O Dia Internacional do Milho é comemorado anualmente em 24 de abril, em todo o planeta. Esta data tem o objetivo de homenagear e incentivar o cultivo e consumo de um dos cereais mais nutritivos do mundo: o milho.
O milho é uma cultura fundamental em todo o mundo, com grande relevância econômica, além de ser uma importante fonte de alimentação humana e base para ração animal, por conta dos inúmeros nutrientes contidos nos grãos.
O desenvolvimento tecnológico da cultura do milho proporcionou melhores índices de produtividade chegando a uma produção mundial de aproximadamente 960 milhões de toneladas. Com a produção tecnificada, o Brasil se tornou um país estratégico, sendo o terceiro maior produtor e o segundo maior exportador mundial do cereal. E para que este crescimento seja contínuo, há grandes investimentos em programas de melhoramento de híbridos, geração e difusão de informações de manejo e incorporação de novas tecnologias.
O milho é um importante produto do agronegócio brasileiro, pois além de ser a base da alimentação humana, ainda é item fundamental na produção de proteína animal.
Com previsão de colheita de mais de 11 milhões de toneladas do milho safrinha, Mato Grosso do Sul terá o desafio de melhorar a logística para escoar a produção e elevar o nível de processamento do cereal dentro do Estado, promovendo o encadeamento da produção. No Estado a expectativa é de que a área destinada ao milho 2ª safra 2022/2023 seja de 2,32 milhões de hectares, 5,4% maior que o ciclo passado. A produtividade estimada é de 80,33 sacas por hectare, com produção de 11,2 milhões de toneladas, segundo dados do projeto Siga/MS.
Segundo o gerente da Cooperoeste, Antenor Wohl, a produção deste ano, deve se manter na casa dos 120/130 scs por hectare, devido ao clima favorável. “Hoje a capacidade da Cooperoeste é de 3.822.000 scs, sendo dividido em dois armazéns. O Armazém 1 possui três silos de 214 mil scs, um graneleiro de 800 mil scs e estamos finalizando a construção de mais um graneleiro de 650 mil scs. Já o Armazém 2 possui seis silos de 150 mil scs e foram feitos mais dois no ano 2022 de 265 mil scs cada e comprado a Conab em 2021 que tem capacidade de 300 mil scs”, explica o gerente.
A Cooperoeste se localiza em São Gabriel do Oeste/MS e é uma cooperativa agrícola, que tem o propósito de fortalecer os cooperados, reduzindo custos e proporcionando altos resultados na cadeia produtiva, atendendo as necessidades do produtor e proporcionando melhores ferramentas de negócio.
“Fizemos um programa com mais de 20 medidas para o cooperativismo e o resultado foi o aumento do crédito ofertado”. A afirmação do presidente do Banco Central do Brasil (BCB), Roberto Campos Neto, foi proferida durante exposição no Lide Brazil Conference London, na última semana. O evento debateu os desafios econômicos e institucionais do Brasil e levantou reflexões sobre como estimular relações bilaterais.
Campos Neto falou sobre o crescimento do cooperativismo como uma das iniciativas do Banco Central para reforçar seu comprometimento social e reforçou a importância das cooperativas financeiras que atuam com foco no crédito para pequenos negócios. “Identificamos que o cooperativismo é uma forma de crédito barato e mais direcionado. Nesta demanda socioeconômica, ele atende, principalmente, o pequeno agricultor. O microcrédito gera inclusão real no Brasil”, disse. Segundo ele, nos últimos cinco anos o BC teve a maior agenda inclusiva da história com o cooperativismo, o microcrédito, a educação financeira e o Pix [pagamento instantâneo]. “E isso é só o começo”, salientou.
Em sua apresentação, o presidente fez um apanhado geral sobre a atuação do banco, especialmente no que diz respeito ao estabelecimento das taxas de juros. Ele defendeu que o Copom trabalha com base na meta de inflação e que a brasileira é compatível com a de outros países emergentes. “Uma inflação desancorada faz com que o seu custo seja muito mais alto e duradouro. Os países que abandonaram o sistema de meta registram inflação muito mais alta”.
Além de Campos Neto, expuseram também no Lide Brazil Conference London a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet; a do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva; o da Agricultura e Abastecimento, Carlos Fávaro; o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco; e o presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Rodrigo Agostinho.
Confira a apresentação completa do presidente Roberto Campos Neto no link.
Os impactos tributários que podem acarretar a ausência da regulamentação do adequado tratamento tributário ao ato cooperativo na Reforma Tributária (PEC 45/19) foram debatidos com a assessoria legislativa do relator da proposta no Grupo de Trabalho que analisa a medida, deputado Aguinaldo Ribeiro (PB), nessa segunda-feira (24).
O Sistema OCB foi representado pela gerente-geral, Fabíola Nader Motta; pela assessora jurídica, Ana Paula Andrade; pelo consultor Tributário da OCB, João Caetano Muzzi Filho; pelo coordenador da gerência de Relações Institucionais, Eduardo Queiroz; e pela analista Tributária, Suellen Meneses.
A gerente-geral Fabíola esclareceu que o cooperativismo tem preocupações com a reforma tributária que derivam de sua forma societária e que essas particularidades precisam ser observadas para não trazer uma oneração tributária injusta ao modelo. A fala foi complementada pelo consultor tributário João Muzzi. “É preciso ter cuidado com dupla incidência – no cooperado e na cooperativa – afinal, a riqueza fica concentrada no cooperado”, ressaltou.
O consultor Legislativo para Direito Tributário e Tributação, Fabiano Nunes, disse que a assessoria do parlamentar preza pela neutralidade e tratamento igualitário, para que todos paguem tributos, inclusive pessoas físicas. Em nome dos outros assessores, ele informou que não há intenção de prejudicar as cooperativas, mas é preciso que sejam apresentadas as distorções e os impactos ocasionados com a transição do modelo tributário em análise.
Os representantes do Sistema OCB se comprometeram a elaborar estudo demonstrativo dos impactos com indicadores que podem vir a prejudicar o cooperativismo para apresentar aos assessores.
Também participaram da reunião a chefe de gabinete e o assessor técnico da liderança da Maioria, Alexandra Bittencourt e Graziany Reis; e os consultores legislativos para Direito Tributário e Tributação, Fabiano Nunes e José Evande Araújo.
A jornalista Glenda Kozlowski está rodando o país em uma 4X4 para contar a história de pessoas que estão transformando o Brasil com a força do cooperativismo - um jeito diferente de fazer negócios que gera prosperidade para as pessoas, para os negócios, e para toda a sociedade. Uma aventura a quatro rodas intitulada SomosCoop na Estrada.
Glenda e equipe desembarcaram em São Gabriel do Oeste e, nesta terça-feira (25), gravaram mais um programa da websérie e conhecem a história de quem ajuda a movimentar o cooperativismo na cidade. A equipe visitou diversas cooperativas e conheceu o trabalho de famílias em São Gabriel do Oeste.
O SomosCoop na Estrada começou a rodar o Brasil no ano passado, em um veículo off road personalizado, para contar a história de homens, mulheres e comunidades que tiveram as vidas transformadas pelo cooperativismo.
A websérie está na segunda temporada e começou as gravações em 2023 por São Gabriel do Oeste.
Fonte: Veja Folha
O Comitê de Relações Trabalhistas e Sindicais do Sistema OCB realizou sua primeira reunião, nesta terça-feira (25). O colegiado, que reúne representantes de sindicatos e federações vinculados à Confederação Nacional das Cooperativas (CNCoop) discutiu, entre outros temas, a nova estrutura do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), os grupos de trabalhos criados pela pasta e o Centro de Serviços Compartilhados Trabalhista e Sindical (CSC) da confederação.
O coordenador da Gerência Sindical da CNCoop, Bruno Vasconcelos, explanou sobre a nova composição do governo federal e do Congresso Nacional juntamente com os desafios para o coop. “Diante deste novo cenário, vamos contribuir para uma agenda colaborativa na formulação de políticas públicas para que as especificidades do nosso modelo de negócios sejam consideradas”, afirmou.
Ainda segundo ele, o Sistema OCB e a CNCoop têm atuado para garantir assentos nos colegiados que estão sendo criados ou regulamentados pelo governo. “Queremos participar especialmente dos grupos que debatam matérias que envolvam alterações na legislação trabalhista e sindical e sobre implementação de políticas nestas temáticas”, explicou.
Sobre o CSC, foi evidenciado o apoio às organizações estaduais (OEs) em suas demandas e no fortalecimento das suas estruturas, por meio de uma assessoria jurídica especializada que fica à disposição dos sindicatos e federações para sanar as principais dúvidas. “Já temos disponível, inclusive, o curso específico de Práticas Sindicais, que foi idealizado para colaboradores e dirigentes das OEs se aperfeiçoarem acerca dos principais aspectos sindicais para que tenham condições de atuar com segurança e autonomia no dia a dia”, relembrou o coordenador.
A gerente-geral do Sistema OCB, Fabíola Nader Motta, fez o encerramento do encontro e salientou a importância do colegiado para o aperfeiçoamento do movimento cooperativista nas searas trabalhista e sindical.
O comitê é formado por assessores jurídicos e técnicos indicados pelos Sindicatos e Organizações pelas Federações de Sindicatos de Cooperativas. Participaram da reunião representantes dos estados de Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
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