimento de 1,2%. Na comparação com março de 2017, o PIB recuou 0,4% no mês de março deste ano.

Setores - Na comparação do primeiro trimestre deste ano com o mesmo período do ano passado, sob a ótica da produção houve alta de 1,8% na indústria e de 1,3% nos serviços. Por outro lado, a agropecuária registrou queda de 5,2%.

Alta - Os segmentos industriais que puxaram a alta do PIB foram a indústria da transformação (com avanço de 4,6%) e eletricidade (0,4%). A indústria extrativa mineral teve queda de 1,6% e a construção recuou 2,5%.

Serviços - No setor de serviços, a alta foi influenciada pelos segmentos de comércio (4,8%), transporte (1,3%), serviços imobiliários (2,9%), intermediação financeira (0,4%), outros serviços (0,3%) e administração pública (0,1%). A única queda foi observada nos serviços de informação (-3,3%).

Demanda - Sob a ótica da demanda, as principais altas ficaram com os investimentos (3,7%) e o consumo das famílias (1,5%). O consumo do governo cresceu apenas 0,1%. No setor externo, a queda de 4,4% das exportações freou o PIB no trimestre. As importações também caíram: -0,4%. (Agência Brasil)

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