Prêmio da Aneel reconhecerá melhores cooperativas
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Prêmio da Aneel reconhecerá melhores cooperativas

A excelência das cooperativas na prestação de serviços no setor de energia elétrica será reconhecida na próxima segunda-feira (25/2), em Brasília, durante a cerimônia do Prêmio IASC 2018 – Índice ANEEL de Satisfação do Consumidor, realizada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).

O evento celebra o trabalho das distribuidoras de energia mais bem avaliadas pelos consumidores. E, como nos anos anteriores, as cooperativas de infraestrutura fizeram bonito junto ao seu público consumidor. Elas aparecem em três categorias e, durante a premiação, o ranking será conhecido. Confira a lista abaixo:
 

COOPERATIVAS FINALISTAS

Categoria até 10 mil associados

  • Cooperativa de Eletricidade Grão-Pará (Cergapa), de Santa Catarina;
  • Cooperativa de Eletrificação Lauro Müller (Coopermila), de Santa Catarina;
  • Cooperativa Regional de Eletrificação Rural do Alto Uruguai (Creral), do Rio Grande do Sul.

 

Categoria acima de 10 mil associados

  • Cooperativa de Distribuição e Geração de Energia das Missões (Cermissões), do Rio Grande do Sul;
  • Cooperativa Regional de Energia e Desenvolvimento Ijuí Ltda (Ceriluz), do Rio Grande do Sul;
  • Cooperativa Energética Cocal (Coopercocal), de Santa Catarina.

 

Categoria cooperativas maior crescimento no IASC/2018

  • Cooperativa de Eletrificação e Desenvolvimento Rural da Região de Novo Horizonte (Cernhe);
  • Cooperativa de Eletrificação de Ibiúna e Região (Cetril);
  • Cooperativa de Eletrificação Rural de Itaí-Paranapanema-Avaré (Ceripa), todas de São Paulo.

 

Categoria Sul e Sudeste acima de 30 mil até 400 mil unidades consumidoras

Cooperativa Aliança - Cooperaliança, de Santa Catarina.

 

SOBRE O IASC

O Índice Aneel de Satisfação do Consumidor reconhece as concessionárias mais bem avaliadas com base na percepção do consumidor residencial. O índice é aferido por meio de pesquisa de opinião realizada com consumidores de todo o Brasil.

Divulgado anualmente pela Aneel, desde 2000, o índice retrata o grau de satisfação do consumidor em relação à qualidade dos serviços prestados pelas distribuidoras de energia elétrica e tem o propósito de estimular a busca pela melhoria contínua. O órgão regulador premia desde 2002 as distribuidoras mais bem avaliadas.

OCB e IICA assinam protocolo de intencões
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OCB e IICA assinam protocolo de intencões

As ações de desenvolvimento das cooperativas agropecuárias têm um novo parceiro a partir de desta segunda-feira. É que a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) acaba de assinar um protocolo de intenções com o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA). O objetivo é estabelecer relações de cooperação e entendimento para a promoção de programas que permitam a troca de conhecimentos, experiências e informações, bem como a execução de atividades conjuntas para o desenvolvimento do setor agropecuário no Brasil e em outros países em desenvolvimento.

O diretor-geral do IICA, Manuel Otero, destacou que o organismo internacional está presente em 34 países das Américas (exceto Cuba) e que toda a rede de escritórios do Instituto está à disposição da OCB para desenvolver ações de estímulo ao comércio dos produtos made in Brazil, por meio da intercooperação. A criação de uma plataforma que contenha a descrição de produtos de cooperativas agropecuárias localizadas no continente americano também foi debatida durante a reunião.

O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, comentou a celebração do protocolo de intenções. “Essa assinatura representa muito para as cooperativas agropecuárias, pois abre as portas para um comércio mais intenso entre os países americanos. Além disso, podemos encontrar soluções criativas e inovadoras para os problemas que ainda enfrentamos por aqui e, também, contribuir, com a nossa a experiência, com o movimento cooperativista de outros países”, declara o líder cooperativista.

É o caso do cooperativismo na Venezuela. O país latino-americano tem vivido grandes problemas econômicos há alguns anos e, por isso, também foi pauta da reunião entre OCB e IICA. Tanto que Otero sugeriu a criação de um comitê que possa auxiliar na reestruturação das cooperativas venezuelanas, ao passo que Márcio Freitas disse que o cooperativismo brasileiro pode, sim, contribuir com esse trabalho.

Além disso, Otero frisou que uma das iniciativas que já podem ser desenvolvidas diz respeito às regiões de fronteiras, na área do Mercosul. A ideia, segundo ele, é promover os produtos brasileiros nos países fronteiriços ao Brasil de forma mais ágil.

 

AÇÕES DE INTERESSE

No âmbito das competências institucionais, o protocolo assinado nesta segunda-feira (25/2) tem por objetivo estabelecer a mútua colaboração para execução de três ações de interesse comum. São elas:

1- Estimular o intercâmbio de conhecimento e a realização de atividades conjuntas, no meio rural, em temas relacionados a sistemas produtivos, desenvolvimento sustentável, assistência técnica e gerencial, formação profissional, educação a distância, promoção social, entre outros sobre os quais tenham conhecimento técnico.

2- Desenvolver programas de apoio à produção agropecuária, à segurança alimentar e à promoção socioeconômica de produtores rurais.

3- Buscar cooperação e orientação técnica em assuntos que sejam de interesse comum e que contemplem temas relacionados ao desenvolvimento sustentável do setor agropecuário.

 

PRAZO

O protocolo de intenções tem vigência de cinco anos.

 

SOBRE O IICA

É o organismo internacional especializado em agricultura do Sistema Interamericano. Sua missão é estimular, promover e apoiar os esforços de seus 34 Estados-membros para alcançar o desenvolvimento agrícola e o bem-estar rural, por meio da cooperação técnica internacional de excelência.

AGO da Cooasgo reúne mais de 80 cooperados
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AGO da Cooasgo reúne mais de 80 cooperados

Assembleia ocorreu no dia 22 de fevereiro

No dia 22 de fevereiro, sexta-feira, no CTG- Centro de Tradições Gaúchas de São Gabriel, ocorreu a AGO – Assembleia Geral Ordinária da Cooasgo- Cooperativa Agropecuária São Gabriel do Oeste. A assembleia reuniu mais de 80 cooperados que aprovaram todos os itens da ordem do dia.

A cooperativa é uma forma organizacional distinta das demais, formada por pessoas e que zela pela transparência na gestão e pela participação democrática de todos os cooperados. Na assembleia os cooperados debatem e influenciam diretamente, através do voto, as questões fundamentais da cooperativa.

A assembleia foi aberta pelo presidente da Cooperativa, Sérgio Marcon, que agradeceu a presença de todos e leu uma mensagem do Conselho de Administração. “Apesar das dificuldades setoriais de 2018, nossa cooperativa se manteve firme e realizando investimentos para podermos crescer em 2019, pois as expectativas para este exercício são positivas”, afirmou o presidente.

Logo em seguida foi apresentado o relatório de atividades com todos os dados da cooperativa, em todos os setores, desde dados de produção, até faturamento. A contadora da cooperativa, apresentou as peças contábeis e tirou dúvidas, como também os representantes da empresa de auditoria externa.

A diretoria apresentou o Plano de Investimentos para o exercício 2019 e assembleia aprovou a sua execução.

Dentro da ordem do dia ainda estavam previstas as eleições dos conselhos, com os seguintes nomes:

Conselho de Administração

Presidente – Sérgio Luiz Marcon

Vice- presidente – Marcelo Fernanes Miranda

Secretário – Rainer Josef Ruiz Goehr

Vogal – Itacir Bedin

Vogal – Dilvo Antônio Valentini

Vogal – Eraldo Dodero Reis

Vogal – Flodoaldo Alves de Alencar

Conselho Fiscal

Efetivo – Elcio da Fonseca Cação

Efetivo – Vanderlei Carlos Schmitz

Efetivo – Marcelo Soares Abdo

Suplente – Ronald Oliveira dos Santos

Suplente – Juliano Montagna

Suplente – Manoel dos Santos

Conselho de Ética Consultivo

Arlindo Willemann

Evandro Ricardo Foletto

João Alberto Zílio

João Carlos Sorgatto

José Hilário Grisuk

“É a primeira vez que temos um Conselho de Ética para nos auxiliar em questões específicas da cooperativa. Cada vez mais queremos o associado próximo da cooperativa e ter uma gestão acessível a todos”, completou Sérgio Marcon.

A assembleia foi encerrada com a exibição de vídeo sobre o Planejamento Estratégico 2018-2028.

Vereadores cobram inclusão de cooperativas de catadores no decreto de grandes geradores de lixo
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Vereadores cobram inclusão de cooperativas de catadores no decreto de grandes geradores de lixo

A inclusão dos catadores de materiais recicláveis no decreto que estabelece a coleta particular para os grandes geradores de lixo de Campo Grande foi debatida nesta segunda-feira em Audiência Pública, na Câmara Municipal. Vereadores e representantes dos catadores querem estímulos à reciclagem e que as cooperativas tenham melhores condições de participar desse processo de recolhimento e separação dos materiais, o que poderia até mesmo diminuir os custos para as empresas enquadradas na nova norma, além de estimular geração de emprego e renda. 

O debate foi proposto pela Comissão Permanente de Assistência Social e do Idoso, presidida pela vereadora Enfermeira Cida Amaral. O Sistema OCB/MS esteve presente. Ela falou do Projeto de Lei 6.159/19, de sua autoria, que autoriza o Poder Executivo a instituir o Programa Socioambiental, para inclusão da cooperativa de catadores de recicláveis no manejo de resíduos no Município. “Nosso objetivo é aproximar catadores, possibilitando a economia e destinação adequada dos resíduos que podem ser reaproveitados, protegendo o meio ambiente para que o aterro receba apenas o rejeito, o que não tiver serventia”, afirmou.  

O artigo 3° do Decreto 13.720, publicado no Diário Oficial de Campo Grande no dia 6 de dezembro, estabelece que “os materiais recicláveis segregados na origem deverão ser prioritariamente encaminhados às cooperativas ou associação de catadores devidamente reconhecidas pelo Poder Público”. Entretanto, a advogada Juscinéia Serem, do gabinete da Vereadora Enfermeira Cida Amaral, destacou a importância para a inclusão ocorrer “de forma real e concreta”, garantindo que eles tenham condições de concorrer com as demais empresas. 

O vereador André Salineiro vê benefícios no decreto para melhorar a questão socioambiental e também quebrar o monopólio da Solurb, concessionária responsável pela coleta e destinação de lixo na cidade. Entretanto, fez alguns questionamentos e propõe alterações. “Quem é grande gerador de lixo? Quem deve ser enquadrado? Podemos incluir o dono de uma pequena lanchonete de esquina, que mal consegue pagar um funcionário? Ele vai conseguir manter comércio aberto? Por isso, já está tramitando projeto para alterar a quantidade de lixo para definir o grande gerador”. A mudança prevê que passe de 200 litros por dia para 400 a quantidade produzida para definir o grande gerador. Ainda, apontou a importância de especificar o que é resíduo ou lixo para não prejudicar as cooperativas e lembrou da revisão dos valores pagos no contrato com a Solurb.  

O secretário municipal de Meio Ambiente, Luiz Eduardo Costa, elogiou os debates que estão sendo feitos sobre a destinação do lixo e disse que há possibilidade de discussões e alterações. “Precisamos estruturar a cadeia para ter rentabilidade e por isso o lixo precisa ser separado da forma adequada. Não existe decreto engessado, pode ser alterado, modificado, mas não podemos regulamentar de forma que possa causar problemas”, disse. Ele esclareceu que algumas cooperativas já estão se credenciando para transporte dos resíduos e que as empresas que fizerem esse serviço terão de apresentar plano de gerenciamento que inclui a reciclagem e destinação adequada.  

Desafios às cooperativas 

Alguns entraves para a participação das cooperativas foram apontados pelos participantes da audiência. O coordenador do Fórum Municipal do Lixo, Luiz Carlos Cobalchini, reclamou que o atual modelo de economia vigente na gestão dos resíduos está cego para a questão social. “Temos que pensar como grandes geradores vão fortalecer esse público, para que o catador possa pegar esse recurso, levar para cooperativa, gerar renda e depois entrar pela porta da frente para consumir”, disse. Ele sugeriu a criação de grupo de trabalho para integrar grandes geradores e catadores, articulando uma gestão compartilhada para a destinação correta de materiais. Outro problema seria a exigência de caminhão compactador, o que já dificultaria a fase da coleta, conforme Flávio Pereira, da empresa Organoeste.     

Maria Estela, da Cooperativa Novo Horizonte, trouxe para o debate na Casa de Leis a difícil realidade dos catadores que trabalham hoje na Unidade de Tratamento de Resíduos (UTR) e atuavam no antigo lixão, na saída para Sidrolândia. Hoje são 157 trabalhadores na UTR. “Temos material para trabalhar, mas ainda não está no limite de reciclagem. Recebemos muito rejeito, vidro quebrado. Para a boa coleta seletiva, é preciso conscientização”, pedindo mais campanhas educativas. 

Apesar de a coleta porta a porta chegar a 76% da Capital, esse percentual não corresponde ao total de materiais que chegam a UTR. O vereador Dr. Wilson Sami endossou a importância da educação para estimular a coleta seletiva. “A educação é a base de tudo, temos de começar na raiz, na família. O lixo também é problema de saúde pública. Temos como evitar os lixões, que são crimes para humanidade, pois produtos demoram séculos para se decompor”, afirmou.  

A promotora de Justiça do Meio Ambiente, Luz Marina Pinheiro relembrou as investigações que já foram feitas sobre o tema. “Já há, inclusive, um inquérito com escopo na coleta seletiva, que está aquém do esperado e para efetivar o trabalho da educação ambiental”, disse. Ela mencionou ainda a inclusão dos condomínios como grandes geradores, o regramento dos resíduos dos grandes geradores, e outra apuração sobre a logística reserva, firmando vários termos de cooperação. 

Por fim, a vereadora Enfermeira Cida Amaral enfatizou que pretende manter o engajamento sobre o tema. “O objetivo fim é buscar suporte financeiro para manutenção das cooperativas”, disse. Ainda mencionou requerimento feito à prefeitura solicitando a relação dos grandes geradores e região onde estão localizados, quantidade de resíduos sólidos coletados e destinados pela Solurb ao aterro; áreas da coleta seletiva; quantidade e tipos de caminhões usado na coleta seletiva. Assim, busca-se aprimorar as discussões sobre as políticas para os catadores. 

 

Milena Crestani 

Assessoria de Imprensa da Câmara Municipal 

Sicredi inaugura escritório de negócios em Ribas do Rio Pardo
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Sicredi inaugura escritório de negócios em Ribas do Rio Pardo

Agência na cidade deve inaugurar no segundo semestre de 2019

Dando continuidade ao projeto de expansão do Sicredi, foi inaugurado um escritório de negócios na cidade de Ribas do Rio Pardo. A iniciativa surgiu do interesse da própria comunidade que necessita dos serviços de uma instituição financeira cooperativa no município.

Desde 2018, a Sicredi Campo Grande vem promovendo encontros e reuniões para articular uma agência em Ribas do Rio Pardo. “Queremos crescer junto com a comunidade, desenvolvendo a economia local, juntamente com as empresas e todo o município, pois esse é um dos propósitos do cooperativismo”, afirma Wardes Lemos, presidente da Sicredi Campo Grande.

Esse escritório de negócios já tem uma equipe para atendimento e associações, pois para viabilizar economicamente o projeto da agência, os atendimentos já começaram.

“Nossos atendimentos já ocorriam há cinco meses e agora com o escritório podemos trazer mais conforto aos associados e prestar alguns serviços. Até o momento já temos cerca de 250 associações. Nossa expectativa é a melhor possível, tanto que já fechamos convênio com a Prefeitura do município para realização de consignado com os servidores públicos. E no Supermercado Costa já tem um caixa eletrônico 24h para a utilização dos nossos associados”, explica o gerente da futura agência, Luan Carlos Froes.

O escritório se localiza na Rua Wilson Fontoura, 182 B – Santos Dumont em Ribas do Rio Pardo. A cidade também contará com um relógio do Sicredi em frente à agência.

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br)

 

 *Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

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