A novela Terra e Paixão, exibida em horário nobre na TV Globo tem dado o que falar. Muitos usuários têm recorrido à internet para saber mais sobre o local da gravação da obra por sua beleza e curiosidade sobre o local. Outros querem conferir se é verdade que uma cooperativa pode ter tamanha influência no desenvolvimento socioeconômico de uma cidade. Nova Primavera é, na realidade, uma cidade cenográfica inspirada em Dourados (MS) construída no Rio de Janeiro.
Apesar de Nova Primavera ser ficção, o que não faltam no Brasil são cidades que têm em sua essência os princípios e valores cooperativistas, que serão demonstrados em episódio especial, na segunda temporada da websérie SomosCoop Na Estrada, ainda neste semestre. É o caso do município de São Gabriel do Oeste, localizado no interior do Mato Grosso do Sul e referência de como o cooperativismo tem transformado realidades.
A cidade possui o terceiro melhor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do estado com 0,812 (o índice varia de zero a um). São Gabriel do Oeste é também a maior rota de escoamento de produção de grãos da região Norte do estado. Seu polo agro reúne um dos maiores produtores de soja, milho e sorgo. A cidade foi fundada há 43 anos e emancipada há 41, e sua população de pouco mais de 27 mil habitantes já tem o cooperativismo no DNA.
Um dos exemplos da expressividade cooperativista no município é a Sicredi Celeiro, que atua há 24 anos em São Gabriel do Oeste e expandiu suas operações para outras 25 comunidades. De acordo com o presidente da cooperativa, Jaime Antonio Rohr, a organização gera emprego e oferece soluções personalizadas para cada associado, sempre prezando o lado social. Sob este aspecto, ele destaca algumas ações em prol da comunidade.
“Fomos o primeiro município a implantar o programa “A União Faz a Vida”, que reúne três escolas: Filinto Muller, Ênio Carlos Bortolini e a Fundação Educacional Cristo Rei. O projeto envolve 64 professores formados e mais 967 crianças que estudam por meio de nossa própria metodologia. Para beneficiar a comunidade, temos ainda uma parceria com a prefeitura, em que disponibilizamos painéis digitais em vários locais. Fazemos assim, um serviço de utilidade pública, mostrando em tempo real a data, hora e temperatura”, explica Jaime.
O presidente também relata que vários projetos do município são alavancados com investimentos do fundo social da cooperativa. “Já investimos em projetos como o “Equoterapia Nova Esperança”, o “Pratique Jiu Jitsu”, um projeto de futsal e o projeto da “Associação Restaurar”. Investimos ainda no Lions Clube - projeto “Passos Por Quem não Pode Andar”; em estrutura metálica e energia solar na Kolping; na Apae, com aparelhos de ginástica; e no projeto “Driblando as Dificuldades”. Além do fundo social, temos o “Programa de Educação Financeira”, com material dos gibis da Turma da Mônica, com o qual atendemos mais de mil crianças no município”.
Intercooperação
A compra coletiva de insumos e venda de suínos cevados foi o que motivou os produtores do município a criarem a Cooperativa Agropecuária de São Gabriel do Oeste (Cooasgo), segundo o presidente da organização, Sérgio Marcon. A cooperativa, que completa 30 anos de atuação em 2023, inicialmente desempenhava atividades apenas da suinocultura. Em um movimento de intercooperação com a cooperativa Aurora, passou a vender seus produtos também fora do município. A Aurora, então, passou a absorver praticamente toda a produção da Cooasgo.
“Isso agregou valor, oportunizando receita e empregos na região. Vários municípios vizinhos hoje nos fornecem colaboradores e também para a Aurora, maior empregadora de toda a região Norte do estado. Atualmente, temos 580 associados nas áreas de suinocultura, pecuária e agrícola. Vendemos produtos agrícolas e armazenamos os grãos. Geramos uma movimentação econômica de aproximadamente R$ 850 milhões por ano”, salienta Marcon.
De acordo com ele, a influência da Cooasgo no desenvolvimento socioeconômico da cidade é perceptível. “As contribuições têm proporcionado crescimento significativo, que diferencia São Gabriel do Oeste de outros municípios pelo grande número de oportunidades e empregos gerados. Uma constatação é o crescimento populacional em detrimento à redução que se observa em cidades vizinhas”.
Entre as perspectivas futuras dos cooperados, Marcon ressalta a ampliação do raio de atuação e a expansão das vendas para outros municípios, a partir da abertura de lojas agropecuárias e projetos de suinocultura. “Pretendemos aumentar o fornecimento de suínos cevados para o frigorífico Aurora que, em 2025, tem a meta de abater 5,2 mil suínos/dia, saindo dos atuais 3,2 mil”.
Ainda segundo ele, o cooperativismo tem sido o diferencial que garante a prosperidade em São Gabriel do Oeste. “O campo fértil e a população hospitaleira tem atraído grandes cooperativas da Região Sul, principalmente do Paraná, a se instalarem na cidade, somando às que já estão estabelecidas na região. Isso melhora cada vez mais o cenário socioeconômico da cidade, impactando positivamente na qualidade de vida de quem reside aqui”, completou.
Também atuam na região a Cooper São Gabriel, com o fornecimento de combustível; a Cooperoeste, que comercializa insumos agrícolas e armazenagem; a Sicoob; e Coamo, Lar e Coopervale, com oferta de insumos e armazenagem.
Sistema OCB/MS
O cooperativismo sul-mato-grossense se faz presente em 89,87% dos 79 municípios do estado. São 125 cooperativas registradas e 393.814 cooperados, que atuam nos sete ramos do coop, gerando 11.648 mil postos de trabalho. O Ramo Agro, retratado na novela Terra e Paixão, por exemplo, congrega 59 cooperativas, 23.586 cooperados e mais de 7 mil empregados.
A movimentação financeira do cooperativismo no Mato Grosso do Sul, segundo o panorama do Sistema OCB/MS, em 2021, foi de R$ 27,84 bilhões e as sobras, redistribuídos para os cooperados, foi de R$ 713,28 milhões. O cooperativismo do estado contribuiu com R$ 696,29 milhões aos cofres públicos.
SomosCoop na Estrada
O cooperativismo em São Gabriel do Oeste é tema de episódio da websérie SomosCoop na Estrada, que será disponibilizado neste primeiro semestre. A expedição estreou no canal em 31 de outubro de 2022 e desde então vem mostrando como funciona o modelo de negócios cooperativista, desde as atividades iniciais até a prosperidade que leva para as comunidades. As visitas às cooperativas contemplam os sete ramos do cooperativismo: Agro, Consumo, Crédito, Infraestrutura, Saúde, Transporte e Trabalho, Produção de Bens e Serviços.
A primeira temporada desembarcou na Bahia, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais e São Paulo. Além de relembrar os episódios anteriores, já é possível conferir como foram algumas gravações da segunda temporada em Dois Vizinhos e Maringá, no Paraná. A equipe SomosCoop ainda irá passar pelo Pará, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Para a terceira temporada estão previstas visitas ao Rio de Janeiro, Espírito Santo, Rio Grande do Norte, Sergipe, Alagoas, Pernambuco e Paraíba. Desta forma, os brasileiros conhecerão como o cooperativismo vem promovendo verdadeira diferença de ponta a ponta no país.
No site SomosCoop o usuário pode esclarecer dúvidas, ler as notícias quentinhas sobre o que as cooperativas e seus cooperados têm promovido, além de explicar como funciona todo o movimento coop. #BoraCooperar?
Texto publicado em SomosCoop.
Alimentos foram doados por atletas que participaram da 1ª Corrida Unimed Campo Grande
Crianças e adolescentes do Recanto da Criança, ao todo 70, receberam mais de 180 kg de alimentos, todos doados pela Unimed Campo Grande. O montante foi arrecadado na 1ª Corrida Unimed Campo Grande, realizada pela cooperativa no dia 27/5, onde atletas inscritos nas categorias precisavam doar alimentos não perecíveis para retirar o kit.
Presidente do Recanto da Criança, Julia Almeida, disse que a doação foi muito importante. “Cada alimento doado chegou ao recanto para nos ajudar a prestar melhores serviços e uma alimentação saudável para nossas crianças e adolescentes. Ao todo atendemos 70 crianças e adolescentes, então todas as doações são bem-vindas, desde alimentos até roupas e calçados”, completou.
Serviço
Para quem quiser conhecer e contribuir com o recanto, ele fica na Rua Gualter Barbosa, 17, bairro Campo Belo. O telefone de contato, para mais informações, é o (67) 99853-5850.
Meio século de história
Já são cinco décadas de uma história escrita pelas mãos de médicos cooperados, colaboradores, clientes e pessoas que acreditam na Unimed Campo Grande. Esses 50 anos de existência, lutas e conquistas serão celebrados no dia 12 de maio, data em que é reforçada a trajetória do nascimento de um novo conceito em saúde para nosso estado.
Inúmeros desafios foram enfrentados, mas diversas conquistas foram alcançadas para que hoje a cooperativa médica chegasse à posição de maior plano de saúde de Mato Grosso do Sul. Desde a sua criação, em 1973, os propósitos da Unimed CG continuam sendo a busca constante por cuidado, crescimento e inovação, a fim de proporcionar a melhor assistência à saúde aos seus beneficiários e ser um porto seguro aos médicos cooperados, para que exerçam sua profissão com autonomia e, assim, continuem dialogando de forma democrática os rumos da saúde. Isto é a base do nosso cooperativismo, focado fundamentalmente no ser humano.
Em audiência pública promovida pelas comissões de Meio Ambiente (CMA) e de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado nesta quarta-feira (31), o consultor jurídico do Sistema OCB, Leonardo Papp, expôs as reflexões do cooperativismo acerca do Projeto de Lei 2.159/21, que, entre outras medidas, trata do Marco Legal do Licenciamento Ambiental. A proposta é considerada prioritária na Agenda Institucional do Cooperativismo.
As principais sugestões do coop sob o viés de desenvolvimento sustentável estão fincadas em duas diretrizes básicas: a proteção do meio ambiente e a eficiência do processo de licenciamento ambiental. “Este é um tema que interessa ao cooperativismo, que conta com mais de 18 milhões de brasileiros envolvidos e muitas das atividades desempenhadas por eles têm contato com o licenciamento ambiental. O foco desse projeto deve ser a busca pela eficiência. A coerência com a Lei Complementar 140/11 [Proteção Ambiental], que foi um grande avanço para organizarmos o que é atribuição dos Estado e seus entes federados, também é essencial”, iniciou o consultor.
De acordo com ele, o texto oferecido pela Câmara caminha na direção de respeitar a autonomia dos entes federativos. “Por pelo menos 11 vezes o deputado Sergio Souza citou a Lei Complementar 140. Ou seja, o projeto não pode inviabilizar práticas adotadas pelos estados. A lei federal precisa considerar a experiência de décadas desses entes. Há atividades com alguma dificuldade de compatibilizar, mas não se pode mexer no que já é viável”, defendeu Papp.
O consultor acrescentou que o projeto pode aproveitar informações de outras fontes públicas para evitar a sobreposição de atividades, esforços materiais e de pessoal do poder público. “Temos um desafio tremendo chamado Cadastro Ambiental Rural (CAR), especialmente para atividades de pecuária primária. Para estes produtores, é mais importante ter o processo do CAR concluído, do que fazer a licença ambiental. Outro fator importante, que precisa constar no projeto, é o aproveitamento da base de dados pública para priorizar o uso dos recursos”.
Papp apontou também uma situação de vácuo legislativo ao questionar qual seria a responsabilidade de uma cooperativa que, por exemplo, contrate um serviço de transporte e a empresa contratada cometa um dano ambiental. “É válido que a proposta tente disciplinar a responsabilidade indireta. O texto da Câmara, por exemplo, estabeleceu a contratação de quem já tem o licenciamento”, ponderou.
Sobre a emissão de pareceres técnicos de agentes de órgãos ambientais, o consultor recomendou que os crimes culposos apenas por posição técnica precisam ser revistos. Segundo ele, “cada técnico tem uma posição e isso cria um cenário de insegurança em que é mais fácil dizer não ao solicitante”.
A senadora Tereza Cristina (PP/MS), vice-presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), e relatora da matéria na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA), pontuou que é importante haver um planejamento ambiental estratégico, com a participação dos estados nesses licenciamentos. “Este tema sempre precisará ser revisitado e ter a legislação aprimorada. Nosso país, com dimensões continentais, precisa de ferramentas e uso de tecnologias adequadas e seguras para diminuir o tempo das verificações para fazer o efetivo licenciamento de forma mais rápida”, ressaltou.
Além de Tereza Cristina, a audiência foi sugerida pelos senadores da Frencoop Leila Barros (PDT/DF) e Sergio Moro (UNIÃO/PR), e também do senador Confúcio Moura (MDB/RO), relator da proposta na Comissão de Meio Ambiente (CMA).
Tramitação
A proposta tramita concomitantemente nas comissões de Meio Ambiente (CMA) e de Agricultura e Reforma Agrária (CRA), do Senado. Em 2021, o parecer do vice-presidente da Frencoop, deputado Sergio Souza (MDB-PR), foi aprovado pelo plenário da Câmara dos Deputados. O texto unifica normas sobre licenciamento ambiental e estabelece plataforma comum para que todos os entes da federação (estados e municípios) possam ordenar o processo, garantir segurança jurídica e evitar excessos e ineficiência.
Em sua defesa, Souza destacou a importância da modernização dos procedimentos para obtenção da licença. “Defendemos esse projeto porque queremos a redução do custo Brasil, queremos ter alimento de qualidade ao alcance do cidadão brasileiro, queremos cuidar do meio ambiente e queremos acelerar a economia”, pontuou o parlamentar.
As novelas são um meio de entretenimento enraizado na sociedade brasileira. Mais do que cativar a atenção e distrair quem assiste, seus autores, elenco e emissora buscam, muitas vezes, retratar narrativas baseadas em realidades polêmicas e situações que façam o telespectador refletir e repensar suas atitudes. São inúmeros os exemplos. A nova novela das 21h da Rede Globo, Terra e Paixão, ainda não completou um mês de exibição, mas já provocou debates, sinalizou pautas polêmicas e mostrou vários temas que envolvem o dia a dia da sociedade em seus primeiros capítulos. Entre os principais temas, a força do agronegócio e a importância do cooperativismo para o desenvolvimento de uma região.
A novela é uma obra de ficção com licença poética e, nesse contexto, pode trazer diálogos, situações e contextos adversos, que precisam ser analisados com olhar crítico quando comparados com a realidade. O Sistema OCB tem acompanhado os capítulos de Terra e Paixão com a ciência de que o tema do cooperativismo está em destaque e, com certeza, tem sido foco de conversas, publicações em redes sociais e notícias.
O tema na pauta é uma oportunidade para o SomosCoop promover, ainda mais, as características desse modelo de negócios centrado nas pessoas e que objetiva o bem comum, levando prosperidade para as comunidades onde está presente e, consequentemente, para todo o país. Uma chance única para mostrar que cooperar é muito mais produtivo que competir e de engajar a sociedade como um todo na defesa do movimento #SomosCoop.
Um conjunto de ações já estão em andamento. Antes mesmo do início da novela, o programa Globo Rural veiculou reportagem sobre a cooperativa Coamo Agroindustrial, em Mato Grosso do Sul, parte do cenário do folhetim que se passa na fictícia cidade de Nova Primavera. O mote principal da reportagem foi “Trabalhar junto para chegar mais longe”, um dos princípios do cooperativismo.
A matéria Cooperativas: Assunto está em destaque na TV Globo, publicada no site SomosCoop, destaca informações sobre a reportagem do Globo Rural e também da Rede Gazeta, afiliada da emissora no Espírito Santo, que mostrou a força feminina no cooperativismo com a reportagem sobre as experiências do grupo Pó de Mulheres, da Cafesul (Cooperativa dos Cafeicultores do Sul do Estado do Espírito Santo), na cidade de Muqui, no programa Em Movimento.
As situações polêmicas envolvendo o cooperativismo também foram o tema da matéria Terra e Paixão: Erros e acertos da novela sobre as cooperativas, como no caso em que a protagonista Aline, interpretada pela atriz Bárbara Reis, tenta entrar para a cooperativa da região e recebe um não como resposta. A adesão livre e voluntária é o primeiro dos sete princípios que orienta o modelo de negócios cooperativista e, por isso, a recusa na novela é apenas uma licença poética para justificar os passos seguintes da narrativa.
A cidade cenográfica de Nova Primavera, onde a trama acontece, também ensejou a produção da matéria Nova Primavera da vida real: conheça São Gabriel do Oeste. Na matéria, a cidade fictícia é comparada com um município real, localizado no interior do Mato Grosso do Sul. São Gabriel do Oeste é um dos inúmeros exemplos e referência de como o cooperativismo transforma realidades, impulsionando o desenvolvimento econômico e social. Na cidade, as cooperativas da região contribuem para elevar o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) local para o terceiro maior do estado. A cidade também é cenário de um dos episódios da segunda temporada da websérie SomosCoop na Estrada, que tem estreia prevista para o final de junho.
Na matéria sobre cooperação como chave para o sucesso dos negócios, falamos sobre as cenas em que os personagens da trama citaram a relevância do cooperativismo e das cooperativas.
O Sistema OCB, por meio dos canais de comunicação do SomosCoop, seguirá acompanhando a trama e seus desdobramentos para promover o coop e esclarecer o que é ficção e como o cooperativismo funciona na realidade. Para acompanhar as iniciativas de promoção e valorização do coop, acesse o site: somos.coop.br
Em todas as unidades da Coamo e da Credicoamo estão sendo realizadas ações em comemoração à Semana do Meio Ambiente. O tema escolhido pela Organização das Nações Unidas (ONU) para este ano é o combate à poluição plástica. A Coordenação de Sustentabilidade da Coamo com apoio de diversas áreas programou o desenvolvimento de ações para conscientização de cooperados, funcionários e comunidade. Durante a campanha serão realizadas ações educativas e sociais para disseminar ao público a importância das práticas sustentáveis.
Em uma das iniciativas, funcionários receberam uma xícara para tomar café, evitando a utilização dos descartáveis. Em outra ação, está acontecendo a distribuição de 20 mil mudas de árvores para cooperados em toda a área de ação da cooperativa. Ainda como parte da programação voltada à sensibilização ambiental, serão realizadas palestras com o tema "Um Olhar Além de Sua Lixeira", para todos os funcionários da cooperativa.
O presidente dos Conselhos de Administração da Coamo e Credicoamo, José Aroldo Gallassini, lembra que o Brasil tem uma lei bastante rígida sobre o meio ambiente e a condução das atividades agrícolas é desenvolvida de forma sustentável. “Enquanto em outros países não há as mesmas exigências, no Brasil o meio ambiente é levado a sério. A Coamo cumpre todas as exigências ambientais e prova disso é que os países de vários continentes fazem questão de importar os produtos da cooperativa, porque conhecem todo o trabalho desenvolvido pelos cooperados”, observa.
Gallassini ressalta que cada vez mais será preciso cuidar das propriedades rurais e preservar a natureza. “Temos que fazer o necessário para continuar produzindo bem, mas sem agredir o meio ambiente. A Coamo sempre teve essa preocupação e orienta os cooperados para que utilizem práticas conservacionistas, que vão desde a aplicação de defensivos agrícolas, manejos adequados do solo até a preservação de mata ciliar e reserva legal.”
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