Cafeicultura cobra mais apoio do Congresso
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Cafeicultura cobra mais apoio do Congresso

O Brasil é líder mundial na produção de café e também ocupa a segunda posição no ranking dos países quem mais consomem a bebida, ficando atrás apenas dos Estados Unidos. Apesar de figurar dessas listas tão importantes, a cafeicultura brasileira tem atravessado por um período de grandes incertezas, devido à falta de uma política de preços justos e outros estímulos que fortaleçam essa atividade, adotada por mais de 330 mil famílias como meio de vida.

Por isso, nesta quarta-feira, os presidentes Márcio Lopes de Freitas (do Sistema OCB), Evair de Melo (da Frente Parlamentar do Cooperativismo) e Silas Brasileiro (do Conselho Nacional do Café) cobraram mais atenção de deputados e senadores, durante a abertura oficial da Semana de Degustação de Cafés Especiais do Brasil, realizada no Congresso Nacional.

Márcio Freitas destacou que o café brasileiro é produzido, em grande parte, por pequenos cafeicultores que só conseguem viabilizar sua produção graças à uma das cerca de 100 cooperativas que trabalham com o grão. “Esse evento é fundamental para convidar deputados e senadores para virem tomar um cafezinho conosco e, assim, conhecerem um pouco mais o nosso café, produzido por cooperativas. Afinal, o cooperativismo é uma alavanca fundamental que pode transformar o Brasil”, enfatiza.

O deputado Evair de Melo também é cafeicultor e conhece de perto a relevância da organização dos produtores em cooperativas. Segundo ele, além de aromas e sabores, o cooperativismo é responsável pelo blend (palavra de origem inglesa que significa mistura) dos interesses de todos aqueles que dedicam a vida à produção de café. “Nós precisamos de um olhar mais atencioso do parlamento. O cafeicultor sofre com a falta de uma política justa de preços e com a insegurança de um mercado instável”, argumenta o deputado.    

Por fim, Silas Brasileiro comentou que as cooperativas já fazem a parte delas ao oferecer insumos, assistência técnica e uma remuneração justa ao produtor, contudo, é necessário o apoio de parlamentares e representares do governo federal para que a cafeicultura cresça de forma sustentável e perene.

 

DEGUSTAÇÃO

 

A Semana de Degustação de Cafés Especiais contou com a participação de 12 cooperativas produtoras do grão, localizadas nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo e Rondônia. São elas: Agrocoop, Cafesul, Coabriel, Cocapec, Cocatrel, Comamo, Coopeavi, Cooxupé, Minasul, Expocaccer, Região do Cerrado e Dulcerrado.

“Não fazia ideia de que grande parte do café que a gente toma vem de cooperativas como essas. Acho fundamental saber que existem famílias que vivem dessa atividade. Isso reforça em nós o sentimento de valorizar ainda mais o nosso cafezinho... ao contrário do que muita gente pode pensar, o café não nasce dentro da garrafa. Ele é plantado por gente que nem eu e que precisa ser valorizado por isso”, comenta a economista Vera Lúcia Vidal.

A degustação dos cafés especiais pode ser conferida até amanhã (21/3). O estande está localizado no espaço Mário Covas, bem na entrada do Anexo II da Câmara dos Deputados.

 

NÚMEROS

 

- A cafeicultura brasileira está presente em cerca de 1,8 mil municípios e reúne mais de 330 330 mil produtores;

- A atividade gera aproximadamente 8,4 milhões de empregos direta e indiretamente;

- O valor bruto da produção supera os R$ 25 bilhões;

- As exportações rendem, anualmente, cerca de US$ 6 bilhões;

- Em 2018, o Brasil produziu 61,7 milhões de sacas de 60 kg.

OCB participará da elaboracão de marco regulatório
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OCB participará da elaboracão de marco regulatório

A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) fará parte de um grupo de trabalho responsável por contribuir com a elaboração do marco regulatório do transporte rodoviário de passageiros. A informação foi confirmada nesta quarta-feira, pelo superintendente de Transporte de Passageiros da ANTT, João Paulo de Souza, durante reunião entre representantes do setor e da Agência. Segundo ele, a ideia é que apenas as entidades que representam os prestadores desse tipo de serviço integrem o grupo.

O analista técnico e econômico da OCB, Tiago de Barros Freitas, explicou que a entidade, junto com as cooperativas de transporte de passageiros, já vem trabalhando na elaboração de um documento que evidencie as características de seu modelo societário. Freitas reforçou, ainda, que espera que, com o marco regulatório, essas cooperativas passem a operar dentro de um ambiente estável e que estimule o seu desenvolvimento, evitando as penalidades desproporcionais que ocorrem atualmente.

“O que percebemos é um desconhecimento dos fiscais de pista quanto ao modelo societário das cooperativas de transporte de passageiros. Por isso, uma das frentes de atuação da OCB no âmbito desse grupo de trabalho é exatamente deixar bem evidente a diferença existente entre o cooperativismo de transporte e os demais atores desse setor. O que queremos é a criação de uma categoria específica para esse tipo de transporte ou a definição clara sobre o modelo societário evitando, assim, interpretações equivocadas e buscando a isonomia no tratamento”, argumenta.

De acordo com Freitas, esse desconhecimento ou falta de uma definição clara a respeito das cooperativas de transporte têm resultado em penalidades desproporcionais e, em alguns casos, até injustas.

 

TAXA DE FISCALIZAÇÃO

Um dos itens da pauta da reunião participava foi o reajuste de quase nove mil por cento, chegando ao valor final de R$ 1,8 mil. “Nós não estamos questionando o pagamento da taxa de fiscalização, apenas os parâmetros desse reajuste. Por isso, esse é um dos pleitos que pretendemos tratar no âmbito do grupo de trabalho”, anunciou o analista da OCB.

 

REGISTRO OBRIGATÓRIO

Outra proposta debatida e que deve constar do marco regulatório é a obrigatoriedade de registro dos prestadores de serviço, sejam eles cooperativas ou empresas mercantis, nas referidas entidades de representação. Isso quer dizer que, antes de pleitear o registro na ANTT, as cooperativas, por exemplo, deverão estar registradas na OCB.

“Essa é a única forma de as entidades de representação validarem a seriedade dos prestadores de serviço e, também, de assegurar a idoneidade daqueles que transportarão vidas dentro e fora do país”, justifica Freitas, explicando que a exigência do registro já ocorre com as empresas/cooperativas de transporte rodoviário de cargas.

 

CONVOCAÇÃO

A expectativa da OCB é de que, ainda neste semestre, a ANTT convoque as entidades de representação para indicarem os nomes que farão parte do grupo de trabalho.

OCB se reúne com parlamentares do Centro-Oeste
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OCB se reúne com parlamentares do Centro-Oeste

Integrantes da bancada do Centro-Oeste no Congresso Nacional e lideranças do movimento cooperativistas nesses estados se reuniram nesta quarta-feira (20), com o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, em Brasília, para debater o papel das cooperativas como atores-chaves para o desenvolvimento dessa região. O evento contou, ainda, com a presença do Presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), deputado Evair de Melo (ES). O presidente do Sistema OCB/MS, Celso Régis, estava presente no encontro. Foram apresentados os números do cooperativismo na região assim como nossas demandas para o setor.

O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, fez questão de ressaltar que a OCB está à disposição dos parlamentares com suas equipes técnicas para realização de técnicos e levantamento de dados que os auxiliem na discussão de projetos no Congresso Nacional. Além disso, reiterou a necessidade do envolvimento dos parlamentares com o movimento cooperativista.

“Nós sabemos que cada parlamentar possui uma causa para atuar, mas o cooperativismo é mais que isso. É uma ferramenta que já mostrou todo o seu potencial de gerar emprego, trabalho e renda, inclusive nos momentos em que o país passou por crises muito graves”, destaca.

O presidente da Frencoop, deputado Evair de Melo, disse que as cooperativas são as grandes responsáveis por viabilizar, por exemplo, a produção agropecuária de muitos brasileiros. Ele frisou que grande parte da assistência técnica disponibilizada ao homem do campo ocorre graças aos extensionistas contratados pelas cooperativas. “O cooperativismo pode fazer muito mais por nossas cidades. Só depende de nossa atuação junto ao Congresso e ao governo federal”, convoca.

 

PARLAMENTARES PRESENTES

 

  • Deputado Vander Loubet (MS)
  • Deputado Dr Luiz Ovando (MS)
  • Deputado Dagoberto (MS)
  • Deputado José Mario (GO)
  • Deputado Evair de Melo (ES)
  • Senador Vanderlan Cardoso (GO)
  • Senador Luiz do Carmo (GO)

 

CONTRIBUIÇÃO SOCIOECONÔMICA

A gerente de Relações Institucionais da OCB, Fabíola Nader Motta, mostrou, em números, a atuação das cooperativas do centro-oeste para melhorar os indicadores socioeconômicos da região (clique aqui para ler a reunião sobre o DF). Em 37 municípios, por exemplo, as cooperativas de crédito são os únicos agentes financeiros atuando no repasse de recursos do FCO. Confira abaixo alguns outros destaques:

 

GOIÁS
  • A Unimed Goiânia possui o 19ª maior plano de saúde suplementar do país.
  • A Comigo é uma das maiores cooperativas do Centro-Oeste, possuindo um faturamento de mais de R$ 2 bilhões, empregando mais de 2 mil funcionários diretos e possuindo mais de seis mil cooperados. Além disso, também é responsável pela realização da Tecnoshow, maior feira agropecuária do Centro-Oeste, movimentando mais de R$ 2,5 bilhões em volume de negócios em 2019.
  • A Cooperativa Mista de Produtores de Leite de Morrinhos (Complem) também é outra cooperativa de relevante valor econômico na região, responsável pela realização da Agrotecnoleite, a segunda maior feira agropecuária de Goiás, com movimentação de mais de 20 mil pessoas.

 

MATO GROSSO
  • A Cooperativa Agroindustrial do Centro-Oeste do Brasil (Coabra) produziu em 2018, mais de 69 mil toneladas de algodão em pluma, sendo um grande ator-chave no desenvolvimento do Mato Grosso.
  • A Unimed Cuiabá possui o 24ª maior plano de saúde suplementar do país.
  • A Cooperativa Agropecuária Mista Terranova (Coopernova) possui mais de 2.400 cooperados, em sua maioria agricultores familiares, possuindo como principal atividade desenvolvida a bovinocultura de leite, produzindo diariamente cerca de 122.000 litros de leite.
  • A Cooperativa de Transportadores de Nova Mutum (Cootram) é um grande exemplo de como o cooperativismo pode trazer desenvolvimento social e econômico para a vida dos caminhoneiros, sendo formada atualmente por mais de 80 cooperados e possuindo faturamento de mais de R$ 27 milhões.
  • A Cooperativa dos Garimpeiros do Vale do Rio Peixoto (Coogavepe) possui mais de 5.200 cooperados ativos, produzindo cerca de 7 toneladas de ouro por ano. Dentre outros serviços, a cooperativa disponibiliza aos cooperados mudas de árvores nativas das regiões em que atua, visando a recuperação ambiental da área.

 

MATO GROSSO DO SUL
  • A Unimed Campo Grande possui o 37ª maior plano de saúde suplementar do país.
  • A Cooperativa Agrícola Sul Matogrossense (Copasul) conta com mais de 800 cooperados, com foco no fornecimento de insumos, assistência técnica, comercialização de grãos, unidade industrial de fecularia e fiação, além de irrigação.
  • A Cooperativa Agropecuária São Gabriel do Oeste (Cooasgo) possui produção de mais de 2.750 suínos/dia, sendo uma das cooperativas associadas à Cooperativa Central Aurora, uma das maiores cooperativas do Brasil.

 

FOTOS

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Fonte: Sistema OCB

OCB e Embrapa iniciam nova série de capacitacões
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OCB e Embrapa iniciam nova série de capacitacões

O tema agricultura conservacionista e fertilidade do solo abriu a série de módulos programados na capacitação Embrapa e Organização das Cooperativas do Brasil (OCB) na cadeia produtiva de cereais de inverno. O primeiro módulo terminou hoje. Neste ano, participam 17 cooperativas totalizando 40 profissionais que atuam em departamentos técnicos nos estados do RS, SC e PR.

O engenheiro agrônomo José Henrique Seko integra a equipe da Cocamar, com sede em Maringá, PR, e, junto com mais quatro colegas, percorreu 800 km até à Embrapa Trigo, em Passo Fundo, RS, para participar da 5ª edição da capacitação. Ele mostrou grande expectativa quanto a oportunidade de aperfeiçoamento técnico: “os colegas que já fizeram o curso recomendaram aproveitar ao máximo o conhecimento dos pesquisadores e esclarecer todas as dúvidas, principalmente sobre trigo. Depois voltamos para a correria do plantio e acabamos isolados para resolver sozinhos os problemas que aparecem. Precisamos estar bem preparados para prestar a melhor assessoria ao produtor”.

Participam da edição deste ano as cooperativas Cooperante, Cocamar, Coamo, Camnpal, Cotriel, Coopatrigo, Coasa, Cotapel, Cotripal, Coagril, Cotribá, Coopermil, Cotrisal, Cotricampo, Cotrijal, CCGL, Auriverde, além da Fecoagro/SC e do Senar.

 

RECONHECIMENTO AO PRODUTOR

Na noite de 19 de março, um jantar contou com a palestra do produtor Humberto Falcão apresentando a experiência da família com agricultura conservacionista. A propriedade de 149 hectares em Sarandi, RS, serviu de base para uma nova forma de dimensionar e projetar terraços nas lavouras, a tecnologia “Terraços for Windows”, desenvolvida pela Universidade Federal de Viçosa e validada na Fazenda Sementes Falcão pela Embrapa Trigo e a Emater/RS.

De acordo com o produtor Humberto Falcão, os terraços tradicionais, de base larga em desnível, requeriam canais escoadouros, que se transformavam em voçorocas e roubavam considerável área propícia ao cultivo. A partir do método de “Terraços for Windows”, toda a propriedade foi sistematizada para uniformidade de cobertura do solo e calculados o espaçamento e o tamanho de terraços a serem estabelecidos em nível.

Este trabalho foi consolidado em 1997, resultando na construção de 5 km de terraços. “Os terraços foram projetados para suportar 130 mm de chuva em 24 horas, volume que pode acontecer nos anos mais chuvosos aqui na região”, conta Humberto Falcão, lembrando que houve um ano em que choveu 400 mm em seis dias e os terraços suportaram o grande volume de água sem qualquer vazamento.

No longo prazo, o planejamento dos 570 hectares de lavouras apresentou resultados surpreendentes: em cinco anos, a economia de fertilizantes ultrapassou a R$ 1 milhão, sem considerar a economia de mão-de-obra e de combustível; foram cinco safras de soja e três safras de com cereais de inverno somente com reposição de nitrogênio e 11 anos sem calagem; a média de rendimentos nas últimas safras foi de 80 sacos/hectare de trigo e 63 sacos/hectare de soja.

“Estamos sempre fazendo adaptações nas máquinas e nas próprias técnicas de agricultura de precisão, como diferentes profundidades da amostragem do solo, já que não seguimos mais a tabela oficial de adubação”, explica a engenheira agrônoma Fernanda Falcão, concluindo que “não nos interessa bater recordes de produtividade, mas garantir a máxima rentabilidade. Isso não se consegue de um ano para outro, mas no planejamento a longo prazo”.

Ao final, o produtor Humberto Falcão recebeu uma homenagem da Embrapa Trigo pela contribuição à agricultura brasileira, como reconhecimento pelo esforço da família em aplicar e difundir os fundamentos da agricultura conservacionista. Veja aqui a programação do primeiro módulo da capacitação Embrapa e Sistema OCB na cadeia produtiva de cereais de inverno. (Fonte: Embrapa Trigo)

Emerson Perosa é eleito conselheiro fiscal da SicrediPar em Porto Alegre
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Emerson Perosa é eleito conselheiro fiscal da SicrediPar em Porto Alegre

O presidente da Sicredi Pantanal MS  e os novos conselheiros foram anunciados durante a assembleia geral da SicrediPar e da Sicredi Fundos Garantidores, que aconteceu no Fórum Nacional de Presidentes.

 

O presidente da Sicredi Pantanal MS, Emerson Perosa, foi eleito na manhã da quinta-feira, 21 de março, conselheiro fiscal da Sicredi Participações S/A (SicrediPar). A eleição aconteceu no segundo dia do Fórum Nacional de Presidentes do Sicredi, realizado em Porto Alegre, durante a Assembleia Geral da SicrediPar e da Sicredi Fundos Garantidores (SFG). 

 

A atividade dos conselheiros fiscais é tarefa essencial para garantir a saúde econômico-financeira de uma cooperativa. São eles os verdadeiros guardiões da execução da estratégia e do orçamento, o que impacta diretamente o retorno social e econômico esperado pelos cooperados. Esses conselheiros atuam especialmente no que diz respeito à transparência da gestão dos recursos financeiros.

 

Com aprovação unânime dos presidentes das 114 cooperativas que compõem o Sicredi, foram eleitos os novos conselheiros fiscais Emerson Luis Perosa, presidente da Cooperativa Sicredi Pantanal MS; João Bezerra Junior, presidente da Cooperativa Sicredi Evolução; Juares Antonio Cividini, presidente da Cooperativa Sicredi Univales MT/RO; Orlando Muffato, presidente da Cooperativa Sicredi Grandes Lagos PR/SP; e Marcos André Balbinot, presidente da Cooperativa Sicredi Serrana RS, além dos cinco suplentes.

 

Também foi realizada uma homenagem em agradecimento à atuação da antiga composição do Conselho Fiscal, que recebeu uma placa entregue pelo CEO e presidente do Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito (Woccu, na sigla em inglês), Brian Branch, e da CEO do Rabo Partnerships, Marianne Schoemaker. Após a eleição do Conselho Fiscal, ocorreu a apresentação do primeiro conselheiro independente do SicrediPar e do Banco Cooperativo Sicredi, Walter Shinomata, que passou a exercer a exercer a função no segundo semestre de 2018.

 

Em seguida, no lançamento do Relatório de Sustentabilidade 2018 do Sicredi, o presidente da SicrediPar, da Central Sicredi PR/SP/RJ e conselheiro do Woccu, Manfred Alfonso Dasenbrock, destacou a importância dos indicadores presentes na publicação.  “Quando olhamos para números como o do Programa Crescer, que teve participação de mais de 39 mil associados no ano passado, o que enxergamos é uma quantidade muito relevante de pessoas que recebeu educação sobre cooperativismo e pode replicar esse conhecimento”, destacou.

 

A assembleia teve seguimento com a apresentação detalhada aos presidentes das Demonstrações Financeiras do exercício de 2018 da SicrediPar e da SFG, com destaque para o saldo disponível no Fundo de R$ 253 milhões, aumento de 5% no ano. “O SFG, somado ao Fundo Garantidor das Cooperativas de Crédito (FGCoop), nos dá a tranquilidade para a continuidade da nossa expansão”, considerou Dasenbrock. Ambas as demonstrações financeiras foram aprovadas por unanimidade pelos dirigentes e pela auditoria independente Ernst Young. 

 

Também ocorreu um ato para celebrar a assinatura do acordo de cooperação entre Sicredi e Federação de Cooperativas de Poupança e Crédito do Nepal, a Nepal Federation of Savings and Credit Cooperative Unions (NEFSCUN), intermediado pelo Woccu. A parceria visa o apoio do Sicredi à NEFSCUN por meio da troca de informações e compartilhamento de práticas e conhecimentos. Assinaram o termo Brian Branch e os dirigentes do Sicredi, Manfred Dasenbrock e João Tavares, este último presidente executivo do Banco Cooperativo Sicredi.

 

Tavares ressaltou a importância manter a essência do cooperativismo como elemento chave para o sucesso. “Nosso êxito vem do fato de colocarmos o propósito acima do produto, e isso só é possível pela presença efetiva das cooperativas filiadas ao Sicredi junto às comunidades”, enfatizou.

 

Outro destaque da programação desta quinta-feira foi a homenagem feita às cooperativas de crédito que apadrinharam a migração para o Sicredi das cooperativas das regiões Norte e Nordeste. Representando a Central Sicredi Norte/Nordeste, o diretor executivo Francisco Ary Viera Sobral saudou a integração que possibilitou o sucesso do projeto. “Construímos a migração juntos. E doravante continuaremos juntos para construir um Sicredi ainda maior”, ressaltou.

 

O Fórum Nacional de Presidentes do Sicredi teve início na noite de terça-feira (20), com a palestra do economista Ricardo Amorim. Em sua apresentação, Amorim traçou um panorama do cenário econômico passado, presente e futuro, abordando também os desafios que a economia brasileira trazem ao cooperativismo de crédito e o papel que o segmento pode ter no desenvolvimento socioeconômico do país.

   

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br)

 

 *Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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