Reunião foi para tratar de captação de recursos
Na manhã do dia 13 de março, os membros do Conselho de Administração da COOASGO se reuniram com o Gerente Geral André Luiz Otten da Roza e o Gerente de Relacionamento Thiago Serpa Boynard da Agência Corporate Centro Oeste do Banco do Brasil.
A reunião foi para tratar de estratégias para captação de recursos financeiros para o exercício de 2019.
“Estamos pleiteando recursos para viabilizar projetos que trarão ampliação a nossa produção, trazendo crescimento e fortalecimento da COOASGO”, afirma Sérgio Marcon, presidente da cooperativa.
Após a reunião, a equipe se deslocou para visitar a área destinada a construção da Multiplicadora na cidade de Rio Verde de Mato Grosso – MS. Essa unidade irá operar como Granja Multiplicadora. Serão cinco mil fêmeas alojadas, entre avós e bisavós, naquela que será uma das mais modernas unidades de produção de suínos do País. Quando entrar em operação, no início de 2020, a granja da COOASGO responderá por uma produção de mais de 40 mil matrizes Camborough por ano.
O deputado federal Sérgio Souza (PR), secretário-executivo da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), foi eleito, nesta quarta-feira (13/3), como o novo presidente da Comissão de Finanças e Tributação (CFT) da Câmara dos Deputados. Esta é a segunda vez que Sérgio Souza assume a presidência de uma comissão da Câmara. Em 2017, ele comandou a Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR), com importante atuação em prol do cooperativismo.
A CFT é uma das instâncias de maior importância do Congresso Nacional, tendo o papel de emitir parecer sobre a adequação financeira e orçamentária de projetos de lei e de demais proposições legislativas. Quando os pareceres são contrários à continuidade do trâmite da proposição em razão de quaisquer desses aspectos, diz-se que são terminativos, uma vez que encerram a tramitação dos projetos, antes mesmo destes chegarem no plenário da Câmara.
De acordo com o deputado, este é um momento de muita expectativa com a retomada da economia do país e que está imbuído de participar ativamente deste processo. "O Brasil vive um momento de desafio e a esperança do povo brasileiro está depositada em nós, parlamentares. Mesmo estando em um momento de descrédito, o cidadão que nos trouxe aqui nos transferiu a responsabilidade de representá-los e assim faremos nesta comissão”, afirmou o parlamentar.
Até o fim deste mês devem ser assinados os acordos de cooperação técnica entre o Ministério da Cidadania e as entidades que integram o chamado Sistema S. Este é o resultado de uma reunião ocorrida nesta quinta-feira, em Brasília, entre o ministro Osmar Terra e os representantes dos S, que tentam encontrar uma forma de minimizar os riscos da possível redução dos recursos, já anunciada pelo governo federal. O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) faz parte do rol dessas entidades.
De acordo com a proposta do Ministério da Cidadania, a ideia é que as entidades do Sistema S promovam iniciativas de desenvolvimento profissional, focados em dois aspectos: empregabilidade e geração de renda. O público-alvo preferencial, segundo Terra, são pessoas com idades entre 18 e 29 anos, que nem estudam nem trabalham e cujas famílias estejam inscritas no programa Bolsa Família.
O governo tem estruturado um programa de desenvolvimento profissional com a intenção de alavancar os indicadores socioeconômicos das regiões Norte e Nordeste. Por enquanto, o nome dessa política pública é Programa Juventude S, considerando que as ações serão desenvolvidas por entidades como o Senai, Sesi, Sesc, Senac, Sest, Senat, Sebrae, Senar e, claro, Sescoop.
Estima-se que os S ofertem 5,7 milhões de vagas. Apenas o Sescoop, por exemplo, deverá assumir o desenvolvimento profissional de quase 100 mil pessoas durante os quatro anos do programa.
OPORTUNIDADE
Segundo o superintendente do Sescoop, Renato Nobile, a assinatura desse acordo de cooperação representa uma oportunidade, já que o cooperativismo é um modelo de negócio que busca equilibrar as dimensões econômica e social, nascido da vontade das pessoas em transformar a própria realidade.
“O Sescoop faz parte de um sistema que engloba a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e sua preocupação com o desenvolvimento socioeconômico dos estados do Norte e do Nordeste do país sempre fez parte do nosso planejamento. Não tenho dúvidas de que, com o envolvimento das unidades estaduais do Sistema OCB, juntamente com as nossas cooperativas, será possível contribuir com a geração de emprego, trabalho e renda”, avalia.
AGRICULTURA FAMILIAR
Nobile destaca, também, que uma das iniciativas do Sistema OCB que prevê o desenvolvimento das regiões Norte e Nordeste, por exemplo, é o Plano de Desenvolvimento Cooperativo do Semiárido Brasileiro, entregue ao Ministério da Agricultura, em meados de fevereiro. “Além de apresentar objetivos estratégicos e eixos estruturantes, esse documento sugere o modelo de negócio cooperativo como meio de organização social dos agricultores familiares, para que, coletivamente, consigam impulsionar os processos que vão desde a produção até a comercialização”, exemplifica.
Além disso, esse plano, segundo o superintendente, possui a educação como um de seus pilares, seja ela uma educação em nível básico, profissional, antropológico, para o educando ou para o educador. “A adequada capacitação, observando-se a real necessidade e a melhor forma de transferência do conhecimento, é fundamental para que os envolvidos em qualquer projeto possam aprimorar suas atividades e funções”, declara.
DESENVOLVIMENTO
Nobile frisou ainda que o cooperativismo é uma ferramenta capaz de gerar muito mais que emprego, trabalho e renda. “O Sescoop e o Banco Central desenvolveram um programa de Educação Financeira que já é uma realidade em muitas partes do país. Tem também uma parceria muito importante com a Fundação Nacional da Qualidade que avalia o processo de gestão nas cooperativas do país, contribuindo com o seu crescimento sustentável. Contudo, todas as ações do Sescoop são voltadas a cooperados e empregados de cooperativas. Agora, com esse acordo de cooperação, poderemos oferecer essas e muitas outras ações de desenvolvimento profissional a mais brasileiros”, argumenta o superintendente.
ESTRATÉGIAS
Mesmo sem um panorama claramente definido pelo governo federal, o Sescoop já está trançando estratégias para colocar o Programa Juventude S em prática. “Já fizemos um alinhamento com as nossas unidades estaduais a respeito da proposta do governo, solicitamos um levantamento de vagas a serem ofertadas em cada estado e estamos, no momento, prospectando parcerias com cooperativas, por exemplo, para utilizarmos seus espaços nos municípios contemplados com o programa. A ideia é que trabalhemos com cursos, palestras e orientações profissionais majoritariamente presenciais”, informa Nobile.
NÚMEROS
O Brasil conta hoje com 7.063 cooperativas, representando diversos setores econômicos, reunindo cerca de 14 milhões de pessoas e gerando mais de 400 mil empregos diretos. As cooperativas estão presentes em todos os estados e contribuem diretamente com a economia de 1.715 cidades brasileiras, das quais 700 estão presentes nas regiões Norte e Nordeste. Vale destacar, por exemplo, que em 620 municípios as cooperativas de crédito são as únicas instituições financeiras presentes.
Este cuidado visa promover a qualidade de vida de pacientes e seus familiares que enfrentam doenças graves
Em todos os momentos, falar e ser ouvido é extremamente importante para cada um de nós. Não seria diferente quando ficamos doentes ou mesmo quando a doença ameaça a continuidade da nossa vida.
Este ato, falar e ouvir, é ressaltado nas práticas de cuidado paliativo, que visa promover a qualidade de vida de pacientes e seus familiares que enfrentam essas doenças graves, através da prevenção e alívio do sofrimento, não só físicos, mas também psicológicos e sociais.
Por este motivo, a abordagem do cuidado paliativo é desenvolvida por uma equipe multidisciplinar composta por médicos, enfermeiros, psicólogos, assistentes sociais e, conforme a demanda, ainda pode envolver outros profissionais da saúde.
Tal equipe, pode se apresentar como suporte ao médico especialista do caso, oferecendo apoio e acolhimento para o paciente e os envolvidos com o processo do adoecer, a fim de seguirem o tratamento com cuidados que foquem no paciente como um todo e não apenas na doença.
Para contribuir com as difíceis decisões que surgem no decorrer da vida de um paciente com doenças graves, o cuidado paliativo preza por buscar decisões compartilhadas, onde os valores de vida do paciente são alinhados com o melhor conhecimento científico, baseado em evidências. Isso resulta em uma decisão terapêutica específica e individualizada para o paciente, respeitando seus valores e desejos.
Com esses cuidados, aspectos que seriam deixados de lado durante o tratamento de uma doença são incentivados como uma maneira de valorizar cada vez mais a vida do paciente e, assim, encaixar a sua biografia aos seus planos de cuidado.
20 lideranças femininas serão selecionadas para participar do 14° Congresso Brasileiro do Cooperativismo, o CBC!
Para se inscrever, as mulheres precisam fazer parte de uma cooperativa e responder a seguinte pergunta: “Como podemos construir juntos o cooperativismo do futuro?”.
As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas até o dia 28 de março, pelo site concursocultural.cbc.coop.br
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