Pessoas! Esse é o maior capital dentro de uma cooperativa. Aliás, o cuidado com quem coloca a mão na massa é um dos maiores diferenciais do negócio cooperativo, que se preocupa com o todo sem se esquecer do individual. A consequência disso? Motivação e muito resultado. Esse é o tom do quarto episódio da websérie do movimento SomosCoop e que acaba de estrear.
Trazendo a realidade da região Nordeste, o novo capítulo intitulado Pessoas, nossa força, nosso foco comprova que calor humano não é só uma expressão, mas um jeito de olhar as pessoas, orientando-as para resultados coletivos, por meio da promoção individual.
Os casos inspiradores e reais da websérie do movimento SomosCoop mostram que cooperar só vale a pena quando todo mundo é incluído no processo, desde o cooperado, seus familiares, funcionários de cooperativas e a sociedade, afinal, cooperação é isso: é fazer parte, é somar! É sonhar e realizar junto!
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Fonte: Sistema OCB
Ancara, capital da Turquia, foi palco da primeira reunião do Conselho Executivo da Organização Internacional das Cooperativas Agropecuárias (ICAO, na sigla em inglês), organismo setorial da Aliança Cooperativa Internacional e que tem um brasileiro como integrante. O evento ocorreu nos dias 5 e 6 e contou com a participação do presidente do Sistema OCB/MT, Onofre Cezário Filho, e, ainda, de representantes do cooperativismo da Coreia do Sul, da Finlândia, do Japão, da Malásia, da Noruega, da Polônia, da Uganda e da própria Turquia.
O objetivo é promover a integração, o intercâmbio de experiências e a intercooperação entre as cooperativas de produção primária. O ICAO foi criado em 1965 e tem sua sede operacional na Coreia do Sul. A organização é uma das oito entidades setoriais de representação de ramos subordinadas à ACI.
PAUTA
A reunião do comitê executivo abordou dois temas estratégicos ao cooperativismo global: o comércio entre cooperativas e a liderança feminina nos empreendimentos. Para tratar da temática comercial, as delegações foram convidadas a apresentar seus trabalhos na promoção do comércio de suas organizações membro. Parcerias com governos e entre cooperativas foram ressaltadas como um caminho essencial para acesso no acesso a mercados.
BRASIL
Segundo o representante do Brasil no Conselho de Administração da ACI, Onofre Filho, há muitas oportunidades para exportação de cooperativas brasileiras nos mercados asiáticos e europeus. “O principal interesse da participação da OCB nas atividades do ICAO é prospectar oportunidades para a inserção internacional de nossas cooperativas. O ICAO é uma plataforma importante para fomentar o comércio internacional e estimular a intercooperação. Estamos certos que uma parceria entre as organizações representativas de cada país poderia aumentar o fluxo comercial entre as cooperativas do Brasil, da Europa e da Ásia”, avalia.
Onofre chefiou a delegação brasileiro que participou da Reunião do Comitê Executivo do ICAO e conduzirá as negociações para implementação das parcerias comerciais discutidas durante o evento.
MULHER
A participação de mulheres na liderança das cooperativas foi o segundo assunto tratado na reunião. Com o objetivo de compartilhar suas experiências, dirigentes dos quatro continentes foram convidadas a compartilhar seu trabalho e a situação da participação feminina em seus países.
O Brasil foi representado por Isabela Weber, vice-presidente da Unicoton, cooperativa mato-grossense de produtores de algodão. Com 88 cooperados e 20 anos de fundação, a Unicoton atua nos mercados nacional e internacional.
A brasileira teve a oportunidade de contar sobre sua trajetória na lida do campo, bem como sua liderança na condução dos negócios da cooperativa. Nascida no âmbito de uma família de cooperativistas, Isabela também abordou questões relacionadas à sucessão familiar nas cooperativas brasileiras.
CASOS DE SUCESSO
Com uma programação voltada para o intercâmbio cultural, o evento contou ainda com relatos de dirigentes cooperativistas da Malásia, Coreia, Japão, Uganda e Finlândia. O objetivo dos intercâmbios promovidos pelo ICAO é facilitar a multiplicação de boas práticas.
No último dia do evento, as delegações tiveram a oportunidade de conhecer cooperativas agropecuárias turcas, localizadas na região da capital, Ancara. O grupo visitou plantas de processamento, embalagem e cultivo de mudas na cidade de Beypazari.
Fonte: Sistema OCB
Ao longo dos três dias, a Tecnofam 2018, feira de Tecnologias e Conhecimento para Agricultura Familiar, atraiu cerca de 2.500 agricultores familiares, estudantes, professores, acadêmicos e profissionais da assistência técnica puderam conhecer inúmeras tecnologias de baixo custo e que podem contribuir com aumento da produtividade, ampliação da renda, inserção no mercado, melhorias na qualidade de vida e fixação do homem no campo. O evento foi realizado de 17 a 19 de abril, numa área total de 60 mil m2, na Embrapa Agropecuária Oeste, em Dourados, com o apoio do Sistema OCB/MS.
Além do público de Mato Grosso do Sul, a feira recebeu visitantes de outros estados do Brasil, como Paraná, Mato Grosso, Paraíba, Piauí e Bahia. É o caso do coordenador da Coordenação Executiva de Pesquisa, Extensão e Inovação (Cepex), da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) da Bahia, Hebert Florence de Carvalho, mora em Salvador. “É um evento muito interessante e que facilita o acesso do pequeno produtor a essas tecnologias, inovações e conhecimentos viáveis e que agreguem muito a essas famílias. De maneira geral, apesar da realidade climática e ambiental diferente de Mato Grosso do Sul, algumas tecnologias que estão dão resultados por aqui poderão ser utilizadas em nosso Estado. Conhecer um evento dessa dimensão voltado exclusivamente para agricultura familiar, por si só, já valeu muito a pena ter vindo até aqui”, destacou Carvalho.
O produtor rural de Laguna Carapã, Mirto Freitas, destacou a relevância do que viu no campo. Ele cultiva soja, milho e feijão numa área de 50 ha e o que mais chamou a atenção dele na Tecnofam foram os trabalhos de meliponicultura e aquaponia.
A Tecnofam é o maior evento em agricultura familiar do Mato Grosso do Sul. O Chefe Geral da Embrapa Agropecuária Oeste, Guilherme Asmus, explica que “esse evento é importante, visto que a cesta básica brasileira é formada fundamentalmente por produtos oriundos da pequena propriedade. Esperamos que esse evento contribua com a inserção dos produtores no mercado, amplie a renda e colaborar com a qualidade de vida das famílias rurais, além de contribuir com a matriz econômica agrícola do Estado".
Fonte: Correio do Estado
O Sicredi – instituição financeira cooperativa com 3,7 milhões de associados e atuação em 21 estados brasileiros – foi reconhecido pelo desempenho na categoria “Melhores Práticas Comerciais”, na área de Consórcios, do Prêmio Compartilhar 2018 da Associação Brasileira das Administradoras de Consórcios (ABAC), durante o 40º Congresso Nacional das Administradoras de Consórcio (CONAC).
“O portfólio do Sicredi oferece diferentes soluções para diversificação e inovação do consórcio. Temos foco em desenvolver produtos de consórcios que auxiliem nossos associados em diversas necessidades”, explica Jocimar Martins, gerente da Administradora de Consórcios Sicredi.
Desde 2006, a Administradora de Consórcios Sicredi procura desenvolver grupos diversificados nas categorias em que atua. Nos grupos de bens móveis, por exemplo, o Sicredi disponibiliza três tipos de grupos: automóveis, motocicletas e pesados (caminhões, tratores, máquinas e equipamentos agrícolas e utilitários). Já o primeiro grupo de serviços foi inaugurado em 2011 e, atualmente, a instituição financeira cooperativa é líder nesse segmento, com a concentração de 49% das cotas, segundo dados do Banco Central do Brasil (BC), de janeiro de 2018.
Entre os produtos, um dos destaques é o Consórcio Sustentável voltado para aquisições em tratamento de água/esgoto, eficiência energética e geração de energia eólica e solar. Esse tipo de consórcio também é disponibilizado dentro dos mesmos grupos dos segmentos de automóveis, motocicletas e pesados, respeitando as condições já praticadas (taxa de administração, fundo de reserva, seguro prestamista, prazo e participantes).
Até março deste ano, a carteira do Consórcio Sustentável do Sicredi ultrapassava a margem dos R$ 359 milhões em créditos. “Mais do que o retorno financeiro com a comercialização das cotas, acreditamos estar contribuindo para propagação da cultura de sustentabilidade, afinal somos uma das administradoras pioneiras neste segmento. O principal ganho com essa prática é a consolidação da reputação do Sicredi como a instituição financeira parceira do desenvolvimento da comunidade, atendendo de maneira ampla nossos associados”, afirma Martins.
Acompanhando as tendências do mercado náutico brasileiro, o Sicredi desenvolveu ainda o Consórcio Bens Náuticos. “Observamos uma lacuna para um nicho específico do público que atua em regiões onde o transporte fluvial é intensamente utilizado, seja para fins profissionais ou de lazer”, explica Martins. Outra novidade especialmente elaborada é no Consórcio de Imóvel, no qual o Sicredi flexibilizou o produto para aquisição de casas contêiner, tanto para uso residencial, quanto comercial.
Sobre o Sicredi
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,7 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 21 estados*, com mais de 1.500 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br.
*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.
O Conselho Consultivo Nacional do Ramo Crédito (CECO) tem um novo coordenador nacional a partir desta quarta-feira (25). Manfred Alfonso Dasenbrock, representante do sistema Sicredi, assume o lugar de Leo Airton Trombka (Unicred do Brasil), num mandato de dois anos. A transmissão do cargo ocorreu durante a reunião plenária do Conselho, realizada na sede da OCB, em Brasília. O evento contou com as presenças do presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, do presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), do Diretor de Administração do Banco Central do Brasil, Maurício Costa de Moura, da representante da Confederação Alemã de Cooperativas (DGRV), Camila Japp, e do Presidente do Conselho de Administração do Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop), Bento Venturim. Também participaram da reunião plenária, representantes de cooperativas singulares, de centrais, de confederações, de unidades estaduais e servidores do Banco Central. “Inicialmente, gostaria de agradecer ao Dr. Leo pela brilhante condução dos trabalhos do nosso CECO, e de dizer que, em nome do Sicredi, assumimos essa coordenação com muita humildade, porque precisamos continuar construindo, juntos, o nosso caminho; assumimos, também, com muito respeito, para que tenhamos, neste ambiente, o surgimento de grandes ideias que tornem o nosso movimento cada vez mais forte”, comentou Dasenbrock.
GRATIDÃO
Com um discurso em tom de gratidão, Leo Trombka fez questão de ressaltar que aprendeu muito com o comprometimento das pessoas e desejou sucesso à nova coordenação do Conselho.
“Sinto-me honrado em fazer parte de um time de pessoas preocupadas umas com as outras, em fazer mais e melhor, dia após dia. Pessoas que querem um futuro melhor e que trabalham todos os dias para construí-lo, observando, sempre os valores e princípios que norteiam o cooperativismo brasileiro. E é exatamente de gente assim que o nosso país precisa. Por isso, não tenho dúvidas de que o futuro do nosso SNCC está em boas mãos. Desejo boa sorte ao Manfred e me coloco a disposição para o que for preciso. Juntos, somos muito mais fortes”, declarou o representante da Unicred do Brasil.
TRABALHO
“Nosso amigo Leo se empenhou muito para realizar um trabalho que mantivesse o CECO em um caminho de sucesso, especialmente num período em que o país atravessava uma crise política com sérias repercussões econômicas. O que vimos nos últimos dois anos é que as cooperativas de crédito mostraram que o futuro que queremos tem de ser construído agora. E a prova disso são os indicadores que mostram crescimento, fruto da confiança das pessoas nas cooperativas. Ao Leo, nossa gratidão; ao Manfred nosso compromisso de apoio às ações do CECO”, enfatizou o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas.
MERCADO
“Na Europa, quase 230 milhões de pessoas são cooperativistas. Por lá, 20% dos depósitos são captados por cooperativas. Na França, quase metade do Sistema Financeiro é formado por cooperativas; a maior instituição financeira francesa é uma cooperativa. Esses números nos mostram que ainda temos muito a crescer aqui no Brasil e, olha, que temos a confiança das pessoas, provada pelo ingresso anual de novos cooperados, graças à credibilidade das cooperativas de crédito e ao nosso FGCoop”, destacou o presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), Osmar Serraglio.
RECONHECIMENTO
“O cenário econômico atual é marcado por uma recuperação consistente da economia brasileira. Esse ambiente macroeconômico mais favorável tem propiciado a consolidação do avanço do crédito às famílias e às pequenas e médias empresas. Assim, o papel das cooperativas de crédito na construção e manutenção desse sólido ambiente econômico e financeiro não pode ser esquecido, afinal o SNCC é parte constitutiva desse cenário benigno que vemos hoje”, reconheceu o diretor de Administração do Banco Central do Brasil, Maurício Costa de Moura.
PRINCIPAIS PROJETOS PARA 2018
Um dos projetos ressaltados pelo novo Coordenador do CECO foi a identificação, de maneira conjunta entre os sistemas/cooperativas, de oportunidades de negociações conjuntas para o provimento de soluções para o setor. Esse é um passo a ser enaltecido no SNCC, e que representará grande economicidade e sinergia entre os integrantes do segmento. Outro importante projeto será a comunicação. A proposta é divulgarmos o cooperativismo de crédito de maneira institucional, ressaltando os diferenciais e a força deste modelo.
Fonte: Sistema OCB