O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) completa, em 2019, 20 anos de atuação em prol da disseminação da cultura cooperativista, formando profissionais para atuarem no mercado de trabalho das cooperativas e, assim, contribuindo com o desenvolvimento de todos os elos desse modelo econômico inovador.
E, para celebrar todas as conquistas do Sescoop, no estado de Goiás, o Sistema OCB/GO acaba de editar uma revista especial. O material traz, além de uma linha do tempo bem detalhada com os principais marcos e vitórias da entidade, uma entrevista com o superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile. Para ele, o Sescoop está acompanhando as novidades tecnológicas e as incorporando sempre na sua área de atuação junto às cooperativas.
Na entrevista abaixo, Nobile também fala sobre outros desafios do Sescoop, para os próximos anos, como o estímulo à intercooperação e o fortalecimento cada vez maior da imagem do cooperativismo no Brasil. Confira!
Qual o papel do Sescoop no fortalecimento do cooperativismo brasileiro?
O Sescoop nasceu do programa de revitalização das cooperativas agropecuárias brasileiras, um movimento que surgiu em 1996, 1997 e nele se identificou essa oportunidade da OCB, juntamente com o Governo Federal, Ministério da Agricultura, da Fazenda, na época, essa oportunidade de se constituir o Sescoop. Então, em 1998, surgiu para fazer o atendimento ao tripé básico da capacitação profissional, educação cooperativista, o monitoramento e a promoção social. Dessa forma, também promovendo assim a cultura cooperativista aqui no Brasil e evoluindo os processos de gestão e trazendo para o sistema cooperativista o que anteriormente era pulverizado para os demais entes do Sistema S.
Quais foram as principais conquistas do cooperativismo com o surgimento do Sescoop, há 20 anos? E o que mudou nessa atuação, em duas décadas?
Nós temos a identificação de um patamar de evolução na gestão das cooperativas, a profissionalização dos processos de capacitações, a alocação de recursos nesse sistema próprio que antes era pulverizado, de tal forma que o processo que nasceu, até anteriormente ao Sescoop de autogestão, pôde com a organização e sistematização do Sescoop se estabelecer com maior eficácia em todo o país. Então, o processo de desenvolvimento desses 20 anos é claramente percebido e é um desafio nós apresentarmos essa agregação de valor para as cooperativas durante esse período.
Como o Sescoop tem acompanhado a evolução tecnológica e de mercado, para apresentar soluções eficazes de capacitação cooperativista? Vocês têm considerado se adaptar a novas formas de atingimento do público, como o Ensino a Distância?
O Sescoop tem a acompanhado esse processo todo, essa evolução tecnológica e de mercado fazendo todo o estreitamento de relações, com a proximidade com as escolas de negócios, as universidades, os centros de tecnologia e até compondo com o que nós temos dentro do sistema hoje, como por exemplo, a Escola do Cooperativismo no Rio Grande do Sul, a Faculdade Unimed, universidades corporativas do sistema de crédito já estão estabelecidas e também agora está iniciando a Faculdade na Unidade Estadual de Mato Grosso.
Então, dessa forma, associados, interligados e fazendo o intercâmbio de conhecimento com esse público todo, o Sescoop tem feito esse acompanhamento da evolução tecnológica e de mercado, apresentando soluções eficazes de capacitação e nós temos à disposição das cooperativas, aplicado pelas unidades estaduais, as ferramentas e dispositivos de diagnósticos para identificar junto a cada cooperativa qual é a sua necessidade e assim atacar nos processos de capacitação. Também estamos dedicados a aproveitar toda a tecnologia do ensino a distância a favor também da otimização de recursos para essa aplicação e essa evolução.
Um dos valores do SESCOOP é o compromisso com inovação, que é, hoje, um dos pontos-chave para o desenvolvimento dos negócios. Como o Sescoop tem atuado nessa vertente?
Dessa forma, acompanhando o que acontece no mundo com as tecnologias, esses intercâmbios de conhecimento, as ferramentas que já dispomos para a solução de desenvolvimento, tanto em nível humano, quanto organizacional, buscamos o que há de mais moderno, eficaz, eficiente, nessas soluções de desenvolvimento, tanto das pessoas quanto dos seres humanos, dirigentes, funcionários das cooperativas, e também o desenvolvimento organizacional. Dessa forma, buscamos fazer esse acompanhamento do compromisso do Sescoop atuando nessa vertente.
Em Goiás e também no Brasil, a maior concentração do cooperativismo está principalmente em três ramos (agro, crédito e saúde), de um total 13. De que forma o Sescoop pode ajudar no desenvolvimento também dos outros ramos, que hoje possuem menor participação?
Aqui vale lembrar a atuação e a mobilização do Sistema OCB capitaneado pela própria OCB no sentido de promover um enxugamento, uma racionalização no número de ramos no Brasil, haja vista que comparando aos outros vários países mundo afora onde tem uma prática bastante significativa do cooperativismo, nós percebemos que temos um enxugamento desses ramos, então nós estamos num momento de otimização para as questões que são muitas vezes análogas aos outros demais dez ramos. Fora a questão dos ramos Agro, Crédito e Saúde que têm essas características bem identificadas nós temos nos outros ramos muitas vezes questões operacionais análogas que a gente então está fazendo nesse exato momento um diálogo dentro do Sistema com as organizações estaduais para levar esse enxugamento na próxima assembleia da OCB, em março.
E a representação das estruturas dos conselhos construtivos é outro fator importante para que a gente atenda de forma adequada a todos os ramos. Muitas vezes nós comentamos que não é o tamanho econômico do ramo, todos têm a sua importância e seu valor, e a expressão social de cada um dos ramos tem que contar e ser considerada sempre por todos nós.
Diante da ameaça do governo de cortes significativos nos recursos para o Sistema S, como o Sescoop está se preparando para essa possibilidade e quais os prejuízos, caso essa proposta se concretize?
Nós estamos muito atentos a esses sinais que estão vindo aí da mídia, do Governo Federal. Isso já acontece há alguns anos, tentativas de tirar dinheiro do Sistema S para colocar no Governo Federal, uma hora seja na aplicação da previdência pública, uma hora para segurança, mas então, estamos preocupados sim com essa questão.
Nós temos feito um trabalho de otimização do uso desses recursos com aproveitamento das tecnologias, temos um exemplo prático no Sistema que é o Centro de Serviços Compartilhados onde pela unidade nacional passamos a prestar serviços principalmente de RH, folha de pagamento e as questões de apropriações contábeis junto com alguns estados que tem estrutura menor.
Então estamos acompanhando de perto esse processo, se vier que venha para desonerar a folha de pagamento da cooperativa e não tirar dinheiro do Sistema S para jogar em algum outro órgão, área que não seja a aplicação do próprio Sescoop. E nós temos a busca dos processos de integridade e por aí estão as questões relativas à transparência, a prestação de contas, que nós temos uma efetiva e clara prestação de contas de todos os recursos que são amealhados juntos ao Sescoop.
Quais os principais desafios do Sescoop para o futuro?
Nós temos aqui um diálogo importante que vai acontecer agora em 2019, que é o 14º Congresso Brasileiro do Cooperativismo, onde discutiremos as tecnologias, questões de inovação, de mercado, gestão e governança, questões de intercooperação que é uma oportunidade gigantesca para desenvolvermos no País todo. E fazendo esse trabalho no Congresso Brasileiro de Cooperativismo discutiremos o futuro do Sescoop, do cooperativismo brasileiro.
Uma outra meta importante que temos a perseguir é conseguirmos medir os impactos sociais que advém da atuação do Sescoop. Isso é fundamental, nós mostrarmos a efetiva funcionalidade do Sescoop. Não só na melhoria da profissionalização da gestão, mas nos impactos sociais que vem da atuação do Sescoop.
E ainda mais estão bastante atuais os desafios elencados no planejamento estratégico do Sescoop que é a qualificação da mão-de-obra, profissionalização da gestão e governança do sistema cooperativo, o fortalecimento da representatividade que diz respeito mais a OCB, mas tem toda a ligação com o Sescoop, o estímulo à intercooperação, a promoção da segurança jurídica e regulatória e um grande desafio que passa por todo o Sistema que é o fortalecimento e a eficiência cada vez maior da imagem e da comunicação do cooperativismo.
Lembrando que na Visão do Cooperativismo para 2025, três pilares dessa visão têm muita identificação com a atuação do Sescoop, que é a competitividade das cooperativas, a integridade das cooperativas e a capacidade de gerar felicidade aos cooperados. Dessa forma, nós temos essa convicção que o Sescoop, a OCB e o sistema cooperativo nacional com toda a estrutura de unidade nacional e dos estados, como o trabalho fantástico desenvolvido por Goiás, que o sistema cooperativo contribui sim para uma sociedade mais justa, feliz, equilibrada, com maiores oportunidades para todos.
Durante a conferência papal realizada nesta quarta-feira (10/04), na Praça de São Pedro, no Vaticano, o Papa Francisco abençoou o cooperativismo por meio do maior movimento de voluntariado do segmento no Brasil - o Dia de Cooperar (Dia C). O presidente do Sistema Ocemg, Ronaldo Scucato, idealizador do programa, entregou pessoalmente ao Sumo Pontífice um material simbólico sobre a iniciativa, que já beneficiou mais de 8 milhões de pessoas no país, mobilizando 700 mil voluntários.
O Dia C foi criado pelo Sistema Ocemg, em 2009, com o objetivo de contribuir, através do voluntariado, com o desenvolvimento social das comunidades e transformar realidades, elevando a qualidade de vida das pessoas. A inciativa está alinhada com o 7º princípio cooperativista, de interesse pela comunidade, e ao valor da responsabilidade social.
Ao longo dos anos, as cooperativas de todo o Brasil aderiram à ideia, por meio da mobilização do Sistema OCB, tornando o programa um grande movimento nacional que expressa a força do cooperativismo em prol das transformações sociais. Atualmente, o Dia C conta com a participação de mais de mil cooperativas, distribuídas em todos os estados brasileiros, e é reconhecido mundialmente como o maior programa de voluntariado cooperativista.
"O Dia C foi construído para ir além da solidariedade e dar ainda mais visibilidade para o cooperativismo, fazendo com que a sociedade perceba que as cooperativas fazem muito mais que negócios, elas fomentam o desenvolvimento e a transformação social", enfatizou o presidente do Sistema Ocemg, Ronaldo Scucato.
Além das iniciativas que são realizadas durante todo o ano, no primeiro sábado de julho as cooperativas celebram suas ações voluntárias em eventos que reúnem a comunidade, parceiros, empregados e cooperados, em uma grande celebração do Dia C.
São mais de um milhão de pessoas beneficiadas por ano em Minas, com 250 cooperativas envolvidas, 54 mil voluntários mobilizados nas atividades em uma média de 300 municípios mineiros.
Dr. Newton Moreira de Lima Neto, cooperado da Unimed Campo Grande, esclarece sobre diagnóstico e formas de tratamento da doença
A Doença de Parkinson atinge cerca de 1% da população mundial com idade superior a 65 anos e, no Brasil, estima-se que aproximadamente 200 mil pessoas sofram com o problema, conforme dados da Organização Mundial da Saúde (OMS).
Devido à gravidade dessa doença, o dia 11 de abril existe para esclarecer o que é Parkinson e também mostrar que existe possibilidade de melhora nos pacientes diagnosticados precocemente e tratados da forma ideal. Para que todos entendam a importância dessas comemorações, o neurocirurgião, Dr. Newton Moreira de Lima Neto, cooperado da Unimed Campo Grande, explica sobre essa doença neurodegenerativa, que acontece através da morte de neurônios da substância nigra.
Atingindo superiormente o sexo masculino, a doença de Parkinson surge, em sua maioria, por volta dos 60 anos de idade, porém em alguns casos ela pode surgir aos 40, quando é chamada de Parkinson precoce. Conforme o doutor relata, todo corpo, onde tem neurônio, pode sofrer alteração do déficit de Dopamina no organismo. Devido a essa variação, mudança no olfato, mímica facial, hábito intestinal, podem estar associados à doença de Parkinson.
“Quando o paciente começa o tratamento com a medicação chamada levodopa, acontece à melhora dos sintomas, que são principalmente tremor, rigidez e bradicinesia, caracterizada pela lentidão dos movimentos, sintomas chamados cardinais”. O especialista ainda esclarece que é importante diferenciar a existência das síndromes parkinsonianas, que podem ser confundidas com o diagnóstico de Parkinson.
“Por isso, é importante procurar um neurologista, especialista em distúrbio de movimento ou um neurocirurgião especialista em neurocirurgia funcional ou distúrbio de movimento, para que se tenha um diagnóstico correto da síndrome parkinsoniana ou doença de Parkinson e a partir daí conseguir uma terapêutica adequada.”
Embora os sintomas sejam controlados com o medicamento, a doença é progressiva e irreversível, e pode ser que ao longo dos anos o medicamento de tratamento comece a não fazer o efeito desejado, fazer um efeito diminuído ou às vezes é necessário aumentar cada vez mais a dosagem de aplicação para que se possa obter a melhor resposta no tratamento e a diminuição dos sintomas do paciente.
Dr. Newton comenta que, nos casos em que a terapia medicamentosa começa a não surtir efeito, entra a terapia cirúrgica ou neurocirúrgica, que vem tanto das lesões cerebrais profundas ou da estimulação cerebral profunda através do marca-passo. “Dessa forma, junto das medicações, é possível ter a resposta aos sintomas, principalmente os motores”, finaliza.
A importância do crédito rural para o setor cooperativista brasileiro foi discutida nesta sexta-feira por representantes das cooperativas agropecuárias, da OCB, e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, durante audiência com a ministra Teresa Cristina.
Na reunião, que também contou com a participação do secretário de Política Agrícola, Eduardo Sampaio Marques, o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, além de apresentar os pontos principais da lista de proposições, entregou a versão imprensa do documento Propostas do cooperativismo agropecuário aos planos Agrícola e Pecuário e Safra da Agricultura Familiar - 2019/2020 (clique aqui).
Segundo Márcio Freitas, as cooperativas agropecuárias são beneficiárias naturais do crédito rural, já que atuam em todos os elos da cadeia produtiva das principais matérias-primas, com forte presença na cadeia de suprimentos, originação de produtos agropecuários, armazenagem, agro industrialização e comercialização final, além de contribuírem expressivamente para o desempenho do agronegócio do país.
DOCUMENTO
A audiência também contou com a participação do superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, e da gerente Geral, Tânia Zanella. O documento que será analisado pelo MAPA e que deve ser apresentado ao Banco Central, nos próximos dias, é dividido em duas partes:
PLANO AGRÍCOLA E PECUÁRIO
- Montante de recursos
- Custo financeiro das operações
- MCR 02 – Condições básicas: disposições gerais
- MCR 02 – Condições básicas: despesas
- MCR 03 – Operações: Utilização
- MCR 03 – Crédito a cooperativas de produção agropecuária: atendimento a cooperados
- MCR 13 – Programas com recurso do BNDES: Prodecoop
- MCR 13 – Programas com recurso do BNDES: Procap – Agro
- MCR 13 – Programas com recurso do BNDES: PCA
- Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural
PLANO SAFRA DA AGRICULTURA FAMILIA
- MCR 10 – Pronaf Industrialização de Agricultura Familiar
- MCR 10 – Pronaf Mais Alimentos
- Compras institucionais
- Cadastro Nacional da Agricultura Familiar
- Selo Combustível Social
- DAP Jurídica para cooperativas centrais
- Concessão de DAP para aquicultores
PRIORIDADES
- Reduzir as taxas de juros do custeio agropecuário para “Demais” de 7% para 6,5% ao ano.
- Reduzir as taxas de juros do custeio agropecuário para o “Pronamp” de 6% para 5,5% ao ano.
- Restabelecer a metodologia de cálculo da exigibilidade de crédito rural para média mensal*.
- Restabelecer os níveis de exigibilidade dos depósitos à vista para 34%*.
- Adotar a sistemática de tributação de IOF, aplicando a escala de tributação regressiva sobre as aplicações financeiras a partir do 10º dia*.
- Rever a Resolução nº 4.669, de 06 de junho de 2018 que autoriza as instituições financeiras a excluir linearmente R$200 milhões das suas exigibilidades*.
- Eliminar a isenção da exigibilidade de aplicação em crédito rural por instituições financeiras cuja exigibilidade é de até R$200 milhões, ou alternativamente, sugere-se alterar a redação do MCR 1.3.3 para: “As exigências estabelecidas no item 1 do MCR 1.3 podem ser dispensadas para as instituições financeiras que apresentarem exigibilidade global de até R$200 milhões e que desejarem operar exclusivamente em créditos via cooperativas agropecuárias que comprovadamente possuam Departamentos Técnicos Agronômicos que prestam assistência técnica aos seus cooperados”*.
- Restabelecer o direcionamento dos recursos da LCAs em taxas controladas, revogando a Resolução nº 4.709, de 31 de janeiro de 2019.
- Alterar o capítulo 2 do MCR 6.7 com a seguinte redação: “Os recursos captados por meio da emissão de LCA devem ser objeto de direcionamento para a aplicação em operações de crédito rural correspondente a 100% do valor apurado”.
- Adequar as regras operacionais a realidade das operações da lista de exigências das informações (Pronaf, Pronamp e Demais), para registro no Sicor, conforme Comunicado nº 31.537, de 29 de dezembro de 2017.
A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, disse na sexta-feira (12/04), que entre as metas para os próximos 100 dias está a reestruturação da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Entre as medidas que estão sendo planejadas está o enxugamento da empresa pública, que deverá vender alguns de seus armazéns.
Outros balanços - Na quinta-feira passada (11/04), durante a cerimônia alusiva aos 100 primeiros dias do governo Jair Bolsonaro, o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse que o governo federal fará, periodicamente, outros balanços, com o objetivo de acompanhar de perto o cumprimento de metas preestabelecidas.
Nova Conab - “A política da nova Conab vai ser lançada nos próximos 100 dias, com o que nós queremos que a Conab faça daqui para a frente”, disse a ministra à Agência Brasil, após participar de uma solenidade comemorativa dos 29 anos da Conab.
Tabela de fretes - Perguntada sobre como estão as negociações sobre o tabelamento do frete de caminhoneiros, com o Ministério da Infraestrutura, a ministra disse que sua pasta está “agoniada” com a falta de definições, e manifestou desejo de que a questão se resolva o quanto antes, de forma a evitar riscos para o setor e dar segurança jurídica ao produtor rural que, segundo ela, é “a ponta mais fraca do processo”.
Preços futuros - “O ministério está muito agoniado porque acha que isso é um problema para preços futuros, impactando de maneira muito forte no custo dos produtos da agropecuária. Então, quanto antes nós resolvermos, melhor, seja com a nova tabela que está sendo construída e que o Ministério da Infraestrutura está para lançar, ou através de uma decisão do Supremo Tribunal Federal. A gente quer que isso se resolva e que dê segurança jurídica porque o custo vem sempre em cima do produtor rural, que é a ponta mais fraca do processo”, disse a ministra. (Agência Brasil)