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JORNADA TÉCNICA DA SOJA: Mais de 300 pessoas participaram do evento

Produtor valorizado, é produtor bem informado! Essa é a premissa que move a Copasul a sempre promover diversos eventos de qualidade e que difundam informações técnicas e novas tecnologias que possam ser aplicadas no dia a dia do produtor rural. Prova disso, foi a realização da 10º Jornada Técnica  da Soja, no dia 09 de janeiro, em Naviraí, reunindo mais de 300 pessoas.

O evento teve uma programação diversificada, com apresentação de experimentos desenvolvidos pelo corpo técnico da Cooperativa na UDT (Unidade de Difusão de Tecnologias), ao lado do Silos Itaquiraí, além de uma vitrine tecnológica com 05 estações e duas palestras, uma no período da Manhã na UDT é outra a tarde na Fazenda Vaca Branca, do cooperado Júlio Jacintho. A primeira abordou como o solo pode ajudar a construir altas produtividades e foi conduzida pelo professor Cássio Tormena. "Há uma necessidade de que os sistemas de produção hoje devam ser feitos com um bom nível de qualidade de solo, ou seja, que permita obter altas produtividades, sem risco de degradação, e principalmente em situações de estresse climático, como esse ano. Pudemos abordar duas questões, primeiro a questão de correção de solo e junto com isso a questão de compactação. Raiz na superfície é segurança baixa para o agricultor. Nós precisamos sempre fazer bom diagnósticos, precisamos cada vez ser mais eficientes", comentou Tormena.

A segunda apresentação do dia abordou a "Fisiologia da soja de alta produtividade", com o professor Marcos Iamamoto. Em sua palestra o professor falou sobre metodologias e novas tecnologias que podem levar a alcançar altas produtividades, e também sobre reguladores de crescimento. "Quanto mais estresse hídrico, mais eu tenho que proteger a planta. Esse é o conceito de boas práticas agronômicos, Como um jardineiro atua? Nós estamos sendo detalhistas como deveríamos em uma cultura como a soja? Já os reguladores de crescimento são algo relativamente novo. Em um ano bom a soja vai crescer demais, e quanto mais cresce mais acama, perdendo produção. É extremamente importante começar a regular plantas".

Estiveram presentes cooperados de diversas regiões atendidas pela Cooperativa, como o cooperado de Nova Andradina, Fernando Nalin, que participou do evento pela primeira vez. "Achei muito bom. Como são palestras técnicas são bem explicativas para o agricultor e em uma linguagem que nós entendemos e podemos absorver. A questão dos experimentos chamou a atenção, porque foi possível observar a diferença do desenvolvimento da planta a partir da época de plantio. E vindo no evento, criamos mais vínculos, amizades e conhecemos novas regiões". O encerramento foi na Associação Esportiva e Recreativa da Copasul (AREC), com churrasco e música ao vivo, além de exposição de máquinas e implementos de empresas parcerias.

Fonte: Copasul

Contribuicão fortalece o cooperativismo

Uma das formas de mostrar a força do cooperativismo é cultivar um sistema sindical ativo e influente, capaz de articular parcerias com os setores público e privado ao defender os interesses e os direitos das cooperativas diante do Governo Federal. Desde 2005, a Confederação Nacional das Cooperativas (CNCoop) tem representado o cooperativismo brasileiro em assuntos sindicais e trabalhistas e, recentemente, empenhou-se em garantir um valor justo para a manutenção da estrutura sindical patronal. Sobre este assunto conversamos com a gerente Sindical da Confederação Nacional das Cooperativas (CNCoop), Jucélia Santana Ferreira.

 

A CNCoop atua para defender os interesses e buscar avanços para o segmento e necessita de recursos provenientes das cooperativas para exercer essa representação sindical. Como a Confederação utiliza esses recursos para criar uma rede de relacionamentos capaz de fortalecer o cooperativismo brasileiro?

A CNCoop, como parte integrante do Sistema OCB, exerce todas as prerrogativas de uma confederação patronal na representação sindical das cooperativas, seja na coordenação e integração das federações e dos sindicatos de cooperativas, seja como órgão de colaboração com o Poder Público e entidades parceiras, na prestação de serviços à categoria e, ainda, na promoção de estudos e pesquisas para aprimoramento da doutrina cooperativista.

Para tanto, a Confederação aufere as contribuições, devidas por lei, pelo Estatuto ou por deliberação da Assembleia, e aplica esses recursos no custeio de suas atividades essenciais, permitindo preservar sua autonomia, assegurando a defesa dos interesses da categoria perante autoridades, órgãos governamentais e fóruns de deliberação. As contribuições recolhidas pelas cooperativas são distribuídas, de forma proporcional, aos sindicatos de cooperativas (1º grau), às federações (2º grau) e à CNCoop (grau máximo).

 

Essas contribuições são obrigatórias?

No sistema sindical brasileiro, os sindicatos estabelecem cobranças como contribuição sindical, contribuição confederativa, taxa assistencial, contribuição retributiva e mensalidade sindical, entre outras. Com o advento da reforma trabalhista, a contribuição sindical deixou de ser obrigatória e, atualmente, necessita de autorização prévia e expressa de cada cooperativa contribuinte para ser recolhida.

Já a contribuição confederativa, prevista no artigo 8º, inciso IV da Constituição Federal, é instituída pela assembleia geral da categoria e só obriga os filiados. Por fim, a contribuição assistencial, disposta no artigo 513, alínea “e” da CLT, também tem natureza facultativa e pode ser estabelecida por meio de acordo coletivo ou convenção coletiva de trabalho, com o intuito de sanear os gastos do sindicato da categoria.

 

Essas contribuições são destinadas à OCB e ao Sescoop ou são repasses diferentes?

As contribuições destinadas ao custeio dos três níveis do Sistema Sindical Cooperativista (sindicatos de cooperativas, federações e CNCoop) são absolutamente distintas das contribuições devidas à OCB e ao Sescoop. Cada uma das entidades do Sistema OCB possui natureza jurídica própria, legislação específica de regência e regime próprio de contribuições. Essa é a base do sistema de representação e desenvolvimento das cooperativas no Brasil. Juntas, essas instituições promovem e fortalecem o cooperativismo na busca por um ambiente favorável aos negócios e ao desenvolvimento social do país.

 

Qual é o valor dessas contribuições?

A contribuição sindical patronal tem o valor ajustado em tabela própria publicada pelo sindicato de cooperativas, com base no capital social da cooperativa contribuinte, conforme previsto na CLT. Já o valor da contribuição confederativa é definido em assembleia da CNCoop. Em relação às demais contribuições, como a assistencial, os valores são definidos no Estatuto Social da entidade, no instrumento coletivo de trabalho ou na assembleia geral de categoria.
 

Sabemos que, no Brasil, há diversas cooperativas pequenas e que querem estar adimplentes com o Sistema OCB. Mas como elas podem arcar com a contribuição sindical já que possuem menos recursos financeiros?

As contribuições devidas ao Sistema Sindical Cooperativista são calculadas de forma proporcional ao capital social da cooperativa contribuinte, com patamares mínimo e máximo, de forma a respeitar a capacidade contributiva de cada cooperativa. Conforme previsto no artigo 8º, inciso V da Constituição Federal, ninguém é obrigado a filiar-se ou manter-se filiado ao sindicato.

E é por isso que as entidades sindicais do Sistema OCB buscam manter a fidelização das cooperativas, mostrando a importância, a transparência, as conquistas e as atividades desenvolvidas pelo Sistema Sindical Cooperativista. Com o objetivo de permitir uma arrecadação justa e a aplicação correta dos recursos sindicais, foi criado o Programa de Sustentabilidade do Sistema Sindical Cooperativista, que se baseia em três eixos de ação: 1º) Estruturação de serviços e de produtos sindicais; 2º) Regime de arrecadação e custeio e 3º) Comunicação com a base.

 

Fonte: DF Cooperativo

Marcos Montes recebe demandas das cooperativas agro
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Marcos Montes recebe demandas das cooperativas agro

As demandas das cooperativas agropecuárias foram a pauta da reunião entre o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, e o secretário executivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Marcos Montes, realizada nesta quarta-feira, em Brasília. A gerente geral da OCB, Tânia Zanella, também participou da audiência que discutiu, dentre outros assuntos, aspectos do crédito e seguro rural e, ainda, da política de preços mínimos do transporte rodoviário de cargas.

Para Márcio Freitas a reunião foi bastante proveitosa. “O secretário Marcos Montes já conhece bem a pauta do cooperativismo e, por isso, se comprometeu em analisar os pedidos das cooperativas e em atendê-los na medida do possível”, avalia o presidente do Sistema OCB.

 

CRÉDITO E SEGURO RURAL

A respeito do crédito e do seguro rural, a liderança cooperativista destacou como prioridades a classificação dos produtores rurais nos Programas Pronaf, Pronamp e demais para contratação de recursos do crédito rural; o direcionamento dos recursos livres em detrimento ao tradicional direcionamento de recursos controlados, provocando a escassez de oferta de crédito rural, a partir de dezembro de 2018; e, ainda, a garantia de recurso orçamentário adequado e previsibilidade no cronograma de liberação do Programa de Subvenção do Prêmio do Seguro Rural (PSR).

 

TRANSPORTE

Com relação à política de preços mínimos do transporte rodoviário de cargas, o presidente do Sistema OCB explicou que a proposta do cooperativismo é priorizar a solução da atual situação da tabela de frete, inclusive a questão de sua possível inconstitucionalidade, em discussão perante o Supremo Tribunal Federal.

“Enquanto a definição judicial não ocorre, é indispensável e urgente a correção por parte da ANTT das distorções do atual tabelamento, sendo necessária a divulgação de um piso mais condizente com a realidade dos tomadores de serviços logísticos, sem prejuízo aos transportadores de cargas do país”, explica a liderança.

 

OUTROS ASSUNTOS

Márcio Freitas também aproveitou a audiência para falar sobre assuntos como o Cadastro Nacional da Agricultura Familiar, o Selo Combustível Social, a DAP Jurídica para cooperativas centrais, bem como seus prazos de validade, limite individual por produtor associado a cooperativa para acesso aos recursos do Pronaf Agroindústria Custeio, melhoria de normas e procedimentos de inspeção e clareza no entendimento das normas estrangeiras para produtos de origem animal, manutenção do programa Mais Leite Saudável e outros.

Fonte: Sistema OCB

Cooperativismo é fundamental para os pequenos
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Cooperativismo é fundamental para os pequenos

Quando o assunto diz respeito ao desenvolvimento do pequeno produtor, à simplificação tributária e à valorização da agricultura familiar, o cooperativismo é fundamental. Foi o que disse nesta segunda-feira a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, durante entrevista a José Luiz Tejon, durante o Jornal da Manhã, na rádio Jovem Pam.

A ministra fez questão de ressaltar que já vem conversando com o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, para que ajude o governo a alavancar o agronegócio nas regiões Norte e Nordeste, por meio do cooperativismo. A ideia, segundo ela, é que “os pequenos produtores, sendo cooperativados, possam produzir em cadeia, tendo a produção, a assistência técnica, o transporte e a comercialização”.

Para Tereza Cristina, o modelo cooperativista é o mais indicado para alcançar a meta dada ao Ministério – a de fortalecer o agronegócio nas regiões Norte e Nordeste – pelo presidente Jair Bolsonaro. Confira a entrevista: assista ou ouça.

Fonte: Sistema OCB

Showtec 2019 comeca nesta quarta com tecnologias para agricultura e pecuária
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Showtec 2019 comeca nesta quarta com tecnologias para agricultura e pecuária

Abrindo o calendário de eventos do agronegócio, começa nesta quarta-feira (16), às 8h, o Showtec 2019, em Maracaju. Nesta edição, o Showtec traz produtos, serviços e tecnologias para o trabalho realizado no meio rural e inova com atrativos como o uso da aviação na agricultura, principalmente em culturas como soja, milho, arroz, algodão, no plantio de pastagens, no trato de florestas. O evento segue até o dia 18 de janeiro e a entrada é gratuita.

 

Com mais de 100 expositores, o evento traz ao visitante mostras de ferramentas tecnológicas, maquinários agrícolas, painéis e espaços para realização de negócios. Neste ano, a feira traz o tema “Gerando negócios, produzindo conhecimento”. Os participantes poderão conhecer o Guia Prático de Altas Produtividades, uma estação para apresentação prática de tecnologias, criada pela Fundação MS para levar ao público tecnologias de manejo de solo, proteção de plantas e fitotecnia, que influenciam as altas produtividades de soja e milho no Estado.

 

Outra novidade é a criação de uma trincheira com mais de 20 metros de comprimento, onde serão demonstrados aspectos físicos, químicos e biológicos do solo. Temas como o uso de drones no agronegócio, sucessão familiar e a gestão da propriedade rural serão discutidos. Haverá uma vitrine de tecnologias hortifruti, instalada pela Fundação MS em parceria com o Senar/MS para expor os materiais disponíveis no mercado que favoreçam a produção de hortaliças.

A pecuária também estará presente no evento, por meio do estande da Embrapa, com o tema “Sistemas de Produção Agropecuária - Produtividade x Rentabilidade”. Serão discutidas as principais ferramentas para a gestão da pecuária e como elas podem ser aplicadas pelos produtores. Além disso, estará em pauta o manejo das pastagens na pecuária eficiente, previsão de geada para o milho safrinha 2019, aplicativo Guia Clima e escolha inteligente da forrageira a cultivar.

 

Os jovens que atuam no agronegócio também terão espaço durante a feira, por meio do Encontro de Jovens da Agropecuária. Desta vez, o assunto discutido será: “Fatos e Fakes do Empreendedorismo”. A ideia é estimular os participantes a despertarem características empreendedoras, encorajando-os na atuação local e a favor do agro.

 

Ministra confirma presença

 

A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias, confirmou à Fundação MS, a presença na abertura da feira. Este é o primeiro evento ligado ao agronegócio que a engenheira agrônoma estará presente como ministra. Tereza Cristina, que é produtora rural, e foi secretária de Agricultura do Estado, tem participado do evento há mais de cinco anos.

 

Ao assumir o ministério, Tereza Cristina defendeu o modelo sustentável da produção agropecuária nacional, colocando o Brasil como modelo a ser seguido por outros países. Além de uma legislação ambiental rígida, para a ministra os avanços tecnológicos contribuem para a evolução e modernização no setor.

 

Programação: Outros detalhes do cronograma de atividades do Showtec 2019 pode ser conferido no endereço www.portalshowtec.com.br.

 

Sobre o Showtec

 

O Showtec é uma feira anual onde são apresentados produtos e serviços ligados ao setor agropecuário, lançamentos, inovações tecnológicas, sistemas de produção, palestras técnicas e resultados de pesquisas que contribuem para a sustentabilidade do segmento. A feira é destinada aos produtores e empreendedores rurais, técnicos agrícolas, acadêmicos, entre outros, e leva informações de forma direta e aplicável.

 

O evento é realizado pela Fundação MS e promovido pelo Sistema Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de MS), Sistema OCB/MS (Organização das Cooperativas Brasileiras) e Aprosoja/MS (Associação dos Produtores de Soja de Mato Grosso do Sul), contando com patrocínio do Senar/MS (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural) e Sicredi. O Showtec conta, ainda, com o apoio da Prefeitura Municipal de Maracaju, Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, Semagro, Fundems, Banco do Brasil, Federação Brasileira de Plantio Direto e Irrigação (Febrapdp),Embrapa, Safras e Mercado, Rede ILPF, Agrisus, BioSul e Camiseta feita de pet. Como mídia oficial, conta com o Canal do Boi.  

Fonte: Assessoria

 

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