Novo vídeo conta a história do ramo Crédito
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Novo vídeo conta a história do ramo Crédito

Cheio de inspiração e informação, o novo vídeo lançado pelo Sistema OCB conta a história do cooperativismo de crédito no Brasil e mostra como as cooperativas desse setor econômico têm mudando, para melhor, a realidade de milhões de brasileiros, desde 1902. Ficou curioso? Acesse o canal do Sistema OCB no Youtube ou clique aqui. Ah, e enquanto assiste, não se esqueça de se inscrever, assim você fica por dentro de todas as histórias inspiradoras que comprovam: cooperar, vale a pena!

 
Fonte: Sistema OCB

EDITAL DE CONVOCACÃO ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA

O Presidente do Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras no Mato Grosso do Sul – OCB/MS, no uso das atribuições que lhe confere o artigo 21, § 1º, e artigo 36, § 4º, do Estatuto Social, convoca os Presidentes de Cooperativas Singulares, Centrais e Federações filiadas na qualidade de Delegado, a se reunirem em Assembleia Geral Ordinária, no dia 27/04/2018, no Auditório da Casa do Cooperativismo, sito na rua Ceará nº 2245 – Vila Célia - Campo Grande/MS, às 09 horas, com o comparecimento da maioria dos Delegados, ou às 10 horas com a presença de, no mínimo, 10 (dez) Delegados, para deliberarem sobre a seguinte Ordem do Dia: Ordem do dia: 1 – Prestação de contas do Conselho Diretor referente ao exercício de 2017, que compreende: a) Relatório de Gestão; b) Demonstrações Contábeis; c) Parecer do Conselho Fiscal. 2 – Eleição do Conselho de Ética Cooperativista; 3 – Eleição do Conselho Diretor; 4 – Homologação do nome indicado à Presidente da OCB/MS; 5 – Assuntos gerais. 
 
Nota 1: O processo eleitoral será realizado em conformidade com o previsto no Capítulo VII do Estatuto Social da OCB/MS. (acesso ao estatuto social pelo Link: http://www.ocbms.org.br/public/ocb/6407-estatuto-social-ocbms-27-112017.pdf). 
 
Nota 2: para efeito de “quorum” de instalação e deliberação por dispositivo estatutário, serão consideradas apenas as cooperativas que estejam regulares com seu registro e adimplentes, para atendimento do Artigo 20,  parágrafo 2º, cujo número nesta data é de 69 (sessenta e nove). 
 
Campo Grande-MS,  05 de abril de 2018. 
  
Celso Ramos Régis Presidente 
OCB apresenta propostas para ajudar o Brasil a crescer
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OCB apresenta propostas para ajudar o Brasil a crescer

O ano de 2018 é muito importante! Temos pela frente a oportunidade de escrever um novo capítulo na história do nosso país, transformando dificuldades em crescimento. Afinal, o que queremos é um Brasil mais justo, mais ético, mais democrático, mais sustentável.”

A frase acima foi dita nesta quarta-feira pelo presidente do Sistema OCB no lançamento da Agenda Institucional do Cooperativismo – 2018, uma ferramenta de trabalho direcionada aos representantes dos Três Poderes da República, que contribuirá com o crescimento do cooperativismo e, também, com a economia do país.

O evento contou com a participação do presidente da República, Michel Temer, integrantes do governo, cerca de 40 parlamentares e representantes do movimento cooperativista brasileiro.

Segundo Márcio Freitas, o cooperativismo pode fazer, ainda mais, pelo desenvolvimento da economia. “Com o nosso jeito cooperativo de fazer negócios, gerar riquezas e multiplicar resultados, já assumimos importante destaque em setores como o agropecuário, o financeiro, o de saúde e o de transporte. E, como armazéns de confiança, as cooperativas assumem, também, o papel de protagonista desse processo de transformação”, argumenta.

Brasil Cooperativo

Como disse o presidente Márcio, a palavra confiança é que alicerça o cooperativismo. E é exatamente o que alicerça, também, os avanços que temos tido no Brasil. Meu desejo é de que o Brasil se torne uma grande cooperativa e que todos cooperem entre si! Para mim, cooperar é operar junto! E essa cooperação, em conjunto, é que resulta em frutos muito saudáveis que têm sido colhidos por todos nós”, destaca o presidente da República, Michel Temer.

Sobre a situação do país, Temer asseverou: “A inflação está caindo, os juros estão diminuindo e nós estamos recuperando empregos e a economia. Temos de ser otimistas. Há dificuldades? Sim, nós temos. Assim como outros países têm! Mas eu digo: o Brasil voltou e com o apoio dos cooperados e das cooperativas voltou para ficar e ser, se Deus quiser, uma grande cooperativa!

(clique aqui para ler outros trechos do discurso de Michel Temer)

Marco Regulatório

Em seu papel de inclusão, o cooperativismo pode ser o modelo de negócio mais viável para o desenvolvimento sustentável, já que se destaca pela participação democrática, independência e economia. O cooperativismo é resultado! É a capacidade de promover oportunidades! Nós, integrantes da Frencoop, temos o dever de traduzir essa magnitude em leis e políticas que favoreçam o seu marco regulatório ou que, pelo menos, não representem entraves para seu desenvolvimento, a fim de tornar o Brasil, uma nação cada vez mais cooperativista”, enfatizou o presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo, Osmar Serraglio, em seu discurso.

A Agenda Institucional do Cooperativismo – 2018 está em sua 12ª edição e consolida as propostas que serão defendidas durante o ano junto aos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, e que englobam, além de questões sobre a regulamentação do cooperativismo, temas específicos a atividades econômicas, como Transporte, Saúde, Crédito, Agropecuária e Consumo.

Destacam-se, como exemplo, os projetos de simplificação tributária paras cooperativas que, em determinados setores, passam pela bitributação (física e jurídica); de inclusão em programas de micro e pequenas empresas; do recolhimento de Imposto Sobre Serviço (ISS) por município das cooperativas de saúde, e do acesso aos recursos do FAT pelas cooperativas de crédito.

A consolidação das propostas em uma agenda única do cooperativismo tem o intuito de promover a competitividade das cooperativas e apresentar o setor como uma alternativa econômica ao país.

Veja a galeria de fotos do evento.

Fonte: Sistema OCB

IBGE apresenta detalhes do Censo Agro 2017
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IBGE apresenta detalhes do Censo Agro 2017

Quanto mais se conhece o Brasil, mais é possível pensar em políticas públicas que promovam o desenvolvimento sustentável do país. Por isso, a realização de censos, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) é tão fundamental. Em parceria com a OCB, o IBGE está concluindo o levantamento de dados nas propriedades rurais, e já iniciou os preparativos para o Censo Demográfico 2020.

O assunto foi tratado nesta terça-feira (10/4), durante um seminário realizado na Câmara dos Deputados, em Brasília, e que contou com a presença de parlamentares e representantes do Instituto, da OCB e de entidades parceiras.

Na ocasião, o presidente IBGE, Roberto Olinto, pediu apoio aos deputados para a realização do Censo Demográfico de 2020, que deve ter um custo total de R$ 3 bilhões. Ele explicou que, com o teto de gastos estabelecido pela Emenda Constitucional 95, apesar das muitas demandas para os orçamentos, as despesas só podem crescer de acordo com a inflação.

Olinto explicou, ainda, que esse tipo de levantamento é importante, por exemplo, para as discussões relativas à distribuição de impostos federais entre estados e municípios. Isso porque a divisão depende do tamanho da população. “Sem o censo demográfico, o Brasil não vai conseguir trabalhar na agenda 2030 das Nações Unidas de Desenvolvimento Sustentável. Vários desses indicadores são basicamente obtidos no censo”, disse.

PREVIDÊNCIA

Cláudio Crespo, diretor de Pesquisas do IBGE, disse que é importante monitorar a concentração da população em grandes cidades. Segundo ele, mais de 60% da população vive em cerca de 400 dos 5.570 municípios. “O crescimento da população deve ser revertido a partir de 2040 e os dados de envelhecimento são importantes para a discussão das contas da Previdência Social”, afirmou.

AGROPECUÁRIO

O deputado Carlos Melles (MG), presidente da Frente Parlamentar de Geografia, Estatística e Meio Agroambiental, ressaltou a importância do Censo Agropecuário de 2017, que deve ter os primeiros resultados conhecidos em julho. "Vai dar para saber como o produtor está vivendo, que tecnologia ele está usando, que grau de escolaridade ele tem, se ele já é filho ou neto, ver como está o êxodo rural. Isso é fundamental para a formulação e execução do setor mais importante do Brasil, que é o agropecuário", argumenta.

COOPERATIVISMO

Desde outubro do ano passado, milhares de recenseadores do IBGE têm cruzado o país, de Norte a Sul, a pé, de carro, de ônibus e até em bicicletas, para obter o mais completo raio X do setor produtivo brasileiro. É o Censo Agropecuário 2017, realizado com o apoio OCB e que, até então, já visitou mais de 96,5% dos estabelecimentos rurais do país.

Segundo o IBGE, a intenção é visitar 5,3 milhões de propriedades. Este universo é o mesmo encontrado no último Censo Agro, realizado há 12 anos. Até o momento, o Rio Grande do Norte é o estado com o menor percentual de coleta, com visita a 75,6% das propriedades rurais, seguido por Alagoas (76,5%), Maranhão (76,7%), Rio Grande do Sul (81,9%) e Paraná (81,9%).

Esses percentuais, segundo o IBGE, são calculados em relação ao número de estabelecimentos encontrados pelo censo de 2006, contudo, depois de mais de uma década e com a possibilidade de incorporação entre propriedades, por exemplo, pode ser que, nesses estados, o número de estabelecimentos rurais tenha diminuído. Assim, a coleta pode estar mais próxima do fim do que se esperava inicialmente. A expectativa do IBGE é de que o número exato de estabelecimentos existente no país seja conhecido em julho de 2018.

Até lá, e considerando as dificuldades regionais encontradas ao longo do período do Censo, tais como regiões alagadas e transporte, os recenseadores continuarão a visita aos estabelecimentos rurais durante os próximos meses para finalização do trabalho nessas áreas remanescentes.

APOIO

Desde o início das visitas, o IBGE sempre contou com o apoio da OCB, que se dedicou a sensibilizar cooperativas e cooperados a contribuir com o Censo, participando ativamente do processo de levantamento de informações no campo brasileiro.

“A participação das cooperativas é extremamente importante para a conclusão do Censo Agropecuário 2017 e para o panorama da atividade agropecuária brasileira. Por isso, a OCB tem estimulado participação ativa dos cooperados, sobretudo, no repasse do maior número possível de informações sobre a atividade rural da propriedade”, explica a gerente de Relações Institucionais da OCB, Fabíola Motta.

(Com informações da Agência Câmara Notícias)

Comitiva da OCB tem audiência na embaixada do Brasil na Franca
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Comitiva da OCB tem audiência na embaixada do Brasil na Franca

O trabalho da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), para criar um ambiente favorável ao desenvolvimento sustentável das cooperativas, foi apresentado ao embaixador do Brasil, na França, Paulo Campos. Dentre os exemplos citados pelo representante do Brasil junto ao Conselho da Aliança Cooperativa Internacional, Onofre Filho, esteve o Catálogo Brasileiro das Cooperativas Exportadoras. Onofre que também é presidente da OCB/MT esteve em Paris para participar da reunião do Conselho de Administração da Aliança Cooperativa Internacional, ocorrida nos dias 9 e 10 de abril.

O documento apresentado ao embaixador brasileiro é traduzido para dez idiomas e reúne as principais informações relativas aos produtos, endereços, contatos e demais dados que podem aproximar aqueles que compram daqueles que vendem, ampliando as relações comerciais entre as cooperativas brasileiras e o mundo. O material está disponível no site do Sistema OCB, na aba serviços.

O embaixador se mostrou bastante empolgado com as iniciativas da OCB e se colocou à disposição das cooperativas brasileiras para realização de eventos de promoção comercial na França. Segundo ele, o setor comercial da Embaixada trabalha para divulgar os produtos exportados pelo Brasil e que uma das ferramentas utilizadas para isso é o Catálogo Brasileiro de Cooperativas Exportadoras.

O cooperativista brasileiro agradeceu e disse que a possibilidade de utilizar a estrutura da Embaixada deve ser aproveitada, também, para eventos de prospecção de imagem e networking, a fim de conectar os dirigentes de cooperativas brasileiras com possíveis parceiros comerciais da França e seus países vizinhos.

RESTRIÇÃO

A França é um dos principais destinos das exportações de cooperativas brasileiras à Europa. No entanto, produtos agropecuários, que são a maioria da pauta exportadora das cooperativas brasileiras, ainda sofrem restrições tarifárias para entrada na União Europeia. Sobre o assunto, Onofre Filho reforçou, junto ao Embaixador, o interesse do setor cooperativista nas negociações para entrada de produtos agropecuários com taxas mais justas nos países europeus.

VISITA TÉCNICA

Paralelamente à reunião do Conselho de Administração da Aliança Cooperativa Internacional, ocorrida nos dias 9 e 10 de abril, em Paris, a comitiva da OCB teve a oportunidade de visitar cooperativas francesas atuantes na região de Paris. O brasileiro Onofre Filho chefiou a delegação que teve a oportunidade de conhecer uma agência da rede de cooperativas de crédito Caisse d’Espargne e a sede da Coop FR, instituição de representação do cooperativismo francês. O objetivo das visitas foi conhecer a experiência das cooperativas daquele país e estreitar os vínculos comerciais com os parceiros franceses.

 

CRÉDITO

 

A Caisse d’Espargne é o segunda maior sistema de cooperativas de crédito da França. Fundada em 1818, a cooperativa possui atualmente 700 mil cooperados espalhados por toda a França. O número de clientes atendidos é chega a 3 milhões de pessoas. Com um grande número de agências de atendimento, a Caisse d’Espargne possui uma estratégia de oferecer um serviço prático e sempre presente aos seus cooperados e clientes. A ideia é que o ponto de atendimento esteja sempre situado em uma distância não maior que 15 minutos da residência de seus cooperados e clientes.

 

REPRESENTAÇÃO

 

A Federação de Cooperativas da França, conhecida como Coop FR, também recebeu a delegação brasileira. Durante o encontro, foram apresentados os números do cooperativismo no país, sua participação econômica e participação no desenvolvimento social da França. Os delegados puderam ainda discutir possíveis áreas de cooperação bilateral para a área de pesquisa e formação em cooperativismo.

 

MAIS COOPERATIVISTA

 

A França é um dos países mais cooperativistas do mundo em termos de participação de mercado. As cooperativas de crédito francesas, por exemplo, detêm aproximadamente 60% do mercado financeiro do país, que possui a quinta maior economia do mundo. As cooperativas agropecuárias também são muito estruturadas, representando aproximadamente 5% do PIB francês. O país também se destaca em setores como seguros e serviços mutualistas e, ainda, nos ramos Consumo e Trabalho.

 

IRÃ E RÚSSIA

A segunda reunião do Conselho de Administração da Aliança Cooperativa Internacional deste ano também contou com a presença dos membros eleitos em novembro de 2017, dos presidentes dos organismos setoriais da ACI e dos representantes dos comitês de Gênero e Juventude. Dentre os assuntos da pauta esteve a entrada do Irã e da Rússia na ACI, candidaturas aprovadas pelos participantes.

BRASIL

O Brasil é representando no Conselho de Administração da ACI por Onofre Filho, presidente da OCB/MT e membro da Diretoria Executiva da OCB. Filho foi eleito em novembro de 2017, durante a Assembleia Geral da ACI em Kuala Lumpur, na Malásia. Sexto mais votado entre os quinze conselheiros eleitos, ele tem um mandato até o ano de 2022. O Conselho da ACI se reúne três vezes por ano e é responsável pelo planejamento estratégico e orçamento da Aliança.

Fonte: Sistema OCB

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