Cooperativistas têm reunião com novo ministro da Infraestrutura
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Cooperativistas têm reunião com novo ministro da Infraestrutura

Brasília (16/1/19) – Representantes do setor cooperativista se reuniram nesta quarta-feira, em Brasília, com o ministro de Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas para tratar de questões relacionadas ao transporte rodoviário de cargas. Dentre os assuntos abordados estiveram o tabelamento mínimo de fretes e a manutenção da boa interlocução com o Ministério e com a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Também estiveram presentes na reunião o secretário executivo da pasta, Marcelo Sampaio, e representantes da ANTT e de empresas transportadoras.

O superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, e o diretor da OCB na região Sul, José Roberto Ricken (presidente do Sistema Ocepar), destacaram dentre outros aspectos a busca pelo equilíbrio dos interesses entre as cooperativas de transporte, que oferecem seus serviços, e as cooperativas agropecuárias, que os contratam.

Durante a audiência, os cooperativistas entregaram ao ministro um estudo técnico, encomendado pela OCB em 2018, ao Grupo de Pesquisa e Extensão em Logística Agroindustrial (ESALQ-LOG), institucionalmente ligado ao Departamento de Economia, Administração e Sociologia da ESALQ/USP. O documento apresenta uma proposta de consenso entre os interesses das cooperativas que contratam e daquelas que prestam os serviços de transporte rodoviário de cargas no país.

O ministro, por sua vez, informou que o Governo Federal acaba de contratar a elaboração de um estudo similar, ao mesmo grupo, e que o documento apresentado pelos cooperativistas contribuirá bastante para encontrar uma solução à questão.

ERA DE DIÁLOGO

Tarcísio Freitas fez questão de ressaltar que o novo governo está disponível para dialogar e que as portas do Ministério estão abertas a todos aqueles que querem contribuir com o desenvolvimento do país. Sobre o cooperativismo, o ministro frisou que conta com as cooperativas e com o Sistema OCB como “sócios” na busca por soluções e nas tomadas de decisão.

Segundo ele, é intenção do governo incentivar o modelo cooperativo no setor rodoviário. Para o ministro, a cooperativa garante muito mais força para negociar em nome de seus cooperados. “Acredito muito no cooperativismo e nos ganhos de escala que advém desse modelo de negócio”, argumenta.

Com relação aos aplicativos de transporte de passageiros, Tarcísio Freitas acredita que eles podem ser coordenados por cooperativas e não, necessariamente, pelas empresas que, atualmente, operam no mercado. 

DESAFIOS

Dentre os desafios de sua gestão, Tarcísio enfatizou terem “planos audaciosos, porém possíveis”, dentre eles, promover transporte ferroviário e de cabotagem, segurança nas rodovias, aumentar a renda dos motoristas, desburocratizar normas e processos, reduzir custos e eliminar a insegurança jurídica para os transportadores.

Sistema OCB lanca campanha para fortalecer sistema sindical cooperativista
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Sistema OCB lanca campanha para fortalecer sistema sindical cooperativista

Uma das formas de mostrar a força do cooperativismo é cultivar um sistema sindical ativo e influente, capaz de articular parcerias com os setores público e privado ao defender os interesses e os direitos das cooperativas diante do Governo Federal. Desde 2005, a Confederação Nacional das Cooperativas (CNCoop) tem representado o cooperativismo brasileiro em assuntos sindicais e trabalhistas e, recentemente, empenhou-se em garantir um valor justo para a manutenção da estrutura sindical patronal. Para fortalecer e sensibilizar o público cooperativista sobre o importante papel da CNCoop, o Sistema OCB lança campanha de sensibilização. A proposta é divulgar o trabalho e a importância do Sistema Sindical Cooperativista para que as cooperativas saibam que podem contar a instituição. 

 

Informações - Para isso serão encaminhados e-mails e mensagens por Whatsapp a cooperativistas e serão veiculadas informações em redes sociais do Sistema OCB apresentando o sistema sindical. Acompanhe o primeiro vídeo da série que explica o que é e o que faz a CNCoop. (Sistema OCB)

 


Copasul vai inaugurar unidade em Anaurilândia
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Copasul vai inaugurar unidade em Anaurilândia

No dia 21 de janeiro, a Copasul passará a ter oficialmente sua 9ª Unidade no Estado, em Anaurilândia. A Unidade oferecerá um atendimento diversificado, incluindo venda de insumos, assistência técnica, ponto de revenda Valley para irrigação e armazenagem de grãos, com capacidade de 27 mil toneladas.

A obra faz parte da expansão da Cooperativa na região, que viu no local potencial e produtores empenhados em desenvolver a agricultura regional. “Nós sempre buscamos atender as necessidades do produtor rural. Essa é uma nova fronteira agrícola e queremos somar com os produtores da região. Houve uma grande identificação entre os produtores com o jeito de ser Copasul, e juntos queremos fortalecer ainda mais a região, que tem muitos potenciais”, disse o Presidente, Gervásio Kamitani. A obra foi viabilizada através da parceria com o Banco do Brasil. Em 2016 a Cooperativa passou a estar presente em Nova Andradina, em 2017 em Amandina (Ivinhema), e agora em mais esse município da região.  

Setor leiteiro se reúne com ministra da Agricultura em Brasília
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Setor leiteiro se reúne com ministra da Agricultura em Brasília

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento deverá criar, até abril, uma política voltada especificamente à cadeia produtiva do leite. O anúncio foi feito pela ministra Tereza Cristina, durante reunião com representantes de setor, dentre eles a OCB, nesta quinta-feira, em Brasília.

Segundo Teresa Cristina, a ideia é incluir essa política no Plano Plurianual a ser lançado em meados deste primeiro semestre. O objetivo é tirar a cadeia produtiva do leite do cenário de volatilidade que prejudica a renda dos produtores, restaurando o equilíbrio da atividade, uma das mais antigas do país. Para isso, afirma ela, “o Ministério vai ouvir todos os segmentos para uma ação conjunta em relação ao leite”.

A ministra destacou, também, a melhoria do preço do leite pago ao produtor em dezembro/18, com a redução das importações. Mesmo assim, lembrou que o setor precisa de apoio e de não se pode deixar produtores saírem do mercado por causas de importações que rebaixem os preços, especialmente durante safra.

 

DESENVOLVIMENTO

Muito preocupada com o setor, a ministra Tereza Cristina foi enfática em ressaltar a importância social e econômico do setor e, assim, a inevitabilidade de se construir um caminho de desenvolvimento para a atividade leiteira. A ministra destacou, ainda, a importância da extensão rural para os criadores, tanto na melhoria da produtividade quanto na qualidade do leite.

 

MERCOSUL

Tereza Cristina foi muito objetiva com relação ao mercado internacional de lácteos, informando sobre os trabalhos para solucionar as importações de leite junto às autoridades argentinas, mas alertou que o Brasil não pode criar cotas no Mercosul.

 

COOPERATIVAS

O superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, reforçou o compromisso das cooperativas em apoiar a ministra e sua equipe no desenvolvimento de uma política para o setor de leite e derivados. Destacou, ainda, a iniciativa da OCB de se reunir previa e democraticamente com os representantes da cadeia do leite e, em conjunto, construir um documento único de apoio aos trabalhos do Ministério.

O coordenador da Câmara do Leite do Sistema OCB, Vicente Nogueira, ponderou sobre o desenvolvimento da cadeia produtiva do leite e sua importância para o setor primário, inclusive para a agricultura familiar, que é predominante na atividade. Dessa forma, chamou atenção para as questões de competividade, infraestrutura, desenvolvimento social e defesa comercial, todas estas de suma importância para o fortalecimento da cadeia produtiva do leite. Ao final, Renato Nobile e Vicente Nogueira colocaram a OCB à disposição do ministério para, juntos, trabalharem na política de desenvolvimento do setor leiteiro.

 

REUNIÃO PREPARATÓRIA

Na manhã desta quinta-feira (17/1), na sede da OCB, em Brasília, diversas entidades da cadeia produtiva do leite e derivados se reuniram para elaborarem, juntas, um manifesto de apoio ao MAPA e propor eixos de atuação para o desenvolvimento da cadeia produtiva de lácteos. Além da OCB, estavam presentes representantes da FECOAGRO RS, Embrapa Gado de Leite, Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Associação Brasileira dos Produtores de Leite (Abraleite), SINDILAT RS, Viva Lácteos e da Associação Brasileira da Indústria de Queijos.

Ao final da reunião, os representantes das entidades redigiram um documento – entregue à ministra Tereza Cristina, na parte da tarde – sugerindo os seguintes eixos temáticos:

  • Medidas de defesa comercial contra as importações desleais;
  • Competitividade (desoneração tributária, política agrícola, isonomia competitiva, infraestrutura, assistência técnica, qualidade e sanidade);
  • Inovação tecnológica;
  • Promoção do consumo e imagem do setor e;
  • Estímulo às exportações.
  • Fonte: Sistema OCB
Ministra da Agricultura se reúne com setor leiteiro de MS
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Ministra da Agricultura se reúne com setor leiteiro de MS

Sábado, dia 18 de janeiro, a Ministra da Agricultura se reuniu com o setor leiteiro de MS, no Sindicato Rural de Campo Grande, assim como fez em Brasília. Diversas entidades ligadas ao setor estavam presentes, inclusive o Sistema OCB/MS.

A ministra ressaltou que o leite representa uma parte da economia muito forte do Mato Grosso do Sul, mas também está ligado a parte social. “Temos pequenos agricultores que têm o leite como sua renda mensal. É um setor que precisa se organizar, precisa ter uma política pública para que deixe de ter o sobe e desce de preço, como acontece hoje, e precisamos qualificar e tecnificar esse produtor, além de facilitar a vida dele”, disse Tereza Cristina.

“Foi uma reunião extremamente positiva, onde ficou claro que o governo brasileiro colocou a cadeia do leite como prioridade e estratégica, buscando, ao mesmo tempo, um reposicionamento do setor e maior integração com o produtor e a indústria”, disse o secretário estadual de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro), Jaime Verruck. “Mas sem paternalismo ou tutela, o mercado tem que buscar as soluções. O Governo do Estado tem dado os instrumentos para fortalecer a expandir a produção.”

Com informações do Sindicato Rural de CG e da Semagro

Foto: Semagro Edemir Rodrigues (Jaime Verruck ao lado da ministra Tereza Cristina e do presidente do Sindicato Rural de Campo Grande, Rui Fachini Filho)

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