Nesta quinta-feira, dia 07 de fevereiro, em Chapadão do Sul, ocorreu a assinatura do contrato do Programa A União Faz a Vida com o munícipio de Chapadão do Sul, no qual a Escola Municipal Ribeirão, Escola Municipal Pedra Branca e Escola Municipal Aroeira, todas escolas rurais, serão as beneficiadas.
A assinatura que ocorreu durante a abertura da formação de professores das três escolas, contou com a presença do presidente da Sicredi Celeiro Centro Oeste, Jaime Antonio Rohr, do prefeito da cidade, João Carlos Krug, do secretário de Educação, Guerino Perius, do vice-presidente da Cooperativa Cláudio Régis Andrighetto Filho, e da assessora de Desenvolvimento do Cooperativismo, Tatiane Alice Spaniol.
A formação durou três dias, totalizando 24h de capacitação e atendeu 25 professores. Em 2019, o programa deve beneficiar cerca de 220 alunos. O programa é a principal iniciativa de responsabilidade social do Sicredi, com mais de 20 anos de atuação, seguindo o lema que inspirou sua criação e seu principal objetivo: promover a cooperação e a cidadania, por meio de práticas de educação cooperativa, contribuindo com a educação integral de crianças e adolescentes. Por meio de uma metodologia de projetos, os estudantes deixam o papel de receptores de conhecimento e tornam-se protagonistas do processo de aprendizagem.
Segundo a assessora da Cooperativa, Tatiane Spaniol, as atividades começam agora, mas desde o ano passado reuniões e estudos de viabilidade do programa foram feitos.
“A metodologia do programa tem grande identificação com a metodologia das escolas rurais, pois trabalhamos interdisciplinarmente e essa formação agregou muito aos nossos professores que terão mais embasamento para planejar as aulas”, afirmou a diretora adjunta, Josiana Gomes Barbosa Arenhardt
“Nossa expectativa é a melhor possível, pois um dos propósitos do cooperativismo é o interesse pela comunidade e ter o principal programa de Responsabilidade Social do Sicredi é gratificante para a nossa Cooperativa, ainda mais em contribuir com o desenvolvimento educacional das crianças que nossa região”, explica o presidente da Sicredi Celeiro Centro Oeste, Jaime Antonio Rohr.
As inciativas são compartilhadas na página do Programa A União Faz a Vida no Facebook (www.facebook.com/auniaofazavida) e no site www.auniaofazavida.com.br.
Formação dos educadores
O Programa A União Faz a Vida também promove a formação continuada dos educadores, por meio de encontros orientados pelas assessorias pedagógicas e intensificadas, no universo educacional do município, com as práticas de cooperação e cidadania. A proposta está alicerçada em uma rede de compromisso atuante, formada pelo Sicredi, prefeituras, assessoria pedagógica, apoiadores e pela comunidade.
Sobre o Sicredi
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br)
*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.
Comemorado este ano em 6 de julho, o tema do Dia Internacional das Cooperativas 2019, (CoopsDay) é “Cooperativas por um trabalho digno”. O objetivo é justamente reforçar a mensagem de que as cooperativas são empresas centradas nas pessoas, caracterizadas por um controle democrático que prioriza o desenvolvimento humano e a justiça social no local de trabalho.
Motivação - “As cooperativas ajudam a preservar o emprego e promovem o trabalho decente em todos os setores da economia. Através da participação, os membros têm uma motivação para mudar suas vidas, suas comunidades e o mundo”, afirma o presidente da Aliança Cooperativa Internacional (ACI), Ariel Guarco.
Emprego e renda - O emprego cooperativo está longe de ser um fenômeno marginal. De acordo com uma estimativa recente, as cooperativas em todo o mundo empregam ou são a principal fonte de renda para mais de 279 milhões de pessoas – quase 10% do total da população trabalhadora da humanidade.
Estudos - Além desses números, diferentes estudos confirmam que na comparação com o emprego em outros setores, os trabalhos cooperativos:
– tendem a ser mais sustentáveis ??ao longo do tempo;
– a diferença entre os salários de cargos de maior e menor responsabilidade é menor;
– distribuem-se mais uniformemente entre áreas rurais e urbanas.
Por que este tema? - Devido à crescente desigualdade de hoje, o aumento da insegurança no emprego e altos níveis de desemprego, particularmente entre os jovens, o tema de 2019 #Coopsday foi escolhido para apoiar o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 8: “Desenvolvimento inclusivo e trabalho decente”.
Desenvolvimento - Como empresas centradas nas pessoas e atores-chave do desenvolvimento (de acordo com o Consenso Europeu sobre Desenvolvimento de 2017), as cooperativas têm um papel importante a desempenhar na criação de empregos decentes e no empoderamento econômico e social das comunidades locais. O princípio do cooperativismo Gestão democrática pelos associados permite que as comunidades possuam e gerem cooperativas de maneira conjunta, através do controle democrático que traz crescimento inclusivo e sustentável, sem deixar ninguém para trás.
Valores - Como as cooperativas são empresas geridas por seus valores, que pertencem a seus associados, que as controlam e dirigem, os trabalhadores cooperativos experimentam “uma busca por eficiência, flexibilidade compartilhada, um senso de participação, um ambiente familiar e um forte senso de identidade”, conforme revelado na série de entrevistas realizadas em dez países diferentes em todo o mundo, em conexão com a publicação Cooperatives and Employment: a Global Report.
Sobre o Dia Internacional das Cooperativas - O Dia Internacional das Cooperativas das Nações Unidas é celebrado anualmente no primeiro sábado de julho e o objetivo desta comemoração é aumentar a conscientização sobre as cooperativas. O evento ressalta as contribuições do movimento cooperativo para resolver os principais problemas enfrentados pelas Nações Unidas e para fortalecer e ampliar as parcerias entre o movimento cooperativo internacional e outros atores.
Resolução - Em 16 de dezembro de 1992, a Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou a resolução, que proclamava o primeiro sábado de julho de 1995 como o Dia Internacional das Cooperativas, marcando o centenário da criação da Aliança Cooperativa Internacional. A comemoração deste ano será o 25º Dia Internacional das Cooperativas das Nações Unidas e o 97º Dia Internacional do Cooperativismo.
Tema - Desde 1995, a ACI e as Nações Unidas vêm definindo o tema para a celebração do Dia Internacional por meio do Comitê para a Promoção e Avanço das Cooperativas (Copac). Agrupa a ACI, o Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais das Nações Unidas (Undesa), a OIT, a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) e a Organização Mundial de Agricultores (OMP). (Aliança Cooperativa Internacional / Portal do Cooperativismo Financeiro)
A mudança de horário influencia uma alteração no ritmo e nos processos circadianos
No próximo sábado, dia 16 de fevereiro, chega ao fim o horário de verão. A partir da meia noite do domingo, a população de 10 estados, incluindo Mato Grosso do Sul, e do Distrito Federal ganharão mais uma hora em seus relógios.
Tendo em vista que a maior parte das pessoas se adapta melhor a atrasos que a avanços de horário, o término do horário de verão torna-se menos traumático que o início, pois, além disso, é benéfico para o organismo perceber o ambiente com luz natural ao acordar, ao invés da escuridão.
Apesar da mudança de horário ser considerada mais agradável, a neurofisiologista clínica da Unimed Campo Grande, Dra. Aline Marques, explica que a proporção de luz solar durante o dia influencia uma alteração no ritmo e nos processos circadianos, que são controlados por um relógio biológico natural.
“A adaptação a essas mudanças artificiais de horário requer um certo tempo, porque o corpo demora um pouco a perceber. O tempo que se segue aos dias de transição do horário de verão podem levar a distúrbios de sono, fadiga, dor de cabeça, falta de atenção, perda de apetite, bem como reduzir a motivação”, analisa.
O prazo de adequação varia de acordo com cada organismo, mas a maioria das pessoas se acostuma com o novo horário em até uma semana. Ainda assim, existem grupos populacionais que não conseguem se acostumar facilmente com a mudança.
“Como sabemos que há uma parcela de pessoas que tem maior dificuldade de se habituar a estas mudanças, é interessante saber em qual grupo nos encaixamos. As pessoas que tem um cronotipo noturno, idosos e pessoas com problemas de saúde se beneficiarão mais de medidas que ajudam a tornar a transição de horário mais tranquila para o organismo.”
Uma das ações para facilitar o ajuste é “atrasar gradualmente a hora de ir para a cama. Deitar-se cerca de 10 minutos mais tarde a cada dia, iniciando uma semana antes da mudança de horário. Assim, o organismo consegue se adaptar de uma forma mais lenta e confortável”, recomenda a médica.
Para evitar um aumento na latência do sono (tempo entre a hora que a pessoa deita até a hora que o sono efetivamente se inicia) e no número de despertares noturnos, que se traduzem em redução da eficiência do sono, a doutora aconselha:
- Manter o quarto silencioso, escuro e com temperatura amena na hora de dormir.
- Evitar fazer atividades físicas extenuantes até 6h antes do horário de dormir.
- Reduzir a utilização noturna de celulares, computadores, televisão, principalmente próximo ao horário de dormir (idealmente 2 horas antes).
- Evitar alimentos e bebidas estimulantes, além do cigarro e bebidas alcoólicas, durante a noite.
- Manter os horários das refeições e de tomar remédios de acordo com o relógio.
- Evitar oscilações de mais de 2h nos horários de sono aos finais de semana.
Foto: Alan Arrais
A cooperativa de crédito oferece produtos bancarizados, mas é um tipo de sociedade distinta, pois é formada por pessoas e se diferencia pela forma de administração. Os associados, além de serem sócios do empreendimento, eles administram seus recursos financeiros e fazem transações diretamente com a cooperativa.
Um dos grandes benefícios, é que o resultado dessas operações fica com o sócio, ou seja, o associado, agregado renda. Ao final do exercício, ele recebe de volta de acordo com a movimentação a participação nos resultados do empreendimento, fazendo com que este recurso permaneça nas comunidades onde a cooperativa atua.
Outra vantagem, é que as taxas e os valores cobrados pelos serviços são mais acessíveis, pois uma cooperativa não visa lucro, tudo é feito em função do associado. Isso traz resultados significativos na melhoria de vida das pessoas.
“As cooperativas de crédito, em especial o Sicredi, existe para beneficiar o cooperado, oferecendo os melhores serviços do mercado com tarifas acessíveis, esse é o nosso propósito”, afirma Celso Figueira, presidente da Central Sicredi Brasil Central.
Em pesquisa recente do Procon, divulgada em fevereiro, apontou variação em torno de 50%, comparando tarifas praticadas pelo Sicredi no Mato Grosso do Sul em relação a bancos convencionais.
Sobre o Sicredi
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br)
*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.
Campo Grande sediará, de 21 a 27 de julho de 2019, o maior evento de divulgação científica da América Latina. Com uma expectativa de público de, aproximadamente, 16 mil pessoas, a 71ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) mostrará todo o potencial da ciência sul-mato-grossense e brasileira na Cidade Universitária da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). O evento conta com o apoio institucional do Sistema OCB/MS.
O reitor da UFMS, Marcelo Turine, argumentou que além de vitrine científica, a Reunião Anual da SBPC é uma oportunidade para apresentar ao Brasil todos os números, indicadores e características próprias do estado de Mato Grosso do Sul. O reitor reforçou também a importância da participação ativa dos jovens, independentemente da idade. “Nós não queremos um evento com estruturas maravilhosas e enormes sem ter a presença dos jovens, sem poder apresentar as grandes conquistas da ciência sul-mato-grossense e do Brasil. É um sonho muito grande.”
O tema da reunião foi oficializado nesta quarta-feira, 13, em evento de lançamento que reuniu todas as instituições parceiras e contou com a presença do atual presidente da SBPC, Ildeu de Castro Moreira. Para 2019, o foco será: “Ciência e Inovação nas Fronteiras da Bioeconomia, da Diversidade e do Desenvolvimento Social”, questões que irão envolver diversas áreas do conhecimento, distribuídas em exposições, minicursos, palestras, mesas redondas, conferências, entre outras.
Em 70 anos de existência, é a primeira vez que Mato Grosso do Sul será palco desta grande festa da ciência. Sediar um evento desta magnitude proporcionará um envolvimento com todos os setores da cidade e do estado.
Para o presidente da SBPC, a Reunião Anual é um momento onde todos estarão reunidos para discutir assuntos atuais e de interesse nacional, além de buscar soluções efetivas para as diversas áreas da sociedade. “Nós temos que fazer com que a ciência e a tecnologia seja um elemento importante para a sociedade, tanto no ponto de vista da produção, da economia, mas também na de inovação social, na saúde, no meio ambiente e na educação.”
O secretário de Governo de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel, esteve presente no lançamento oficial e comentou sobre o apoio direto na realização do evento e a expectativa do Governo com vinda da Reunião Anual. “Não é só um orgulho muito grande para o estado de Mato Grosso do Sul, como é extremamente importante para ajudar no desenvolvimento da nossa economia, da nossa estrutura e da rede de ciência e tecnologia”
Durante a cerimônia, o novo calouro da UFMS e integrante do projeto Minerva, Eduardo Morel, relatou suas experiências nas Reuniões Anuais e afirmou que foi através da participação onde descobriu qual profissão gostaria de seguir. “Naquela Reunião, eu descobri que queria ser cientista, e nas outras duas, esse sentimento e essa certeza foram mais fortes. Participar da SBPC, ainda no ensino médio, foi uma experiência magnifica, pois tive o primeiro contato com o universo cientifico e foi onde descobri o que é ser cientista e o que é a ciência.”
Nos seis dias de reunião, estudantes, pesquisadores e visitantes terão a chance de conhecer o universo da ciência brasileira, numa Programação Científica composta por conferências, mesas-redondas, encontros, sessões especiais, minicursos e Sessões de Pôsteres (que inclui a Jornada Nacional de Iniciação Científica e o Integra UFMS). Também são realizadas outras atividades, como a SBPC Jovem (exposição voltada para estudantes do ensino básico e público em geral), a ExpoT&C (mostra de ciência e tecnologia), a SBPC Cultural (apresentação de atividades artísticas regionais e discussões sobre temas relacionados às artes e à cultura), a SBPC Afro e Indígena (conferências e mesas-redondas que abordam essas temáticas). O evento será encerrado com mais uma edição do Dia da Família na Ciência, em um sábado dedicado à integração entre cultura, ciência e recreação para crianças, jovens e seus familiares.
Depois do lançamento, no período da tarde, uma comitiva da SBPC se reuniu com o governador do Estado Reinaldo Azambuja para apresentar detalhes sobre o evento. A comitiva foi formada pelo presidente da SBPC, Ildeu de Castro Moreira, reitor da UFMS, Marcelo Turine, vice-reitora da UFMS, Camila Ítavo, o secretário-executivo da Fapec, Rodolfo Vaz, professor da UFMS, Ivo Leite.
As inscrições para a participação no evento são gratuitas e podem ser feitas até o dia 19 de julho. Para os interessados em submeter trabalhos, frequentar minicurso ou obter o material do evento, serão cobradas uma taxa. Mais informações sobre os prazos e preços, acesse o site da SBPC 2019 [http://ra.sbpcnet.org.br/campogrande/]